Respiração – Inspiração

Postado por Marilda Limberger - fevereiro 25th, 2010

Respiração

Fenômeno rítmico:

2 fases : Inspiração e expiração

Processo de Troca: através da inspiração oxigênio contido no ar é levado aos corpúsculos vermelhos do sangue, através da expiração expelimos dióxido de carbono.

Há duas bênçãos na respiração, absorver o ar e soltá-lo outra vez; uma nos pressiona outra nos refresca, que mistura maravilhosa é a vida.” Goethe

Spirare significa respirar e spirtus significa espírito; a raiz de ambas as palavras num único termo:

“inspiração” e assim está ligada inseparavelmente a respirar para dentro ou seja deixar entrar.

Em grego, psyche tanto significa respiração como alma. Em sânscrito encontramos a palavra atman, na qual podemos logo ver o elo que liga a palavra germânica atman(respirar).

Na língua hindu quando alguém atinge a perfeição é chamado de mahatma, que significa tanto grande alma como grande respiração.

Da doutrina hindu aprendemos também que a respiração é a portadora de verdadeira força vital à qual os indianos chamam prana.

Na história da criação(Bíblia) Deus soprou se hálito divino no torrão de barro que formara e que ao fazê-lo, deu a Adão uma alma viva.

Respiremos!

Om, Om, Om

Marilda Limberger

Alimentação Para Uma Vida Saudável de 120 Anos Solua

Postado por Marilda Limberger - fevereiro 10th, 2010

Este texto resume mais de 10 trabalhos sobre alimentação e saúde que o Grupo de Aprendizes da Informação Aberta (GAIA) está disponibilizando para Internet e para impressão (Internet: index.html#Alimento). As bases científicas desta informação estão no livro fundamental entitulado “A Revolução Antienvelhecimento” (Internet: longevidade.html) [16]. Este livro, escrito pelo Dr. Timothy J. Smith, vice-presidente da Associação Médica de Nutrição dos Estados Unidos, aconselha a saudável alimentação vegetariana, orgânica e integral.

A melhor alimentação é a natural (Internet: alinat.html) [4]. Natural é orgânico e vegetariano (Internet: longevidade.html#4.1) [16]. Natural é cru (Internet: cru.html) [11]. Natural é integral e sem açúcar (Internet: sugarblues.html) [6]. Nossa alimentação anti-natural moderna provoca doenças degenerativas (Internet: atkins.html) [1]. Estas doenças degenerativas nos impedem de viver os 120 anos programados em nossos gens (Internet: longevidade.html#1.2) [16]. A carne e produtos derivados de animais apodrecem nos nossos intestinos e nos intoxicam (Internet: intestino.html) [15].

A vida é o mais importante. Nós do Grupo de Aprendizes da Informação Aberta (GAIA), temos o dever de defendê-la. Gaia, o organismo vivo da mãe terra1, vai cobrir de bençãos, todos os guardiões da vida. Não apenas da vida de nossa família humana, mas também de nossos irmãos menores os animais e de nossas irmãs maiores as árvores. Em honra ao fogo da vida, alimentado pelo oxigênio do ar que respiramos, queimando os carboidratos do alimento que comemos, vamos juntos vencer a doença, a velhice e a morte.

Para isso primeiro venceremos a morte por acidentes e doenças infecto-contagiosas. Depois venceremos as doenças degenerativas. Finalmente venceremos a morte programada genéticamente, através da fecundação do nosso corpo biológico com nossas próprias células seminais. Vamos juntos em busca da vida eterna.

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Mecanismos de defesa – Continuação

Postado por Marilda Limberger - janeiro 26th, 2010

Projeção

A projeção é um mecanismo de defesa que faz com que uma pessoa atribua um desejo ou impulso seu a alguma outra pessoa, ou mesmo a algum objeto não pessoal do mundo externo. Os vícios que atribuímos aos nossos inimigos, os preconceitos que manifestamos contra pessoas estranhas, contra os estrangeiros, contra os que têm a cor de pele diferente da nossa, e muitas de nossas superstições e crenças religiosas excêntricas são frequentemente produtos de projeções insconscientes de nossos próprios desejos e impulsos.
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Amor para as diversas tradições

Postado por Marilda Limberger - janeiro 18th, 2010

Amor para as diversas tradições

Assim como são diferentes as cores de um arco-íris, a primeira cor que nos revela o budismo é que o amor pode ser ua compaixão. Um estado de consciência não fixado sobre um objeto particular. Sob todas as circunstâncias o importante é permanecer capaz de amar.

A arte de amar no budismo será um trabalho a realizar em nossos pensamentos, em nossas projeções e em nossas ilusões. Será necessário deixar emergir este amor feito de calma, um amor não apenas de pulsão e de carência mas de uma plenitude de paz. Desenvolver o que poderíamos chamar um a priori de benvolência. Reencontrar nossa bondade natural. “Desfranzir-nos”, transformar as garras de nossas mãos em carícias.

Os chineses poderiam nos ajudar a desenvolver o sentido da harmonia, passando do contrário ao complementar. Em vez de ver o outro, o que ele pensa ou diz, como qualquer coisa oposta a nós, vê-lo como complementar, como um ponto de vista que vem enriquecer nosso ponto de vista. Isso, em verdade, requer maturidade, não ter medo da diferença. A diferença enriquece a minha visão de mundo. Em um campo não há flores apenas de uma só cor e as diferentes cores nos permitem fazer um belo ramalhete. Harmonizar sua cor, seu pensamento, seu ponto de vista, com outra cor, com outro pensamento, com outro ponto de vista, é também amor.

A Índia poderia nos ensinar a desenvolver em nós o sentido do sagrado que existe em cada coisa. Amar a sabedoria do feminino na mulher, amar a sabedoria do masculino no homem, amar a presença do Criador na criatura, amar o oceano em todas as ondas. Esta atitude poderia dar profundidade a nossos atos de amor. Quando tocar alguém, não tocar apenas um corpo, mas tocar um ser humano, um sopro cósmico, porque a Grande Vida está presente neste rosto que me olha. Quero, neste caso, reconhecer a persença divina no outro. Como no budismo, a arte de amar na Ìndia é a arte da meditação, a arte da atenção e da visão profunda.

A Grécia pode também nos ensinar a amar. Aceitar que só conhecerei a mim mesmo através do outro. Meu modo de amar e de reagir ao outro me revela a mim mesmo. O outro é, também, meu espelho. Não há verdadeiro conhecimento de si mesmo que não passe pelo outro. Assim, antes de querer se doar é preciso ter-se encontrado. Antes de ir além do Ego é preciso ter um.

Quando digo que amo alguém o que é que eu amo, oque é que ama em mim? Freqüentemenete são nossos inconscientes que se encontram. Muitas vezes ocorre o casamento de dois inconscientes. Para tornar-se sujeito há um longo caminho a percorrer. Como diz o poeta Rilke, o amor é constituído por “duas humanidades que sse inclinam uma diante da outra”.

A arte de amar no judaísmo nos traz a consciência de que nossos amores humanos são uma participação no ato criador de Deus. Lembra-nos que o outro não é apenas um meio de conhecimento de nós mesmos. O outro é a revelação de uma transcendência. A tradição judaica adiciona o respeito ao amor. Nem idolatria nem desprezo, porque temos sempre tendência a um dos dois ou amobs. Mas um caminho do meio, pois o respeito é uma dimensão muito nobre do amor e é o que dá nascimento à Ética.

Para Kant, a Ética consciste em nunca fazer do outro um meio. O outro não deve ser, jamais, um meio que eu possa utilizar para chegar a um fim. Ele é um fim em si mesmo, e’um sujeito, não é um objeto. Portanto, nesta tradição, a arte de amar é, realmente, um sentido do outro enquanto sujeito. É também uma lembrança de que a sociedade que podemos construir não será uma bela máquina cujas molas estarão sempre perfeitamente lubrificadas, mas uma assembléia de pessoas que, sem cessar, estarão aprendendo a amar.

O cristianismo nos convida a esta liberdade que se encontra na paralavra Ágape, o amor na superabundância, o amor de grauidade. Mas antes de conhecer este tipo de amor, existirão em nossos amores necesidades, solicitações, desejos, sempre com uma orientação em direção a uma maior autonomia e uma maior liberdade. Uma liberdade de amar o outro em sua diferença, de amar o divino no outro, de amar o outro como a mim emsmo, reconhecendo-me nele.

O amor do Si, o amor a Si e o amor do outro não estão separados. As diferentes tradições insistem mais em um ponto que em outro e cabe-nos fazer a síntese, alargar nossa paleta de cores do amor. Não podemos negigenciar nenhuma cor, nem o instinto nem o êxtase, nem o céu nem a terra. Unir não quer dizer misturar. Distinguir não quer dizer separar.

Cristo diz: “Você amará!” Esta palavra não é uma ordem, não é um mandamento no sentido habitual do termo, é uma espernaça. É um devir. Hoje você não ama, você ama mal ou ama apenas uma parte de si mesmo. Tavlez um dia e dia após dia você amará com todo o seu coração, com todo seu espírito e com todas as suas forças.

Todas as culturas, todas estas tradições, enriquecem nossa visão do amor. Amar é tudo isso junto. Sem cessar temos que alargar nossa paleta de cores a fim de chegar ao conhecimento do arco-íris, em um longo caminho. E podemos desejar uns aos outros uma boa viagem, lembrando-nos que, se devemos morrer um dia, não morreremos sem ter vivido e, se quisermos, não morreremos sem ter amado.

Extraído de:
O Cântico dos Cânticos
Uma Arte de Amar para os Nossos tempos de Jean-Yves Leloup
pag.:29 a 31

Gayatri mantra – essência dos vedas

Postado por Marilda Limberger - janeiro 11th, 2010

Om Bhur Bhuva Swaha,

Tat Savitur Varenyam,

Bhargo Devasya Dheemahi,

Dhiyo Yo Nah Prachodayat.

Om Shanthi Shanthi Shanthi.

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Depressão – sintomas e sinais

Postado por Marilda Limberger - janeiro 10th, 2010

A depressão é um distúrbio mental decorrente de um conflito interno e de uma alteração bioquímica.

O conflito interno pode ser desencadeado por vários fatores: psíquicos, orgânicos e sociais. A intensidade do conflito interno e sua durabilidade determinarão a gravidade da depressão, assim como o rompimento que o indivíduo terá com sua realidade interna e externa pode variar de forma e intensidade.

Tipos de depressão:

  • Depressão leve: É aquela  em  que pessoas que estão com depressão, conseguem trabalhar, estudar enfim ter uma rotina de vida “orientada”, mesmo com um certo comprometimento de sua coerência psíquica e socio-histórica.
  • Depressão moderada: É aquela em que as pessoas têm maiores dificuldades em suportar a pressão e apresentam maiores comprometimentos no rendimento de sua produção e na clareza de sua percepção.
  • Depressão grave: Em que as pessoas rompem mais nitidadamente com tudo e com todos e se isolam em seus tenebrosos calvários, podendo chegar até a morte, que seria o rompimento mais severo e definitivo com sua realidade interna e externa. O deprimido geralmente perde o interesse por atividades até então preferidas. Sua vida externa e interna ficam sem sentido e sem valor, o sentimento de tristeza toma conta de seu dia-dia. O deprimido deixa de gostar de si e de tudo que se refere a si mesmo.  As coisas boas ficam distantes de si e as coisas ruins impregnadas em si mesmo. O deprimido se isola em seu  mundo interno repleto de angústias, culpas, medos e sofrimentos. A percepção do mundo externo fica opaca, cinzenta e distorcida. Alguns entram em desespero, outros caem na apatia total e a maioria tem pensamentos predominantemente voltados à morte. Concomitantemente com os conflitos internos(desequilíbrio psíquico), poderá se notar, também a presença de uma alteração bioquímica no cérebro, envolvendo os neurotransmissores(desequilíbrio orgânico).
  • Os principais neurotransmissores são serotonina, noradrenalina e dopamina que, entre outras funções, influenciam as emoções e o humor. É verificada, na maioria dos casos de depressão, uma diminuição dessas substâncias nas transmissões sinápticas.

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Conto de Fadas – Carl Gustav Jung

Postado por Marilda Limberger - janeiro 8th, 2010

Carl Jung disse que: “É nos contos de fadas onde se melhor se pode estudar anatomia comparada da psique: Nos mitos, lendas; ou qualquer outro material mitológico mais elaborado obtém-se as estruturas básicas da psique humana, através da grande quantidade de material cultural. Mas nos contos de fadas existe um material consciente culturalmente muito menos específico e, conseqüentemente, eles oferecem uma imagem mais clara das estruturas psíquicas”.

Faça a experiência leia um conto de fadas e responda as seguintes perguntas:

1) Qual é a sua impressão geral sobre o conto de fadas?

2) Que sentimentos lhe provocaram?

3) Que recordações lhe evocam?

4) Que idéias lhe sugerem?

5) Analise a experiência e atitude das pessoas (personagens do conto de fadas). O que aconteceu? Quando? Como? Por quê? Quais pessoas inferferiam? Como e por quê? Quais foram as conseqüências?

6) Que valor ético você atribuiu ao modo de pensar, sentir e agir dos personagens? Por quê?

7) Em quais elementos o conto de fadas coincide com as pessoas que você conhece na forma de pensar, sentir e agir?

Carl Gustav Jung escrevendo

Carl Gustav Jung

Boa leitura,

Boa noite!

Marilda Limberger

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Hidroterapia e Florais Bach

Postado por Marilda Limberger - janeiro 7th, 2010

Hipócrates era um asclepíade, isto é, membro de uma família que durante várias gerações praticara os cuidados em saúde, é considerado “pai da medicina ” . Há quase cinco mil anos ele utilizava a água como tratamento de saúde.
A maior parte do globo terrestre é coberta por água e a maior parte do corpo humano é composta por água. Á água é essencial para a sobrevivência humana, ela alimenta o corpo e proporciona tranquilidade e relaxamento à mente. Tomar um simples copo de água pura já é um ato de cuidado conosco, estamos limpando nosso corpo e possibilitando a diurese.
O método mais simples e barato de hidroterapia é o banho, pode ser feito em casa, a única exigência além da água e o uso de bacia, tina ou banheira no caso de banhos de imersão. Utiliza-se 4 gotas do floral desejado .

Uma ducha ou chuveiro podem ser usados, basta que se use um saquinho amarrado à saída da água com as ervas desejadas e floral indicado ou tomar o banho e após aspergir gotas do floral misturada em água.

Duchas frias provacam contração dos vasos sanguíneos em seguida esses mesmos vasos se dilatam, para compensar o primeiro efeito. Isso faz que o calor retido nas partes mais profundas do corpo venha à superfício, promovendo equilíbrio térmico e melhorando o estado geral do organismo. Recomenda-se aplicações de 30 segundos, a uma temperatura de 20º.

Por hoje é isso !!!

Marilda Limberger

Como escolher o Floral(Bach) certo? Floral Rescue

Postado por Marilda Limberger - janeiro 6th, 2010

O Drº Edward Bach dizia que todos podem indicar(receitar) as essências florais para si ou para familiares e amigos. É muito simples, em primeiro lugar devemos ser sinceros, ter humildade para reconhecer nossos sentimentos,  problemas e falhas e estarmos dispostos a mudar velhos padrões de comportamento. Devemos anotar as emoções, fazendo uma lista e escolher as que pedem soluções mais rápidas.

Podemos escolher até quatro essências, desde que elas estejam ligadas a sentimentos de origem semelhante.

Para tomar os florais basta pingar 4 gotas, diretamente na boca, 4 vezes ao dia:  manhã,  início da tarde,  começo da noite e antes de dormir.

Em casos de emergência( quando a pessoa precisa de ajuda rápida), a cada 10 minutos.

Para os casos de emergência o remédio do socorro e do resgate é o RESCUE REMEDY.

O Floral Rescue é uma mistura de cinco florais combinados:  é considerado uma essência única.

  1. Star of Bethlehempara acordar do choque emocional, para o “ trauma” e o entorpecimento.
  2. Rock Rose para o terror o pânico.
  3. Impatiens para as tensões mental e física, pois quando a pessoa não relaxa a mente fica inquieta e irritadiça, e para resistência que resulta da contração física e da dor.
  4. Cherryplumpara ter controle das situações e ver com mais clareza a saída.
  5. Clementispara a tendência de “desmaios” e a sensação de estar “muito longe”, que freqüentemente precedem a inconsciência.  Acende a Consciência para o momento.

Os florais são remédios para alma, às vezes ficamos fracos sem energia é nesses momentos podemos nos valer da grande força da natureza usando os florais de Bach.

  • Encare seus medos;
  • Viva o presente;
  • Abra-se para os outros;
  • Conheça sua forma de pensar;
  • Encontre a alegria e a esperança, procure a força geradora de tudo nos pequenos detalhes da vida;
  • Medite, reze, tenha um tempo só para vc., leia bons livros;
  • Seja você mesmo.

Em caso de dúvidas consulte um terapeuta floral ele poderá orientar e ajudar no caminho.


Boa caminhada!
Marilda limberger

indicações:
Participando da vida com os florais de Bach, Carmen Monari, editora Roca










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Sonho – terra sem lei

Postado por Marilda Limberger - janeiro 4th, 2010

Para Freud  o sonho é o caminho que leva ao inconsciente ” via regia”. Com certeza este caminho o levou para o seu próprio inconsciente e para suas neuroses nos explicando o caminho .  Estudou por muito tempo os sonhos de seus pacientes e seus próprios sonhos até publicar Interpretação dos Sonhos.

Sigmund Freud

Sigmund Freud

Freud dizia  que “O sonho é a realização de um desejo“.  Desejo que pode ser ou não consciente na nossa vida diária ou que talvez não o aceitamos .  Quando se trata de um desejo não aceitável preferimos esquecer, este esquecimento  será chamado de recalque (mecanismo de recalque), o desejo que foi deixado de lado e esquecido vai produzir efeitos (sintomas). Um destes efeitos são os sonhos.

A terra dos sonhos é sem lei, sem lógica, Freud dizia que os sonhos seguem sua própria lógica e que não é a lógica do dia-a-dia. O inconsciente têm suas próprias regras e leis.

Para interpretar um sonho devemos “conhecer” o sonhador, porque o que têm significado para uma pessoa não terá o mesmo signicado para outra. Devemos perguntar também pelo sentimento. O que o sonhador sentiu durante o sonho (que sentimenos evocou)? E após? O que o sonho fez recordar ?

Por hoje é só.

Marilda Limberger

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