Educação- Paulo Freire – Frases

Postado por Marilda Limberger - agosto 5th, 2010

… se os homens são estes seres da busca e se sua vocação ontológica é humanizar-se, podem, cedo ou tarde, perceber a contradição em que a educação bancária pretende mantê-los e engajar-se na luta por sua libertação. Um educador humanista, revolucionário, não há de esperar esta possibilidade. Não fazemos esta afirmação ingenuamente. Já temos afirmado que a educação reflete a estrutura do poder, daí a dificuldade que tem um educador dialógico de atuar coerentemente numa estrutura que nega o diálogo. Algo fundamental, porém, pode ser feito: dialogar sobre a negação do próprio diálogo”.

Já agora ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém se educa a si mesmo: os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo. Mediatizados pelos objetos cognoscíveis que, na prática “bancária”, são possuídos pelos educadores que os descreve ou os deposita nos educandos passivos.

“Não há diálogo, porém, se não há um profundo amor ao mundo e aos homens. Não é possível a pronúncia do mundo, que é um ato de criação e recriação, se não há amor que a infunda. “

O diálago é o encontro dos homens para ser mais, não pode fazer-se na desesperança.”


Referências sobre musicoterapia

Postado por Marilda Limberger - agosto 5th, 2010

Alguns livros sobre musicoterapia. Clique nas figuras dos livros para adquiri-los no Submarino.

Encanto

Postado por Marilda Limberger - agosto 1st, 2010

Evite olhar a vida de modo negativo.

Por que baixar o seu olhar para os esgotos quando há encanto por todos os lados?

Pode-se sempre achar alguma falha, mesmo nas maiores obras de arte, da música e da literatura.

Mas não é bem melhor gozar seu encanto e grandiosidade?

Paramahansa Yogananda

Deixe-me Pensar

Postado por Marilda Limberger - julho 29th, 2010


Método de construção da inteligência é usado com excelentes resultados por escolas brasileiras

Você precisa prestar mais atenção às aulas! O conselho, quase automático, de professores e de pais serve tanto para um boletim repleto de notas baixas quanto para um pequeno erro na lição de casa de uma criança. O problema, no entanto, pode estar na comunicação. A começar pelo tom acusatório. Prestar atenção é observar atentamente. Mas será que essa criança foi ensinada a observar? Está motivada para isso? A responsabilidade pelo mau desempenho poderia ao menos ser dividida. Isso evitaria o que o psicólogo e educador romeno Reuven Feuerstein chama de “dedo em riste”, ou seja, a visão de que a falha está na criança. Especialista em desenvolvimento infantil e criador da teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada, Feuerstein vem há 40 anos ensinando as pessoas a ser inteligentes. Para ele, não existe limitação da inteligência nem de aprendizagem e a idéia de que a falha está na criança só contribui para a destruição de sua auto-estima e, mais terrível, pode determinar uma história de fracassos consecutivos e o desgosto pelos estudos. A teoria de “construção da inteligência”, muito difundida e usada em escolas de outros países, ainda engatinha no Brasil. Ler Mais »

O Sofrimento!

Postado por Marilda Limberger - junho 27th, 2010

Quanto maior o contato com as pessoas, mais  sensíveis nos tornamos às dores dos outros. É  como uma dádiva, quanto mais compreendo a dor do outro mais humano me torno.

Deus se manifesta naquele que aceita viver as dores do “Ser” humano essa é  a  maior oportunidade de nos humanizarmos e nos santificarmos (imitadores de Cristo).

O tempo não é importante para as transformações pessoais, uma semana de sofrimento pode parecer um século, um dia de felicidade vale  por  meses de sofrimento, uma compreesão espiritual vale a paz permanente.

– O sofrimento nos coloca na experiência do ponto de partida:  uma viagem para dentro e para fora de nós. Toda viagem tem um tempo certo, quando  demora sentimos saudades da nossa cama, casa, da comida. Todo sofrimento tem seu tempo, quando não respeitamos o tempo do nosso sofrimento corremos o risco de não o aproveitarmos e sairmos dele sem achar o seu significado (“a vida existe para organizarmos o luto”.  Freud).
Toda vez que tentamos pôr em palavras um sofrimentos caímos  na ausência de palavras para exprimi-lo,  porque a dimensão do sofrimento só pode ser alcançada pelo sofredor. O ouvinte só pode observar seu  efeito, o sofrimento psíquico é invisível e não pode ser objetivamente transmitido porque o sofrimento só faz parte da dimensão psicológica do sujeito-sofredor.

Ovelha no abismo
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Paz

Postado por Marilda Limberger - junho 10th, 2010

 

Cada vez que um enxame de preocupações invadir sua mente, recuse-se a ser afetado; espere calmamente enquanto procura o remédio. Pulverize as preocupações

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O Profeta – Khalil Gibran

Postado por Marilda Limberger - junho 10th, 2010

Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão:
Que haja antes um mar ondulante entre as praias de vossas almas.
Encheis a taça um do outro, mas não bebais na mesma taça.
Dai de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos, e sede alegres, mas deixai cada um de vos estar sozinho,
Assim como as cordas da lira são separadas e, no entanto, vibram na mesma harmonia.

Dai vossos corações, mas não confieis a guarda um do outro.
Pois somente a mão da vida pode conter nossos corações.
E vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia;
Pois as colunas do templo erguem-se separadamente,
E o carvalho e o cipreste não crescem a sombra um do outro.

Ame com Amor!!!

Marilda Limberger

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Ciúme – Inveja

Postado por Marilda Limberger - junho 9th, 2010

Ciúme

É um sentimento intimamente ligado à inveja, porém compreende uma relação de, pelo menos, mais outras duas pessoas envolvidas, de tal sorte que o indivíduo com ciúme sente que o amor que lhe é devido foi roubado, ou está em perigo de sê-lo , pelo seu rival. Assim, o ciumento teme perder o que ele julga pertencer-lhe, enquanto a pessoa invejosa sofre ao ver que o outro tem aquilo que ele quer exclusivamente para si mesmo e, desde modo, é-lhe penosa a satisfação alheia a ele. No caso em que o ciúme é resultante de um uso excessivo de identificações projetivas,  ele pode adquirir características delirantes.

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Cada um tem seu deserto a atravessar

Postado por Marilda Limberger - junho 8th, 2010

Jean-Yves Leloup, doutor em Psicologia, Filosofia e Teologia, escritor, conferencista, dominicano e depois padre ortodoxo, oferece através dos seus livros, conferências e seminários um aprofundamento dos textos sagrados, assim como uma abordagem e uma reflexão extremamente ricas sobre a espiritualidade no quotidiano graças à uma formação pluridisciplinar de rara complementaridade.
Deserto, desertos
Editora Vozes, 1998

O que evoca para nós a palavra deserto? Silêncio, imensidão, vento abrasador? Não apenas. Evoca também sede, miragens, escorpiões… e o encontro do mais simples de si mesmo no olhar assombrado e surpreso do homem ou da criança que brota não se sabe de onde – entre as dunas?

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Clarice Lispector – Pensamentos -Poesias

Postado por Marilda Limberger - junho 8th, 2010

“Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. O ‘amar os outros’ é tão vasto que inclui até perdão para mim mesma, com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca [...].”

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