A Sabedoria do Corpo

Tu dizes «eu» e orgulhas-te desta palavra. Mas há qualquer coisa de maior, em que te recusas a aceditar, é o teu corpo e a sua grande razão; ele não diz Eu, mas procede como Eu.

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Quando Chega uma Carta Tua

 Quando chega uma carta tua todas as divagações acabam, e acordo para a vida. Todos os problemas estranhos deixam de ter importância, os misteriosos quadros de doenças se desvanecem, e acabam-se as teorias vazias «de acordo com o estado presente da ciência», como elas são chamadas. Então o mundo fica tão acolhedor, tão alegre, tão fácil de compreender. A minha doce querida não é uma ilusão, ela não tem que ser comprovada por testes químicos; de facto ela pode ser observada a olho nú. Ainda bem que ela não tem nada a ver com doenças – e espero que continue – excepto por ter sido suficientemente imprudente para tomar um médico para amante. Oh Marty, é muito mais gratificante ser um ser humano em vez de um armazém de certas experiências monótonas. Mas ninguém se pode permitir a ser um ser humano por uma hora a não ser que tenha sido uma máquina ou um armazém por onze horas. E aqui chegámos, onde começámos.

Carta de Sigmund Freud a Martha Bernays, 9 de Outubro 1883 (excerto)

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Como é que se Esquece Alguém que se Ama?

Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa – como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz?

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Não Podemos Ter a Certeza de Nada

Somos todos iguais na fragilidade com que percebemos que temos um corpo e ilusões. As ambições que demorámos anos a acreditar que alcançávamos, a pouco e pouco, a pouco e pouco, não são nada quando vistas de uma perspectiva apenas ligeiramente diferente. Daqui, de onde estou, tudo me parece muito diferente da maneira como esse tudo é visto daí, de onde estás. Depois, há os olhos que estão ainda mais longe dos teus e dos meus. Para esses olhos, esse tudo é nada. Ou esse tudo é ainda mais tudo. Ou esse tudo é mil coisas vezes mil coisas que nos são impossíveis de compreender, apreender, porque só temos uma única vida.

— Porquê, pai?

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Como é por dentro de outra pessoa?

"É fácil trocar as palavras,
Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado,
Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto,
Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos,
Difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!

Como é por dentro outra pessoa?
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.

Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo."

Fernando Pessoa

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Significado dos Sentimentos por Mário Prata

SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento representa um capítulo.
ANGÚSTIA é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
PREOCUPAÇÃO é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair do seu pensamento.
INDECISÃO é quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que deveria querer outra coisa.
CERTEZA é quando a idéia cansa de procurar e pára.
INTUIÇÃO é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
PRESSENTIMENTO é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista (o filme).
VERGONHA é um pano preto que você quer pra ser cobrir naquela hora.
ANSIEDADE é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
INTERESSE é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
SENTIMENTO é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
RAIVA é quando o cachorro que mora com você mostra os dentes.
TRISTEZA é uma mão gigante que aperta seu coração.
FELICIDADE é um agora que não tem pressa nenhuma.
AMIZADE é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
CULPA é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.
LUCIDEZ é um acesso de loucura ao contrário.
RAZÃO é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
VONTADE é um desejo que cisma que você é a casa dele.
PAIXÃO é quando apesar da palavra “perigo” o deseja chega e entra.
AMOR é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. Não. Amor é um exagero… também não. Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tem explicação, esse negócio de amor não sei explicar.

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A Hipocrisia do Ser

Para que servem esses píncaros elevados da filosofia, em cima dos quais nenhum ser humano se pode colocar, e essas regras que excedem a nossa prática e as nossas forças? Vejo frequentes vezes proporem-nos modelos de vida que nem quem os propõe nem os seus auditores têm alguma esperança de seguir ou, o que é pior, desejo de o fazer. Da mesma folha de papel onde acabou de escrever uma sentença de condenação de um adultério, o juiz rasga um pedaço para enviar um bilhetinho amoroso à mulher de um colega. Aquela com quem acabais de ilicitamente dar uma cambalhota, pouco depois e na vossa própria presença, bradará contra uma similar transgressão de uma sua amiga com mais severidade que o faria Pórcia.

E há quem condene homens à morte por crimes que nem sequer considera transgressões. Quando jovem, vi um gentil-homem apresentar ao povo, com uma mão, versos de notável beleza e licenciosidade, e com outra, a mais belicosa reforma teológica de que o mundo, de há muito àquela parte, teve notícia.

Assim vão os homens. Deixa-se que as leis e os preceitos sigam o seu caminho: nós tomamos outro, não só por desregramento de costumes, mas também frequentemente por termos opiniões e juízos que lhes são contrários.

Michel de Montaigne, in ‘Ensaios – Da Vaidade

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Esforçamo-nos Mais por Evitar o Sofrimento do que Procurar o Prazer

Privamo-nos para mantermos a nossa integridade, poupamos a nossa saúde, a nossa capacidade de gozar a vida, as nossas emoções, guardamo-nos para alguma coisa sem sequer sabermos Esforçamo-nos Mais por Evitar o Sofrimento do que Procurar o Prazer Privamo-nos para mantermos a nossa integridade, poupamos a nossa saúde, a nossa capacidade de gozar a vida, as nossas emoções, guardamo-nos para alguma coisa sem sequer sabermos o que essa coisa é. E este hábito de reprimirmos constantemente as nossas pulsões naturais é que faz de nós seres tão refinados. Porque é que não nos embriagamos? Porque a vergonha e os transtornos das dores de cabeça fazem nascer um desprazer mais importante que o prazer da embriaguez. Porque é que não nos apaixonamos todos os meses de novo? Porque, por altura de cada separação, uma parte dos nossos corações fica desfeita. Assim, esforçamo-nos mais por evitar o sofrimento do que na busca do prazer.

Sigmund Freud, in ‘Correspondência (1883)’o que essa coisa é.

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O que é a vida natural?

Para entender o que é a vida natural, será necessário distinguí- la do que é anti-natural. A vida depende da seleção de (1) alimento, (2) moradia, e (3) companhia. Para ter uma vida natural, os animais inferiores escolhem para si mesmo esses elementos com a ajuda de seus instintos e das sentinelas naturais colocadas nas entradas sensoriais – os órgãos da visão, da audição, tato, olfato e paladar. Entretanto, nos homens em geral estes órgãos estão desde a infância de tal forma pervertidos pela vida anti-natural, que pouca confiança se pode ter em seus julgamentos. Portanto, para compreender quais são nossas necessidades naturais, devemos depender de observação, experiência e razão.

O que é alimento natural para o homem? Primeiro, para escolher o alimento natural, devemos observar a formação dos órgãos que cooperam na digestão e na nutrição, os dentes e o canal digestivo; a tendência natural dos órgãos dos sentidos que guiam os animais para o seu alimento; e a nutrição da prole. Observação dos dentes. Pela observação dos dentes, notamos que nos animais carnívoros os incisivos são pouco desenvolvidos, mas os caninos bastante longos, lisos e pontiagudos, para apanhar a presa. Os molares também são pontudos; estas pontas entretanto, não se unem, mas se ajustam estreitamente lado à lado para separar as fibras musculares.

Nos animais herbívoros os incisivos são notavelmente desenvolvidos, os caninos reduzidos (embora algumas vezes sejam longos, como as presas dos elefantes), os molares são largos na parte superior e revestidos de esmalte só nas faces laterais. Nos frugívoros todos os dentes tem quase a mesma altura; os caninos são pouco projetados, cônicos e rombudos (obviamente não planejados para agarrar a presa, mas para exercer força). Os molares tem coroa larga revestida na parte superior de pregas esmaltadas para evitar o desgaste causado pelo seu movimento lateral, não são pontu- dos, inapropriados para mastigar carne.

Por outro lado, nos animais onívoros, como os ursos, os incisivos se assemelham aos dos herbívoros, os caninos são como os dos carnívoros, e os molares não só são pontudos mas também largos na parte superior, para servir a um duplo propósito. Agora, se observarmos a formação dos dentes no homem, veremos que eles não se parecem com os dentes dos carnívoros, nem com os dos herbívoros ou dos onívoros. Eles se parecem exatamente como os dos animais frugívoros. A dedução razoável portanto, é de que o homem é um frugívoro ou um animal comedor de frutas. Observação do canal digestivo. Pela observação do canal digestivo, verificamos que os intestinos dos animais carnívoros são de três à cinco vezes mais longos que seu corpo, quando medidos da boca ao ânus, e seu estômago é quase esférico. Os intestinos dos herbívoros são vinte e oito vezes mais longos que seu corpo, e seu estômago é mais estendido e de estrutura composta. Porém, os intestinos dos animais frugívoros têm de dez a doze vezes a extensão de seu corpo; seu estômago é um pouco mais largo do que o dos carnívoros e tem um prolongamento no duodeno, que funciona como um segundo estômago.

Não é exatamente a formação que encontramos nos seres humanos, embora a anatomia diga que os intestinos humanos tem de três a cinco vezes a extensão do corpo humano – cometendo-se um equívoco ao se medir o corpo da parte superior da cabeça até a sola dos pés, em vez de partir da boca ao ânus. Assim, podemos novamente inferir que o homem é com toda probabilidade um animal frugívoro. Observação dos órgãos dos sentidos. Pela observação da tendência natural dos órgãos dos sentidos – indicadores que determinam o que é nutritivo – os quais direcionam todos os animais para o seu alimento, verificamos que quando o animal carnívoro encontra a presa, sente tanto prazer que seus olhos começam a brilhar; audaciosamente ataca a vítima e sorve com sofreguidão os jatos de sangue. Ao contrário, os herbívoros recusam até mesmo seu alimento natural, deixando-o intacto, se nele houver o menor vestígio de sangue. Seus sentidos do olfato e visão induzem-os a escolher a grama e outras ervas como alimento, degustando-as com prazer. Similarmente, com animais frugívoros percebemos que seus sentidos sempre os dirigem para os frutos das árvores do campo.

Nos homens de todas as raças verificamos que os seus sentidos de olfato, audição e visão nunca os levam à matança de animais; ao contrário, eles não podem sequer suportar a visão dessas chacinas. É sempre recomendável que os matadouros sejam mantidos bem longe das cidades; os homens com freqüência, expedem rigorosos regulamentos proibindo o transporte de carnes descobertas. Pode-se então considerar a carne um alimento natural do homem, quando seus olhos e seu nariz positivamente a rejeitam, a menos que venha disfarçada com o sabor de temperos, sal e açúcar? Por outro lado, como achamos deliciosa a fragrância das frutas, cuja visão nos deixa muitas vezes com água na boca. Pode-se também notar que vários cereais e raízes tem odor e sabor gradáveis, embora fracos, mesmo quando não estão preparados. Portanto, mais uma vez, somos levados a deduzir por estas observações de que o homem tende à ser um animal frugívoro.

Observação da alimentação das crianças. Observando a alimentação das crianças, vemos que o leite é sem dúvida o alimento do recém-nascido. A mãe não terá leite o bastante se não comer frutas, cereais e vegetais como seu alimento natural. A Causa das doenças. Portanto, a única conclusão razoável à que se pode chegar a partir destas observações é a de que os vários cereais, frutas, raízes, e – como bebida – leite, e água pura exposta ao ar e ao sol, são de modo indiscutível o melhor alimento natural para o homem. Por serem adequados ao nosso sistema, quando ingeridos de acordo com a capacidade dos órgãos digestivos, estes alimentos bem mastigados e misturados com a saliva, serão facilmente assimilados. Outros alimentos não são naturais para o homem, e sendo incompatíveis com o sistema são necessariamente estranhos à ele; quando entram no estômago, não são adequadamente assimilados. Misturados com o sangue, acumulam-se nos órgãos excretórios e em órgãos não adaptados adequadamente à eles. Se não são eliminados, depositam-se nas fendas dos tecidos pela lei da gravidade; e, ao fermentarem, produzem doenças mentais e físicas, levando à uma morte prematura.

O desenvolvimento das crianças. A experiência também prova que a dieta natural, não irritante, do vegetarianismo é quase sem exceções admiravelmente apropriada para o desenvolvimento das crianças, tanto físico como mental. Suas principais faculdades, mentes, discernimentos, vontades, temperamentos e disposição geral serão também harmoniosamente desenvolvidos. A vida natural acalma as Paixões. Verificamos que quando se empregam meios incomuns, tais como jejum excessivo, flagelação ou clausura monástica, com a finalidade de suprimir as paixões sexuais, raras vezes consegue-se o efeito desejado. A experiência mostra entretanto, que o homem pode facilmente dominar estas paixões, o arqüiinimigo da moralidade, pela vida natural baseada numa dieta não irritante, acima referida; deste modo, os homens obtém a tranqüilidade da mente, que os psicólogos sabem ser extremamente favorável à atividade mental, à uma compreensão lúcida, bem como à uma judiciosa maneira de pensar.

Desejo sexual. Algo mais deve ser dito aqui sobre o instinto natural de procriação, que é depois do instinto de auto-conservação, o mais forte no corpo animal. O desejo sexual, como todos os outros desejos, tem um estado normal e outro anormal ou doentio, este último resultante unicamente da matéria estranha acumulada pela vida anti-natural, como já mencionamos. No desejo sexual, cada um tem um termômetro muito preciso para indicar a condição de sua saúde. Este desejo ultrapassa seu estado normal devido à irritação nervosa resultante da pressão da matéria estranha acumulada no sistema, pressão esta exercida sobre o aparelho sexual, manifestada primeiro por um exacerbado desejo sexual, depois por uma gradual redução da potência.

O desejo sexual em seu estado normal deixa o homem completamente livre de todas as perturbações lascivas, e só atua no organismo (despertando um desejo de saciedade) raramente. Aqui, outra vez, a experiência demonstra que este desejo, como todos os outros, é sempre normal em indivíduos que vivem uma vida natural, como já mencionamos. A raiz da árvore da vida. O órgão sexual – junção de importantes extremidades nervosas, particularmente dos nervos simpáticos e espinhais (nervos principais do abdômen), os quais através de sua conexão com o cérebro, são capazes de estimular todo o sistema – é, em certo sentido, a raiz da árvore da vida. O homem bem instruído no uso adequado do sexo pode manter seu corpo e sua mente saudáveis e viver uma vida inteiramente agradável.

Os princípios práticos da saúde sexual não são ensinados porque o povo considera o assunto impuro e obsceno. Assim, em sua cegueira, a humanidade tem a presunção de lançar um véu sobre a Natureza, porque ela lhe parece impura, esquecendo que ela é sempre imaculada e que tudo que existe de impuro e indecoroso está na mente do homem e não na natureza. Por conseguinte, é claro que o homem, ignorando a verdade sobre os perigos do abuso da força sexual, sendo compelido à práticas errôneas através da irritação nervosa resultante de uma vida anti-natural, sofrerá perturbadoras moléstias na vida, tornando-se uma vítima de morte prematura. A moradia do homem. Em segundo lugar, vem a casa onde moramos. Podemos facilmente compreender, quando nos sentimos mal ao entramos numa sala abarrotada depois de respirarmos o ar fresco do alto de uma montanha ou de um vasto campo ou jardim, que a atmosfera da cidade ou de qualquer aglomerado urbano é anti-natural para se morar. A atmosfera revigorante do alto de uma montanha, de um campo, jardim ou de um lugar seco e arborizado situado num espaçoso terreno, bem ventilado com ar fresco, é a moradia apropriada para o homem em harmonia com a natureza.

A companhia que devemos ter. Em terceiro lugar está a companhia que devemos ter. Aqui também, se ouvirmos os ditames de nossa consciência e consultarmos nossa inclinação natural, verificaremos que preferimos as pessoas cujo magnetismo nos afeta harmoniosamente, que acalmam nosso organismo, tonificam internamente nossa vitalidade, desenvolvem nosso amor natural, aliviando nossos sofrimentos, nos transmitindo paz. Isto quer dizer que devemos estar na companhia de Sat ou Salvador, e como já aludimos antes, devemos evitar a companhia de Asat. Na companhia de Sat temos a possibilidade de gozar uma saúde perfeita, física e mental, e nossa vida é prolongada. Se, por outro lado, não seguimos o conselho da Mãe Natureza, nem ouvimos os ditames de nossa consciência pura, mantendo a companhia de tudo que foi designado como A sat, produz-se um efeito oposto, prejudicando a saúde e encurtando a vida. Necessidade de Vida Natural e Pureza. Por conseguinte, a vida natural favorece a prática de Yama, as abstenções ascéticas. Sendo a pureza da mente e do corpo igualmente importante na prática de Niyama, as observâncias ascéticas, devem-se fazer todas as tentativas para atingir essa pureza.”

(Sri Yuktéswar – A Ciência Sagrada)

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O ritual no Zen e o cérebro -Monje Densh? Quintero

Nos centros de meditação quando iniciantes leigos que nunca tiveram contacto com a prática, recebem a introdução, é frequente que alguns tenham reações de repulsa a certos detalhes da forma. Não faltam aqueles que chegam fugindo de protocolos religiosos da tradição da família, e buscam  uma prática sem esse tipo de exigência, e se chocam com a etiqueta na sala de meditação. Continue reading

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