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	<title>Blog do Psique.org &#187; meditação</title>
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	<description>Psicanálise - Terapias - Grupos</description>
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		<title>Sidarta  Hermann Hesse</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro narra a busca de Sidarta pela iluminação na Índia. Educado, bonito, filho de um homem rico, ele procura a luz com os Samanas, que vivem para pensar, esperar e jejuar. Descobre Buda, mas não aceita sua doutrina. É iniciado nos jogos do amor por uma cortesã, mas só encontra a decadência e decide [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><a rel="attachment wp-att-513" href="http://psique.org/archives/511/buda-2"><img class="alignleft size-medium wp-image-513" title="BUDA" src="/wp-content/uploads/2010/08/BUDA1-238x300.jpg" alt="" width="238" height="300" /></a>O livro narra a busca de Sidarta pela iluminação na Índia. Educado, bonito, filho de um homem rico, ele procura a luz com os Samanas, que vivem para pensar, esperar e jejuar. Descobre Buda, mas não aceita sua doutrina. É iniciado nos jogos do amor por uma cortesã, mas só encontra a decadência e decide abandonar tudo. Torna-se então balseiro num rio junto ao sábio Vasudeva e só então conhece a redenção.<span id="more-511"></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H3 { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<h3>Capítulo 1- O Filho do brâmane</h3>
<p>Sidarta é um jovem promissor que vive num povoado brâmane. Talentoso, esbelto, ávido pelo saber,  era adorado por todos. Estava avançado nos ensinamentos brâmanes e todos viam nele um futuro brilhante. Pressentia-se nele um sábio, um sacerdote, um príncipe entre os brâmanes. E quem mais o adorava era seu amigo Govinda. Mas para si mesmo, Sidarta não tinha alegria. Para si mesmo não era fonte de prazer. Abrigava em suas entranhas o descontentamento. Sentia que o amor que recebia de todos nem sempre teria força para alegrá-lo. Também sentia que já tinha absorvido os principais ensinamentos brâmanes, mas não eram suficientes. Questionava a validade dos rituais: “As abluções, por proveitosas que fossem, eram apenas água; não tiravam dele o pecado; não curavam a sede do espírito; não aliviavam a angústia do coração. Excelentes eram os sacrifícios e as invocações dos deuses- mas que lhe adiantava tudo isso? Propiciavam os sacrifícios a felicidade? E quanto aos deuses: foi realmente Prajapati quem criou o mundo? E não o Átman? Ele, o único, o indivisível?”&#8230;”Quem merecia imolações e reverência, senão Ele, o único, o Átman? E onde se podia encontrar o Átman, onde morava ele&#8230; a não ser no próprio eu, naquele âmago indestrutível que cada um trazia em si?” Insatisfeito com isso, resolveu unir-se a um grupo de samanas (sábios mendigos nômades) que passavam pela cidade, para encontrar sua felicidade e o seu caminho. Depois de receber a permissão de seu pai (que tristemente a concedeu), partiu para os samanas junto com Govinda.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_2-_Com_os_samanas"></a>Capítulo 2- Com os samanas</h3>
<p>Com os samanas, Sidarta aprendeu a jejuar. “A carne sumia-lhe das pernas e da face”. Passando pelas cidades, olhava a vida nela com desprezo. “&#8230; nada disso era digno de ser olhado. Tudo era mentira, tudo fedor; tudo recendia a falsidade, tudo criava a ilusão de significado, felicidade, beleza e, todavia, não passava de putrefação oculta. Amargo era o sabor do mundo. A vida era um tormento”. O objetivo de Sidarta era tornar-se vazio, vazio de sede, vazio de desejos, vazio de alegria e de pesar. “Exterminar-se, distanciando-se de si mesmo; cessar de ser um eu”.</p>
<p>Esse era o objetivo e a filosofia de vida dos samanas. Assim, meditavam, jejuavam, transferiam sua alma para garças e viviam a vida das garças, transferiam sua alma para chacais mortos e vivenciavam a autodecomposição. Encarnavam pedras, troncos, folhas e árvores.</p>
<p>Os dois passam três anos na companhia dos Samanas. Sidarta notou que o modo de vida samana é uma forma de fugir da vida e do eu, e resolve parar de segui-los, fator catalisado pelo surgimento de Buda, que estava arrebanhando vários discípulos e que havia alcançado a Iluminação. Há um diálogo interessante entre Sidarta e Govinda em que Sidarta diz: “O que é a meditação? O que é o abandono do corpo? Que significa jejum? E a suspensão do fôlego? São modos de fugirmos de nós mesmos. São momentos durante os quais o homem escapa à tortura de seu eu. Fazem-nos esquecer, passageiramente, o sofrimento e a insensatez da vida”. Sidarta também nota que nenhuma doutrina é capaz de fazer a pessoa atingir a iluminação, apenas a vivência tem essa capacidade. E os dois vão ao encontro de Buda.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_3-_Gotama"></a> Capítulo 3- Gotama</h3>
<p>Nesse capítulo os dois amigos encontram Buda e ouvem sua doutrina. Govinda resolve unir-se aos discípulos de Buda, enquanto, Sidarta confirma sua teoria de que nenhuma doutrina, somente a vivência, pode levar e iluminação.</p>
<p>Ouvindo Buda, Sidarta não manifestou muito interesse em sua doutrina, mas observou atentamente sua silhueta, seus gestos, sua voz, os ombros, os pés. “Parecia-lhe que as falanges de cada dedo eram doutrina, falavam, respiravam, exalavam aroma, derramavam o brilho da verdade”.</p>
<p>Em um diálogo entre Buda e Sidarta, Sidarta manifestou seu apreço pela doutrina, e disse que não seria seu discípulo, pois a iluminação não pode ser ensinada por doutrinas, só por vivência, e que Buda não contara como foi sua experiência na hora da iluminação, porque isso era impossível de ser descrito. Portanto, seguiria o seu próprio caminho sem nenhuma doutrina e nenhum mestre, até alcançar seu destino ou morrer. Buda disse que o desígnio de sua doutrina é a redenção do sofrimento, nada mais. Nesse diálogo, há um trecho muito interessante em que Sidarta diz: “&#8230; Nós, os samanas, procuramos a redenção do eu, ó Augusto. Ora, seu eu fosse um dos teus discípulos, ó Venerável, poderia acontecer-me&#8230; Assim receio&#8230; que meu eu só aparentemente, falaz mente, obtivesse sossego e redenção, mas na realidade continuasse a viver e a crescer, uma vez que eu teria então a tua doutrina, teria o fato de ser teu adepto, teria meu amor a ti, teria a comunidade dos monges e faria de tudo isso meu eu”. Govinda viu nas palavras de Buda um ideal de vida. Já Sidarta viu em Buda um modelo, um exemplo a ser seguido.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_4-_Despertar"></a>Capítulo 4- Despertar</h3>
<p>Despertar é um capítulo curto e denso, no qual Sidarta reavalia toda sua vida passada e a abandona, sentindo-se incomparavelmente só, pois não pertenceria a mais nenhum grupo, seria apenas Sidarta. Antes fora brâmane, samana&#8230; agora, apenas ele mesmo “&#8230; lhe parecia que o verdadeiro pensar consistia no reconhecimento das causas e que, desse modo, o sentir se convertia em saber, o qual, em vez de dissipar-se, criaria forma concreta e irradiaria seu teor”.</p>
<p>“Mas que desejaste aprender dos teus mestres e extrair dos seus preceitos? Que será aquilo que eles, que tanto te ensinaram, não conseguiram propiciar-te?”&#8230; “Era meu desejo conhecer o sentido e a essência do eu, para desprender-me dele e superá-lo. Apenas logrei iludi-lo. Consegui, sim, fugir dele e furtar-me às suas vistas. Realmente, nada neste mundo preocupou-me tanto quanto esse eu, esse mistério de estar vivo, de ser um indivíduo, de achar-me separado e isolado de todos os demais, de ser Sidarta! E de coisa alguma sei menos do que sei quanto a mim, Siddharta!”</p>
<p>“O fato de eu não saber nada a meu próprio respeito, o fato de Sidarta ter permanecido para mim um ser estranho, desconhecido, tem sua explicação numa única causa: tive medo de mim; fugi de mim mesmo! Procurei o Átman, procurei o Brama, sempre disposto a fraturar e a pelar o meu eu, a fim de encontrar no seu âmago ignoto o núcleo de todas as cascas. Mas, enquanto fazia isso, perdi-me a mim mesmo”.</p>
<p>“Olhou para o mundo a seu redor, como se o enxergasse pela primeira vez. Belo era o mundo! Era variado, era surpreendente e enigmático! Lá, o azul; acolá, o amarelo! O céu a flutuar e o rio a correr, o mato a eriçar-se e a serra também! Tudo lindo, tudo misterioso e mágico! E no centro disso tudo se achava Siddharta, a caminho de si próprio&#8230;” “Não havia mais aquela multiplicidade absurda, casual, do mundo dos fenômenos, desprezada pelos profundos pensadores brânames, que rejeitam a multiplicidade e esforçam-se por achar a unidade&#8230;” “&#8230; O sentido e a essência das coisas não se achavam em algum lugar atrás das coisas, senão no seu interior”.</p>
<p>“&#8230; “andei deveras surdo e insensível”&#8230;”Quem puser a decifrar um manuscrito, cujo significado lhe interessar, tampouco menosprezará os sinais e as letras, qualificando-os de ilusão&#8230; senão os lerá, estuda-los-á, ama-los-á, letra por letra. Eu, porém, que almejava ler o livro do mundo e o livro da minha própria existência, despreze os sinais e as letras, em prol de um significado que lhes atribuía de antemão. Chamei de ilusão o mundo dos fenômenos. Considerei meus olhos e minha língua apenas aparentes, casuais, desprovidas de valor. Ora, isso passou. Despertei. Despertei de fato. Nasci somente hoje.” ”</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_5-_Kamala"></a> Capítulo 5- Kamala</h3>
<p>Nesse capítulo, Sidarta observa mais atentamente o mundo ao seu redor. Observava-o ingenuamente, sem procurar nele o essencial. Refletia enquanto isso, pensando que não era importante somente pensar&#8230; e sim também sentir. Pensou que, doravante, que obedeceria unicamente sua voz íntima. Atraído pela beleza da cortesã Kamala, entra numa cidade e pede que ela lhe ensine a arte dos prazeres. Como era preciso ter riquezas para poder usufruir dos “lábios de figo recém-cortado” de Kamala, Sidarta, que sabia ler e escrever, tenta arranjar um emprego com o comerciante mais rico da cidade.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_6-_Entre_os_homens_tolos"></a> Capítulo 6- Entre os homens tolos</h3>
<p>Siddharta emprega-se com o comerciante, consegue dinheiro e tem aulas de beijos e outras coisas com Kamala. Come somente o necessário, não toma vinho. Vê a vida dos “homens tolos” como engraçada, zomba da vida deles. Acha engraçado quando o comerciante fica irritado quando perde dinheiro. Fazia amizades e viajava. Torna-se sócio do comerciante. Contudo, às vezes sente que tudo que fazia não passava de uma brincadeira, que a verdadeira vida estava longe disso.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_7-_Sansara"></a>Capítulo 7- Sansara</h3>
<p>Siddharta enriquecera. Lentamente, começou a adquirir asco e rancor pela vida. Comia mais que o necessário, tomava vinho. Adquiriu o hábito de jogar jogos valendo dinheiro. Como gostava de apostar quantias bastante altas, para provar que nada daquilo lhe importava, tornou-se mais severo com seus devedores para poder apostar mais vezes. Irritava-se quando perdia dinheiro. Notou que faltava alguma coisa a ele em relação aos demais, nunca poderia apegar-se às pessoas e as coisas como os demais, era incapaz de amar.</p>
<p>Recém estava na casa dos quarenta, mas já notava alguns fios de cabelo branco. Também não ouvia mais sua voz interior.</p>
<p>Uma noite bebera bastante. Tentava dormir, mas não conseguia. “Por longas horas procurava em vão conciliar o sono, com o coração a transbordar de mágoas que lhe pareciam insuportáveis, de náuseas que o transiam como o gosto fastidioso, repugnante, do vinho&#8230;” “&#8230;mas, muito mais do que todo o resto, causavam-lhe asco a sua própria pessoa, os cabelos perfumados, o bafo de vinho que sua boca exalava, a flacidez e o mal-estar de sua pele.”</p>
<p>“Siddharta, nessa noite de insônia, desejava lançar para fora de si, num imenso jato de enjoo, aqueles prazeres, aqueles hábitos, aquela vida absurda e livrar-se de si mesmo&#8230;” “&#8230;foi nesse instante que teve um sonho. Numa gaiola de ouro, Kamala guardava um passarinho canoro, muito raro. O pássaro, que normalmente cantava nas primeiras horas do dia, parecia mudo. Como esse fato lhe chamasse atenção, ele aproximou-se da gaiola e viu que o passarinho jazia no chão, morto, enrijecido. Retirou-o e atirou-o na calçada da rua. Mas logo assustou-se terrivelmente. O coração doía-lhe como se ele houvesse jogado fora não só o cadáver da ave, como também tudo quanto fosse bom e tivesse valor.” Despertou bruscamente, sentindo profunda tristeza. “Atormentava-o a impressão de ter levado uma existência vil, miserável, insensata”. Sentou-se embaixo de sua mangueira no seu jardim e começou a pensar e a reavaliar sua existência. Passou todo dia refletindo, até que pensou: “ “&#8230;Aqui estou, ao pé da minha mangueira, no meu jardim”&#8230; E esboçou um leve sorriso, ao ponderar se tudo isso era necessário , importante e certo, e não apenas um brinquedo tolo, possuir uma mangueira e um jardim?” Resolutamente, resolveu dar fim a esse estado das coisas, saindo da cidade e nunca mais voltando.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_8-_A_Beira_do_Rio"></a>Capítulo 8- A Beira do Rio</h3>
<p>Nesse capítulo Siddharta vagueia pela floresta, triste e desiludido consigo mesmo. Sentia nojo de si próprio. Subiu no tronco de uma árvore e planejou suicidar-se, se jogando num rio. Porém, quando viu o rio, proferiu a palavra Om, e dormiu. Depois de um longo sono, acordou proferindo Om novamente. Era como tivesse rejuvenescido, renascido. Era como se sua vida passada fosse uma outra reencarnação. Encontrou Govinda vigiando o seu sono, observando-o, notou que o amava, e que “&#8230; a grave doença de que sofrerá até poucas horas antes manifestara-se precisamente na incapacidade de amar nada e ninguém.”</p>
<p>“ Que bom- assim pensou- provar tudo quanto se necessita conhecer! Em criança, já aprendi que a riqueza e os prazeres mundanos não nos trazem nenhum proveito. Há muito tempo sabia disso, mas somente agora cheguei a assimilar essa sabedoria. Hoje me compenetrei dela. Possuo-a não só na memória, senão nos olhos, no coração, no estômago. É uma benção ter essa certeza” “Ouviste o canto do pássaro no fundo do teu coração e obedeceste a ele!” “Sempre se pavoneara com altivez; sempre quisera ser o mais inteligente, o mais zeloso&#8230; nesse sacerdócio, nessa altivez, nessa erudição infiltrava-se o seu eu; ali se arraigara, crescera, enquanto ele, Siddharta, cria tê-lo aniquilado por meio de jejuns e mortificações”</p>
<h3><a name="Cap_9_.E2.80.93_O_Barqueiro"></a> Cap 9 – O Barqueiro</h3>
<p>Neste capítulo, Sidarta reencontra o barqueiro que tinha feito a travessia do rio com ele no começo de sua jornada, após Sidarta ter se desgarrado de Govinda e da doutrina de Gotama. Sidarta passa a morar junto de Vasudeva e torna-se discípulo do rio, tal qual o barqueiro viúvo. Passados alguns anos, Kamala ressurge devido à peregrinação que faz em memória do Buda, quando é picada por uma serpente e vem a falecer, mas não antes de apresentar o filho de Sidarta ao pai.</p>
<h3><a name="Cap_10_.E2.80.93_O_Filho"></a>Cap 10 – O Filho</h3>
<p>Sidarta passa a viver com seu filho na casa de Vasudeva. Sidarta tenta se aproximar de seu filho, mas não obtém sucesso. Sidarta (filho) foge para a cidade e Sidarta (pai) vai em sua procura, mesmo Vasudeva o aconselhando a não fazer isso. Após muito meditar, Sidarta aceita o conselho de Vasudeva e desiste da busca por seu filho.</p>
<h3><a name="Cap_11_.E2.80.93_Om"></a>Cap 11 – Om</h3>
<p>Sidarta continua a pensar no seu filho, principalmente quando faz a travessia de balsa, já que Vasudeva já não tem idade e nem força para fazê-lo, de pais com seus filhos. Sidarta acaba se conformando e, ao perceber que Sidarta havia assimilado o conhecimento que o rio queria passar, parte em uma jornada pela selva.</p>
<h3><a name="Cap_12_.E2.80.93_Govinda"></a> Cap 12 – Govinda</h3>
<p>No capítulo final Govinda recebe uma noticia sobre um balseiro que é considerado sábio e vai conhecê-lo pessoalmente. Após algum tempo de conversa com balseiro Govinda percebe que é seu velho amigo Sidarta e que ele havia encontrado o que ele tanto procurava, pois mostrava em seu rosto serenidade e paz.</p>
<p>Para saber mais:</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H3 { margin-bottom: 0.21cm } --><a rel="attachment wp-att-514" href="http://psique.org/archives/511/hermann_hesse"><img class="alignleft size-medium wp-image-514" title="hermann_hesse" src="/wp-content/uploads/2010/08/hermann_hesse-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a>Hermann Hesse nasceu em 1877, em Calw (Alemanha), filho de missionários protestantes. Entra cedo em choque com os pais, que queriam o filho pastor; não se submete à disciplina da escola e foge para a Suíça.</p>
<p>Hesse trabalha, então, como livreiro. Dedica-se à poesia e publica &#8220;Poemas&#8221; (1902). Dois anos depois, o romance &#8220;Peter Camenzind&#8221; &#8211; história de um jovem que se rebela contra sua aldeia natal e foge &#8211; tem grande aceitação de crítica e público.</p>
<p>O jovem escritor casa-se, mas continua revoltado contra o meio burguês e as convenções sociais &#8211; como se lê em &#8220;Gertrud&#8221; (1910). Muda-se para a Índia e conhece o budismo, que adotaria pelo resto da vida.</p>
<p>Após o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, engaja-se em atividades contra o militarismo alemão. Em 1919, publica &#8220;Demian&#8221;, influenciado pelas idéias do psicanalista Carl G. Jung.</p>
<p>&#8220;Sidarta&#8221; é de 1922. Sem encontrar a solução para seus problemas na Índia, conta a história de sua vida em &#8220;O Lobo da Estepe&#8221; (1927). Em 1943, publica &#8220;O Jogo das Contas de Vidro&#8221;, romance utópico, situado no ano de 2200.</p>
<p>Entre seus outros livros, vale citar, em especial, os romances &#8220;Rosshalde&#8221; (1913), &#8220;Knulp&#8221; (1915) e &#8220;Narciso e Goldmund&#8221;(1930). Prêmio Nobel de literatura em 1946, Hermann Hesse morreu em 1962, na cidade de Montagnola (Suíça).</p>
<h3>Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</h3>
<p>Folha de São Paulo: Resumo de Livros</p>
<p>Adquira o livro no Submarino (clique na imagem abaixo para ver os detalhes):</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/59916/sidarta?franq=127800"><img class="alignnone" title="Aquira aqui o livro Sidarta" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img6/59916.jpg" alt="Adquirir o livro Sidarta" width="180" height="180" /></a></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>


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		<title>Um cérebro espiritual</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 18:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Roberto Lent Um cérebro espiritual A autotranscendência, aspecto da personalidade associado aos valores espirituais do ser humano e que pode ser alcançado por meio da meditação, se expressa em graus variados nos indivíduos em função da atividade de certas áreas do cérebro Que nota você daria, de 0 a 10, para mensurar a aplicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/05/um4-cerebro05.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-371" title="um4-cerebro05" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/05/um4-cerebro05-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Por: Roberto Lent</p>
<p>Um cérebro espiritual<br />
A autotranscendência, aspecto da personalidade associado aos valores espirituais do ser humano e que pode ser alcançado por meio da meditação, se expressa em graus variados nos indivíduos em função da atividade de certas áreas do cérebro<br />
Que nota você daria, de 0 a 10, para mensurar a aplicação da seguinte frase a si mesmo(a)? “Frequentemente fico tão fascinado(a) com o que estou fazendo que me perco nesse momento e me sinto fora do tempo e do espaço.” Ou então desta: “Muitas vezes me sinto tão ligado(a) às pessoas à minha volta que é como se não existisse separação física entre nós.” Ou ainda: “Sou fascinado(a) pelas muitas coisas da vida que não podem ser explicadas cientificamente.”<span id="more-367"></span><br />
Se você pontuou alto para essas afirmativas, é possível que seja dotado(a) do que os psicólogos chamam de ‘autotranscendência’, um dos aspectos da personalidade que alguns de nós possuem em grau mais elevado do que outros.<br />
Personalidades<br />
<a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/05/um-cerebro02.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-368" title="um-cerebro02" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/05/um-cerebro02.jpg" alt="" width="168" height="200" /></a>Gravura sobre fisiognomiaGravura de Johann Kaspar Lavater (1741-1801), fundador da &#8216;fisiognomia&#8217;, que ilustra os quatro tipos de personalidade admitidos no século 18.<br />
Todos nós intuímos o que seja a personalidade, mas na verdade é muito difícil definir esse conceito, e mais ainda avaliar ou medir de algum modo as suas características. No século 18, uma corrente que ficou conhecida como fisiognomia acreditava que seria possível conhecer a personalidade das pessoas por meio de sua face – daí a consagração do termo fisionomia para descrever a expressão facial. De acordo com essa corrente, as características da expressão facial de um indivíduo seriam suficientes para classificar a sua personalidade como fleumática, colérica, sanguínea ou melancólica.<br />
Dentre as inúmeras teorias atuais da personalidade, destaca-se uma – proposta há pouco mais de dez anos – que correlaciona os tipos humanos com características genéticas e neurobiológicas. Trata-se da ideia de personalidade multidimensional, criada pelo psiquiatra norte-americano Claude Robert Cloninger, que atualmente trabalha na Universidade Washington, nos Estados Unidos. De acordo com Cloninger, existiriam três dimensões da personalidade, geneticamente independentes, funcionalmente interligadas, e vinculadas, cada uma delas, a um sistema neural distinto: ‘busca do novo’, ‘evitação de danos’ e ‘dependência de recompensa’.<br />
A ‘busca do novo’ é entendida como “uma tendência à atividade exploratória e a um intenso prazer frente a estímulos novos”. Pessoas que têm esse perfil mais desenvolvido tendem a ser impulsivas, exploratórias, excitáveis, extravagantes, desorganizadas, ao contrário de outras que não possuem essa característica de modo muito marcante, e por isso são reflexivas, rígidas, estoicas, organizadas e persistentes. Está se reconhecendo? Então tente as dimensões seguintes.<br />
A ‘evitação de danos’, de acordo com Cloninger, seria a “tendência a responder intensamente a estímulos desagradáveis, desenvolvendo comportamentos inibitórios de modo a evitar punições, frustrações e perdas afetivas”. Quem tem essa característica seria geralmente cauteloso, tenso, apreensivo, medroso, inibido, tímido. Quem não tem é relaxado, desinibido, arrojado, energético.<br />
Por fim, a ‘dependência de recompensa’ reflete a tendência de alguns a moldar seu comportamento sempre em função de algum reforço positivo ou da perspectiva de alguma punição para seus atos.<br />
Se for possível medir a composição de nossa personalidade, será possível também relacionar cada um desses traços a regiões cerebrais que os determinariam<br />
Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, o que significa que talvez seja possível medir a composição de nossa personalidade e chegar a uma classificação das pessoas. Se isso for possível, será possível também relacionar cada um desses traços a regiões cerebrais que os determinariam. De fato, essa foi a perspectiva de Cloninger e seus colaboradores, que desenvolveram um vasto questionário capaz de mensurar essas três dimensões e cada uma de suas subdimensões.<br />
Autotranscendência<br />
Relacionar a personalidade com o cérebro foi o objetivo de um grupo multidisciplinar de pesquisadores, composto por psicólogos, filósofos e neurocirurgiões e liderado por Cosimo Urgesi, da Universidade de Udine, na Itália. O grupo acaba de publicar neste mês um estudo interessante sobre o tema na prestigiosa revista Neuron.<br />
A equipe trabalhou com um dos conceitos de Cloninger, o de autotranscendência, definida como um aspecto forte da personalidade de quem sempre busca algo elevado, maior do que a sua existência individual, algo ligado a valores espirituais elaborados que a humanidade cultiva pela ética, pela arte, pela cultura e pela religião (entendida como crença em um poder divino, e não como os rituais correspondentes). Cada indivíduo pode pender para uma característica diferente, mas em todos os casos são relatados “sentimentos oceânicos”, nas palavras do fundador da psicanálise, o médico austríaco Sigmund Freud (1856-1939).<br />
Dentre os questionários de Cloninger (escalas, no jargão técnico), alguns deles permitem medir o grau de manifestação das várias características da autotranscendência, muitas vezes considerada a expressão psicológica concreta da espiritualidade. A autotranscendência seria a tendência mental de superar os limites do próprio corpo e elevar-se a estados de consciência que nos absorvem completamente, fazendo-nos esquecer do mundo e dos outros.<br />
Alguns a desenvolvem por meio do prazer da arte – a literatura, o cinema –, que é de tal modo envolvente que nos &#8216;descola&#8217; da realidade. Outros, religiosos de vários cultos, expressam a autotranscendência pela oração e variados rituais. A meditação é também um meio encontrado por alguns para transcender os limites do corpo e da percepção direta dos estímulos ambientais.<br />
<a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/05/um3-cerebro03.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-370" title="um3-cerebro03" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/05/um3-cerebro03-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>Quadro &#8216;A última ceia&#8217;Arte e religiosidade, dois aspectos da autotranscendência, em um quadro famoso de Leonardo da Vinci (1452-1519), &#8216;A última ceia&#8217;.</p>
<p>O grupo italiano estudou essa característica de personalidade em 88 pacientes com diferentes tipos de câncer cerebral, antes e depois da realização de cirurgias para a remoção dos tumores. Em alguns casos, o câncer atingia o próprio tecido cerebral (gliomas), em outros era circunjacente ao cérebro (meningiomas), o que permitiu excluir um possível efeito do ato cirúrgico por si só nos resultados, independentemente da remoção de tecido cerebral.<br />
Antes das cirurgias, um questionário com perguntas como as que você leu no início desta coluna era aplicado aos pacientes, o que possibilitava o levantamento quantitativo do seu perfil de personalidade, especificamente no que tange à autotranscendência. Após as intervenções cirúrgicas, o questionário era repassado aos mesmos indivíduos, permitindo verificar a ocorrência de alterações de personalidade provenientes da remoção de regiões cerebrais.<br />
É claro que a existência de um tumor no cérebro, por si mesma, poderia ser causadora de uma alteração de personalidade com relação às épocas anteriores à doença. E de fato um grupo de pacientes com glioma pontuava mais alto nas questões relativas à autotranscendência do que os pacientes com tumores externos ao sistema nervoso.<br />
O resultado mais marcante do trabalho foi a identificação de pequenas regiões situadas no córtex cerebral posterior cuja remoção causou aumento estatisticamente significativo da espiritualidade dos pacientes.<br />
Regiões cerebrais associadas à autotranscendênciaA remoção das pequenas regiões cerebrais em vermelho foi associada a um aumento da autotranscendência nos pacientes examinados antes e depois da cirurgia de retirada de um tumor. <a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/05/um2-cerebro04.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-369" title="um2-cerebro04" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/05/um2-cerebro04-300x129.jpg" alt="" width="300" height="129" /></a>Em A, aparece marcado o lobo parietal posterior, em B o giro angular (imagem: Urgesi e colaboradores/ Neuron).</p>
<p>Quando a remoção de uma região cerebral causa aumento de uma função, os neurocientistas interpretam o resultado atribuindo a essa região um papel inibitório. Isso significa que alguma outra região (ou regiões) produz os “sentimentos oceânicos” a que se refere Freud, mas é normalmente inibida pelo córtex parietal posterior em maior grau em algumas pessoas do que em outras. Nos pacientes, após a cirurgia, a inexistência dessa região inibitória teria provocado o aumento da autotranscendência observado.<br />
Esses resultados mostram que já vão longe os tempos do filósofo francês René Descartes (1596-1650), dualista ferrenho que considerava distintos e independentes os mecanismos da mente e os circuitos funcionais do cérebro. A mente é um produto do cérebro, e a personalidade que caracteriza a mente de cada indivíduo é possivelmente resultado da inter-relação entre a genética e o ambiente (educacional, cultural) na lapidação dos circuitos cerebrais correspondentes.<br />
Publicado Revista CiênciaHoje  em 26/02/2010-  Coluna Bilhões de Neurônios<br />
Roberto Lent<br />
Instituto de Ciências Biomédicas<br />
Universidade Federal do Rio de Janeiro</p>
<p>Sugestões para leitura:<br />
C.R. Cloninger (1994). Temperament and personality. Current Opinion in Neurobiology, vol. 4:266-273.<br />
C. Urgesi e colaboradores (2010). The spiritual brain: Selective cortical lesions modulate human self-transcendence. Neuron, vol. 65:309-319.</p>
<p>A coluna <em>Bilhões de neurônios</em> é publicada na última sexta-feira  do mês, desde abril de 2006. Ela é mantida pelo neurocientista Roberto  Lent, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Seus  textos apresentam novidades da neurociência. <a title="Bilhões de  neurônios" href="http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/bilhoes-de-neuronios/resolveuid/2b9a422b159daedebf5031c97d1e1008"></a> <span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:rlent@anato.ufrj.br"><span style="text-decoration: underline;">rlent@anato.ufrj.br</span></a></span></p>


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		<title>Respiração &#8211;  Inspiração</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 21:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[Respiração Fenômeno rítmico: 2 fases : Inspiração e expiração Processo de Troca: através da inspiração oxigênio contido no ar é levado aos corpúsculos vermelhos do sangue, através da expiração expelimos dióxido de carbono. “Há duas bênçãos na respiração, absorver o ar e soltá-lo outra vez; uma nos pressiona outra nos refresca, que mistura maravilhosa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 		A:visited { so-language: zxx } --><span style="font-size: medium;"><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/02/campo-4081_thumb.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-307" title="campo-4081_thumb" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/02/campo-4081_thumb.jpg" alt="" width="150" height="113" /></a>Respiração</span></p>
<p>Fenômeno rítmico:</p>
<p>2 fases : Inspiração e expiração</p>
<p>Processo de Troca:  através da inspiração oxigênio contido no ar é levado aos corpúsculos vermelhos do sangue,  através da expiração expelimos dióxido de carbono.</p>
<p>“<em><strong>Há duas bênçãos na respiração, absorver o ar e soltá-lo outra vez; uma nos pressiona outra nos refresca, que mistura maravilhosa é a vida.” Goethe</strong></em></p>
<p><em>Spirare </em>significa respirar e <em>spirtus</em> significa espírito; a raiz de ambas as palavras num único termo:</p>
<p>“inspiração” e assim está ligada inseparavelmente a respirar para dentro ou seja deixar entrar.</p>
<p>Em grego,<em> psyche</em> tanto significa respiração como alma. Em sânscrito encontramos a palavra <em>atman</em>, na qual podemos logo ver o elo que liga a palavra  germânica atman(respirar).</p>
<p>Na língua hindu quando alguém atinge a perfeição é chamado de <em>mahatma</em>, que significa tanto grande alma como grande respiração.</p>
<p>Da doutrina hindu aprendemos também que a respiração é a portadora de verdadeira força vital à qual os indianos chamam <em>prana</em>.</p>
<p>Na história da criação(Bíblia) Deus soprou se hálito divino no torrão de barro que formara e que ao fazê-lo, deu a Adão uma alma viva.</p>
<p>Respiremos!</p>
<p>Om, Om, Om</p>
<p>Marilda Limberger</p>


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		<title>Gayatri mantra &#8211; essência dos vedas</title>
		<link>http://psique.org/archives/239</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 18:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Mantras]]></category>

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		<description><![CDATA[Om Bhur Bhuva Swaha, Tat Savitur Varenyam, Bhargo Devasya Dheemahi, Dhiyo Yo Nah Prachodayat. Om Shanthi Shanthi Shanthi. Tradução aproximada: &#8221; O Mãe Divina! Tu que subsistes nos três mundos: Bhur( a terra, o mundo físico) ; Bhuvah( o espaço, o mundo astral) e Swaha( o céu, o mundo causal); que estás presente nos três [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/podosol.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-240" title="pordosol" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/podosol.jpg" alt="" width="150" height="113" /></a> <em>Om Bhur Bhuva Swaha,</em></p>
<p><em>Tat Savitur Varenyam,</em></p>
<p><em>Bhargo Devasya Dheemahi,</em></p>
<p><em>Dhiyo Yo Nah Prachodayat.</em></p>
<p><em>Om Shanthi Shanthi Shanthi.</em></p>
<p><span id="more-239"></span>Tradução aproximada:</p>
<p style="text-align: center;">&#8221; O Mãe Divina!</p>
<p style="text-align: center;">Tu que subsistes nos três mundos: Bhur( a terra, o mundo físico) ; Bhuvah( o espaço, o mundo astral) e Swaha( o céu, o mundo causal);</p>
<p style="text-align: center;">que estás presente nos três Kaalas(períodosd de tempo: passado, presente e futuro) e nos três Gunas( atributos da matéria: Sahwa, o equilíbrio, Rajas, a atividade e tamas, a inércia).</p>
<p style="text-align: center;">Eu oro a ti para que ilumines o nosso intelecto e disperses nossa ignorência, assim como a esplendorosa luz do sol dispersa toda a escuridão.</p>
<p style="text-align: center;">Oro a Ti para que tornes nosso intelecto sereno e iluminado.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">24 sílabas e seu significado esotérico:</span></p>
<p>1)Tat: Sabedoria Profunda (Brahma Jñana)<br />
2)Sa: Bom uso da energia<br />
3)Vi: Bom uso da riqueza<br />
4)Tu: Coragem durante períodos ruins / acidentes<br />
5)Va:A grandiosidade do convívio amigável com as mulheres<br />
6)Re:A grandiosidade da esposa, que concede toda a fortuna à família<br />
7)Nyam: Adoração e respeito à Natureza<br />
8)Bhar: Controle Mental constante e firme<br />
9)Go: Cooperação e Paciência<br />
10)De: Todos os sentidos sob controle<br />
11)Va: Vida Pura<br />
12)Sya: Unidade do homem com Deus<br />
13)Dhee: Sucesso em todas as esferas<br />
14)Ma: Justiça Divina e Disciplina<br />
15)Hi: Conhecimento<br />
16)Dhi: Vida e morte<br />
17)Yo: Seguir o caminho da retidão<br />
18)Yo: Manutenção da Vida<br />
19)Nah: Cautela e Segurança<br />
20)Pra: Conhecimento das coisas que estão por vir e Doação para o bem<br />
21)Cho: Leitura das escrituras sagradas e Associação com os sábios<br />
22)Da: Auto Realização e Bem Aventurança<br />
23)Ya: Boa Progênie<br />
24)At: Disciplinas da vida e cooperação</p>
<p><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/gayatri-devi.jpg"><img class="size-medium wp-image-241 alignright" title="gayatri-devi" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/gayatri-devi-222x300.jpg" alt="" width="222" height="300" /></a></p>
<p>Os melhores horários  para entoar o mantra são pela manhã, ao nascer do sol, ao meio-dia e ao entardecer, quando o sol se põe.</p>
<p>Benefícios: <strong> &#8220;O Gayatri protege quem o recita</strong>&#8220;,  boa sorte, proteção, paz, intuição, iluminação espiritual, saúde, beleza, força, vigor, vitalidade.</p>
<p>Om Shanthi Shanthi Om,<br />
Marilda Limberger</p>


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		<title>Meditação &#8211; do latim &#8220;meditare&#8221;- método de interiorização</title>
		<link>http://psique.org/archives/120</link>
		<comments>http://psique.org/archives/120#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 16:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisas já demonstraram que durante a meditação ocorrem reações psicológicas, fisiológicas e químicas, assim podemos pensar que a meditação é uma alternativa terapêutica para melhorar o bem- estar  psicológico a percepção do mundo que nos cerca e de nós mesmos e  a favorecer o  relaxamento e o aumento da sensibilidade Existem muitas práticas de meditação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/meditacao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-123" title="Lugar Tranquilo..." src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/meditacao-300x182.jpg" alt="" width="300" height="182" /></a></p>
<p>Pesquisas já demonstraram que durante a meditação ocorrem reações psicológicas, fisiológicas e químicas, assim podemos pensar que a meditação é uma alternativa terapêutica para melhorar o bem- estar  psicológico a percepção do mundo que nos cerca e de nós mesmos e  a favorecer o  relaxamento e o aumento da sensibilidade</p>
<p>Existem muitas práticas de meditação sugiro que encontrem a que melhor se adequar à sua personalidade, pois  algumas experiências podem provocar(evocar) sentimento intensos e por vezes contraditórios, mas  com o passar do tempo e com a prática todos estes sentimentos darão lugar a paz e tranquilidade.</p>
<p>&#8221; O vento junta as nuvens  e o próprio vento as dispersa, assim a mente imagina  a escravidão , mas também imagina a libertação(moksa).&#8221; ( Vivekacudãmani, sutra 172)</p>
<p>Se quizer começar agora vá para um lugar tranquilo fique em uma posição confortavel: sentado ou deitado; feche os olhos observe a sua respiração a ar entrando e saindo  observe o seu corpo e relaxe a parte que sente maior tensão, faça isso algumas vezes até sentir que está relaxado e que seu corpo está confortavel e sua respiração está normal.</p>
<p>Então deixe sua mente livre, não se fixe em nenhum pensamento, deixe os pensamentos fluirem, não julge o que pensa deixe tudo passar uma sucessão de imagens e pensamentos, continue a respirar com atenção no corpo  deixando a mente sempre livre. Fique assim o tempo que conseguir e aos poucos vá aumentando o tempo da prática. Uma música calma  pode ajudar no processo.</p>
<p>Boa Sorte! Pratique e você verá os resultados!</p>
<p>Mari</p>
<p>Indicações:</p>
<p>Vivekacudãmani ( O grande tesouro da diferenciação)  de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sh%C3%A2nkara"> Shânkara</a> .</p>


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