<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Psique.org &#187; Análise Junguiana</title>
	<atom:link href="http://psique.org/Not%c3%adcias/analise-junguiana/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://psique.org</link>
	<description>Psicanálise - Terapias - Grupos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 May 2012 21:48:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Héstia &#8211; II &#8211; III  Rituais e Culto &#8211; Arquétipo Héstia</title>
		<link>http://psique.org/archives/673</link>
		<comments>http://psique.org/archives/673#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 16:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Deusas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/?p=673</guid>
		<description><![CDATA[Parte II Rituais e culto Ao contrário dos outros deuses e deusas, Héstia não era conhecida através de seus mito e representações. Ao contrário, a importância de Héstia é encontrada em rituais,simbolizada pelo fogo. Para que uma casa se tornasse &#8230; <a href="http://psique.org/archives/673">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><!-- p { margin-bottom: 0.21cm; } --><em><strong><a rel="attachment wp-att-674" href="http://psique.org/archives/673/hestia-mountainhermit"><img class="alignleft size-medium wp-image-674" title="hestia-mountainhermit" src="/wp-content/uploads/2011/01/hestia-mountainhermit-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Parte II</strong></em></p>
<p><em><strong>Rituais e culto</strong></em></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Ao contrário dos outros deuses e deusas, Héstia não era conhecida através de seus mito e representações. Ao contrário, a importância de Héstia é encontrada em rituais,simbolizada pelo fogo. Para que uma casa se tornasse um lar, a presença de Héstia  era solicitada . Quanto um casal se unia, a mãe da noiva acendia uma tocha em sua casa e a transportava diante do casal recentemente casado até sua nova nova casa, para que acendessem a primeira chama em seu lar. Esse esse ato consagrava o novo lar.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Depois de uma criança nascia, acontecia um segundo ritual. Quando a criança tinha cinco dias de idade, era levada ao redor da lareira para simbolizar sua admissão</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>na família. Então seguia-se um festivo banquete sagrado.<span id="more-673"></span></strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Da mesma forma cada cidade estado grega tinha uma lareira comum com o fogo sagrado no edifício. Cada colônia levava o fogo sagrado de sua cidade natal para acender o fogo da nova cidade.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Portanto, onde quer que um novo casal se aventurasse a estabelecer um novo lar, Héstia vinha com eles com o fogo sagrado, ligando o lar antigo com o novo, talvez simbolizado continuidade e ligação, consciência compartilhada e identidade comum.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Posteriormente, em Roma Héstia foi venerada como uma deusa Vesta. Lá o fogo sagrado de Vesta uniu todos os cidadões de Roma numa família. Em seus templos, o fogo sagrado era cuidado pelas virgens vestais, que eram solicitadas personificar a virgindade e a anonimidade da deusa. Em certo sentido, elas eram representações humanas da deusas;eram imagens vivas de Héstia, transcendendo a escultura ou pintura.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>As menina escolhidas para serem virgens vestais eram levadas ao templo quando eram bem jovens, em geral com menos de seis anos. Vestidas de forma igual, o cabelo aparado como noivas iniciadas, o que quer que fosse distinto e individual quanto a elas era apagado. Eram deixadas à distâncias de outras pessoas, honradas, e esperava-se que vivessem como Héstia, com terríveis conseqüências se não permanecessem virgens.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Uma vestal que estivesse relações sexuais com um homem tinha profanado a deusa. Como punição ela devia ser enterrada viva, sepultada numa área pequena e sem ar no subsolo, com luz, óleo, alimento e um lugar para dormir. A terra acima dela seria então nivelada, como se nada estivesse embaixo. Portanto, a vida de uma virgem vestal como personificação da chama sagrada de Héstia era extinta quando ela parava de personificar a deusa. Era coberta com terra como o carvão que se extingue numa lareira.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Héstia era freqüentemente parceira de Hermes, o deus mensageiro, conhecido pelos romanos como Mercúrio. Ele era uma divindade eloqüente e astuciosa, protetor e guia dos viajantes, deus do discurso e patrono dos homens de negócio e dos ladões. Sua representação primitiva foi uma pedra em forma de pilar chamada de “herma”. Nas casas, a lareira redonda de Héstia ficava no interior, enquanto o pilar fálico de Hermes ficava na entrada. O fogo de Héstia proporcionava calor e santificava a casa, enquanto Hermes permanecia à porta para  trazer a fertilidade e manter fora o mal. Nos templos, essas divindades também apareciam ligadas. Em Roma, por exemplo, o santuário de Mercúrio ficava à direita dos degraus que conduziam ao templo de Vesta.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Portanto, nos lares e templos Héstia e Hermes estavam relacionados, mas separados. Cada um desempenhava uma função separada, altamente considerada. Héstia ministrava o santuário, onde as pessoas se uniam numa família, lugar considerado lar. Hermes era o protetor na porta, e o guia e companheiro no mundo, onde a comunicação, o saber se virar e ter boa sorte fazem muita diferença.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong><em>Parte III</em></strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><em><strong>O arquétipo Héstia</strong></em></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>A presença da deusa Héstia em casa e no templo era fundamental para a vida diária. Como presença arquetípica na personalidade da mulher, Héstia é da mesma forma importante, proporcionando-lhe sentimento de integridade e inteireza. </strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><em><strong>A deusa virgem</strong></em></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Héstia era a mais velha das três deusas virgens. Ao contrário de Ártemis e Atenas, ela não se aventurava pelo mundo para explorar a selva ou fundar uma cidade. Ficava dentro de casa ou do templo, encerrada dentro da lareira. Exteriormente, a anônima Héstia parecia ter pouco em comum com a ágil Ártemis ou com Atenas, de mente viva e couraça de ouro. Apesar disso, as qualidades essenciais e intangíveis eram compartilhadas por todas as três deusas virgens, embora com diferentes esferas de interesse ou métodos de ação. Cada uma tinha a qualidade de uma-em-si-mesmo que caracteriza uma deusa virgem. Nenhuma delas era vitimada pelas divindades masculinas ou pelos mortais. Cada uma tinha habilidade de enfocar aquilo que lhe interessava e de se concentrar nisso, sem ser perturbada pelas necessidades dos outros ou pela necessidade de outros. </strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><em><strong>Consciência enfocada interiormente</strong></em></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>O arquétipo de Héstia compartilha a consciência enfocada com as outras três deusas virgens (em latim a palavra para “lareira” é focus). Contudo, a direção interior do foco é diferente. Exteriormente orientadas, Ártemis ou Atenas enfocam alcançar objetivos ou implementar planos. Héstia se concentra em sua experiência interior subjetiva. Por exemplo, ela fica totalmente absorvida quando medita. </strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>O modo de aprender de Héstia é olhar para o interior e sentir intuitivamente o que está se passando. O modo hestiano nos permite entrar em contato com nossos valores trazendo ao foco oque é pessoalmente significativo. Através desse enfoque interior, podemos perceber a essência da situação. Podemos também se obter insight do temperamento de outras pessoas e ver o padrão ou sentir o significado de suas ações. Essa perspectiva interior proporciona clareza no meio da confusa miríade de detalhes que se apresentam aos nossos cinco sentidos.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>A Héstia interior poder também se tornar emocionalmente imparcial ou perceptivamente desatenta aos outros ao seu redor enquanto atende a seus próprios interesses. Esse desligamento é características de todas as três deusas virgens. Além do mais, acrescentada à sua tendência de retirar-se da companhia dos outros, a unicidade-em-se-mesma de Héstia procura calma tranqüilidade, e isso é mais facilmente encontrado na solidão.</strong></span></p>
<p>Para saber mais: Leia ” As Deusas e a mulher” autora: Jean Shinoda Bolen, Edições Paulinas.</p>
<div class="shr-publisher-673"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F673' data-shr_title='H%C3%A9stia+-+II+-+III++Rituais+e+Culto+-+Arqu%C3%A9tipo+H%C3%A9stia'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F673'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F673' data-shr_title='H%C3%A9stia+-+II+-+III++Rituais+e+Culto+-+Arqu%C3%A9tipo+H%C3%A9stia'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/673/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma passagem de Demian( Hermann Hesse):</title>
		<link>http://psique.org/archives/520</link>
		<comments>http://psique.org/archives/520#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 03:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Frases]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inconsciente coletivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/?p=520</guid>
		<description><![CDATA[Assim disse Pistórius a Sinclair: “- Sempre achamos que são demasiadamente estreitos os limites de nossa personalidade! Atribuímos à nossa pessoa somente aquilo que distinguimos como individual e divergente. Mas cada um de nós é um ser total do mundo, &#8230; <a href="http://psique.org/archives/520">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a rel="attachment wp-att-521" href="http://psique.org/archives/520/demian"><img class="alignleft size-medium wp-image-521" title="demian" src="/wp-content/uploads/2010/08/demian-216x300.jpg" alt="" width="216" height="300" /></a>Assim disse Pistórius a Sinclair:</p>
<p>“- Sempre achamos que são demasiadamente  estreitos os limites de nossa personalidade! Atribuímos à nossa pessoa  somente aquilo que distinguimos como individual e divergente. Mas cada  um de nós é um ser total do mundo, e da mesma forma como o corpo integra  toda a trajetória da evolução, remontando ao peixe e mesmo a antes,  levamos em nossa alma tudo o quanto desde o princípio está vivendo na  alma dos homens. Todos os deuses e todos os demônios que já existiram,  quer entre os gregos, os chineses ou os cafres, todos estão conosco,  todos estão presentes, como possibilidades, desejos ou caminhos. Se toda  a humanida perecesse com exceção de uma só criança medianamente dotada,  esse menino sobrevivente tornaria a encontrar o curso das coisas e  poderia criar tudo de novo: deuses, demônios e paraísos, mandamentos e  proibições, antigos e novos Testamentos.</p>
<p>- Pois bem – objetou-lhe Sinclair. -Mas  que fim leva o valor do indivíduo? Para que aspiramos a algo se já temos  tudo concluído em nós mesmos?</p>
<p>- Alto lá – exclamou Pistórius com  força- Há muita diferença entre levarmos simplesmente o mundo em nós  mesmos e conhecê-lo. Um louco pode expor idéias que lembram as de Platão  e um colegial devoto pode criar em sua imaginação profundas conexões  mitológicas que aparecem nas doutrinas dos gnóstico ou de Zoroastro. Mas  sem sabê-lo! E enquanto não sabe, é uma árvore ou uma pedra, ou quando  um animalzinho. Não creio que se possam considerar homens todos esses  bípedes que caminham pelas ruas, simplesmente porque andam eretos ou  levem nove meses para vir à luz. Sabes muito bem que muitos deles não  passam de peixes ou de ovelhas, vermes ou sanguessugas, formigas ou  vespas. Todos eles revelam possibilidades de chegar a ser homens, mas só  quando vislumbram e aprendem a levá-las em parte à sua consciência é  que se pode dizer que possuem uma…”</p>
<div class="shr-publisher-520"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F520' data-shr_title='Uma+passagem+de+Demian%28+Hermann+Hesse%29%3A'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F520'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F520' data-shr_title='Uma+passagem+de+Demian%28+Hermann+Hesse%29%3A'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/520/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sidarta  Hermann Hesse</title>
		<link>http://psique.org/archives/511</link>
		<comments>http://psique.org/archives/511#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/?p=511</guid>
		<description><![CDATA[O livro narra a busca de Sidarta pela iluminação na Índia. Educado, bonito, filho de um homem rico, ele procura a luz com os Samanas, que vivem para pensar, esperar e jejuar. Descobre Buda, mas não aceita sua doutrina. É &#8230; <a href="http://psique.org/archives/511">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><a rel="attachment wp-att-513" href="http://psique.org/archives/511/buda-2"><img class="alignleft size-medium wp-image-513" title="BUDA" src="/wp-content/uploads/2010/08/BUDA1-238x300.jpg" alt="" width="238" height="300" /></a>O livro narra a busca de Sidarta pela iluminação na Índia. Educado, bonito, filho de um homem rico, ele procura a luz com os Samanas, que vivem para pensar, esperar e jejuar. Descobre Buda, mas não aceita sua doutrina. É iniciado nos jogos do amor por uma cortesã, mas só encontra a decadência e decide abandonar tudo. Torna-se então balseiro num rio junto ao sábio Vasudeva e só então conhece a redenção.<span id="more-511"></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H3 { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<h3>Capítulo 1- O Filho do brâmane</h3>
<p>Sidarta é um jovem promissor que vive num povoado brâmane. Talentoso, esbelto, ávido pelo saber,  era adorado por todos. Estava avançado nos ensinamentos brâmanes e todos viam nele um futuro brilhante. Pressentia-se nele um sábio, um sacerdote, um príncipe entre os brâmanes. E quem mais o adorava era seu amigo Govinda. Mas para si mesmo, Sidarta não tinha alegria. Para si mesmo não era fonte de prazer. Abrigava em suas entranhas o descontentamento. Sentia que o amor que recebia de todos nem sempre teria força para alegrá-lo. Também sentia que já tinha absorvido os principais ensinamentos brâmanes, mas não eram suficientes. Questionava a validade dos rituais: “As abluções, por proveitosas que fossem, eram apenas água; não tiravam dele o pecado; não curavam a sede do espírito; não aliviavam a angústia do coração. Excelentes eram os sacrifícios e as invocações dos deuses- mas que lhe adiantava tudo isso? Propiciavam os sacrifícios a felicidade? E quanto aos deuses: foi realmente Prajapati quem criou o mundo? E não o Átman? Ele, o único, o indivisível?”&#8230;”Quem merecia imolações e reverência, senão Ele, o único, o Átman? E onde se podia encontrar o Átman, onde morava ele&#8230; a não ser no próprio eu, naquele âmago indestrutível que cada um trazia em si?” Insatisfeito com isso, resolveu unir-se a um grupo de samanas (sábios mendigos nômades) que passavam pela cidade, para encontrar sua felicidade e o seu caminho. Depois de receber a permissão de seu pai (que tristemente a concedeu), partiu para os samanas junto com Govinda.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_2-_Com_os_samanas"></a>Capítulo 2- Com os samanas</h3>
<p>Com os samanas, Sidarta aprendeu a jejuar. “A carne sumia-lhe das pernas e da face”. Passando pelas cidades, olhava a vida nela com desprezo. “&#8230; nada disso era digno de ser olhado. Tudo era mentira, tudo fedor; tudo recendia a falsidade, tudo criava a ilusão de significado, felicidade, beleza e, todavia, não passava de putrefação oculta. Amargo era o sabor do mundo. A vida era um tormento”. O objetivo de Sidarta era tornar-se vazio, vazio de sede, vazio de desejos, vazio de alegria e de pesar. “Exterminar-se, distanciando-se de si mesmo; cessar de ser um eu”.</p>
<p>Esse era o objetivo e a filosofia de vida dos samanas. Assim, meditavam, jejuavam, transferiam sua alma para garças e viviam a vida das garças, transferiam sua alma para chacais mortos e vivenciavam a autodecomposição. Encarnavam pedras, troncos, folhas e árvores.</p>
<p>Os dois passam três anos na companhia dos Samanas. Sidarta notou que o modo de vida samana é uma forma de fugir da vida e do eu, e resolve parar de segui-los, fator catalisado pelo surgimento de Buda, que estava arrebanhando vários discípulos e que havia alcançado a Iluminação. Há um diálogo interessante entre Sidarta e Govinda em que Sidarta diz: “O que é a meditação? O que é o abandono do corpo? Que significa jejum? E a suspensão do fôlego? São modos de fugirmos de nós mesmos. São momentos durante os quais o homem escapa à tortura de seu eu. Fazem-nos esquecer, passageiramente, o sofrimento e a insensatez da vida”. Sidarta também nota que nenhuma doutrina é capaz de fazer a pessoa atingir a iluminação, apenas a vivência tem essa capacidade. E os dois vão ao encontro de Buda.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_3-_Gotama"></a> Capítulo 3- Gotama</h3>
<p>Nesse capítulo os dois amigos encontram Buda e ouvem sua doutrina. Govinda resolve unir-se aos discípulos de Buda, enquanto, Sidarta confirma sua teoria de que nenhuma doutrina, somente a vivência, pode levar e iluminação.</p>
<p>Ouvindo Buda, Sidarta não manifestou muito interesse em sua doutrina, mas observou atentamente sua silhueta, seus gestos, sua voz, os ombros, os pés. “Parecia-lhe que as falanges de cada dedo eram doutrina, falavam, respiravam, exalavam aroma, derramavam o brilho da verdade”.</p>
<p>Em um diálogo entre Buda e Sidarta, Sidarta manifestou seu apreço pela doutrina, e disse que não seria seu discípulo, pois a iluminação não pode ser ensinada por doutrinas, só por vivência, e que Buda não contara como foi sua experiência na hora da iluminação, porque isso era impossível de ser descrito. Portanto, seguiria o seu próprio caminho sem nenhuma doutrina e nenhum mestre, até alcançar seu destino ou morrer. Buda disse que o desígnio de sua doutrina é a redenção do sofrimento, nada mais. Nesse diálogo, há um trecho muito interessante em que Sidarta diz: “&#8230; Nós, os samanas, procuramos a redenção do eu, ó Augusto. Ora, seu eu fosse um dos teus discípulos, ó Venerável, poderia acontecer-me&#8230; Assim receio&#8230; que meu eu só aparentemente, falaz mente, obtivesse sossego e redenção, mas na realidade continuasse a viver e a crescer, uma vez que eu teria então a tua doutrina, teria o fato de ser teu adepto, teria meu amor a ti, teria a comunidade dos monges e faria de tudo isso meu eu”. Govinda viu nas palavras de Buda um ideal de vida. Já Sidarta viu em Buda um modelo, um exemplo a ser seguido.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_4-_Despertar"></a>Capítulo 4- Despertar</h3>
<p>Despertar é um capítulo curto e denso, no qual Sidarta reavalia toda sua vida passada e a abandona, sentindo-se incomparavelmente só, pois não pertenceria a mais nenhum grupo, seria apenas Sidarta. Antes fora brâmane, samana&#8230; agora, apenas ele mesmo “&#8230; lhe parecia que o verdadeiro pensar consistia no reconhecimento das causas e que, desse modo, o sentir se convertia em saber, o qual, em vez de dissipar-se, criaria forma concreta e irradiaria seu teor”.</p>
<p>“Mas que desejaste aprender dos teus mestres e extrair dos seus preceitos? Que será aquilo que eles, que tanto te ensinaram, não conseguiram propiciar-te?”&#8230; “Era meu desejo conhecer o sentido e a essência do eu, para desprender-me dele e superá-lo. Apenas logrei iludi-lo. Consegui, sim, fugir dele e furtar-me às suas vistas. Realmente, nada neste mundo preocupou-me tanto quanto esse eu, esse mistério de estar vivo, de ser um indivíduo, de achar-me separado e isolado de todos os demais, de ser Sidarta! E de coisa alguma sei menos do que sei quanto a mim, Siddharta!”</p>
<p>“O fato de eu não saber nada a meu próprio respeito, o fato de Sidarta ter permanecido para mim um ser estranho, desconhecido, tem sua explicação numa única causa: tive medo de mim; fugi de mim mesmo! Procurei o Átman, procurei o Brama, sempre disposto a fraturar e a pelar o meu eu, a fim de encontrar no seu âmago ignoto o núcleo de todas as cascas. Mas, enquanto fazia isso, perdi-me a mim mesmo”.</p>
<p>“Olhou para o mundo a seu redor, como se o enxergasse pela primeira vez. Belo era o mundo! Era variado, era surpreendente e enigmático! Lá, o azul; acolá, o amarelo! O céu a flutuar e o rio a correr, o mato a eriçar-se e a serra também! Tudo lindo, tudo misterioso e mágico! E no centro disso tudo se achava Siddharta, a caminho de si próprio&#8230;” “Não havia mais aquela multiplicidade absurda, casual, do mundo dos fenômenos, desprezada pelos profundos pensadores brânames, que rejeitam a multiplicidade e esforçam-se por achar a unidade&#8230;” “&#8230; O sentido e a essência das coisas não se achavam em algum lugar atrás das coisas, senão no seu interior”.</p>
<p>“&#8230; “andei deveras surdo e insensível”&#8230;”Quem puser a decifrar um manuscrito, cujo significado lhe interessar, tampouco menosprezará os sinais e as letras, qualificando-os de ilusão&#8230; senão os lerá, estuda-los-á, ama-los-á, letra por letra. Eu, porém, que almejava ler o livro do mundo e o livro da minha própria existência, despreze os sinais e as letras, em prol de um significado que lhes atribuía de antemão. Chamei de ilusão o mundo dos fenômenos. Considerei meus olhos e minha língua apenas aparentes, casuais, desprovidas de valor. Ora, isso passou. Despertei. Despertei de fato. Nasci somente hoje.” ”</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_5-_Kamala"></a> Capítulo 5- Kamala</h3>
<p>Nesse capítulo, Sidarta observa mais atentamente o mundo ao seu redor. Observava-o ingenuamente, sem procurar nele o essencial. Refletia enquanto isso, pensando que não era importante somente pensar&#8230; e sim também sentir. Pensou que, doravante, que obedeceria unicamente sua voz íntima. Atraído pela beleza da cortesã Kamala, entra numa cidade e pede que ela lhe ensine a arte dos prazeres. Como era preciso ter riquezas para poder usufruir dos “lábios de figo recém-cortado” de Kamala, Sidarta, que sabia ler e escrever, tenta arranjar um emprego com o comerciante mais rico da cidade.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_6-_Entre_os_homens_tolos"></a> Capítulo 6- Entre os homens tolos</h3>
<p>Siddharta emprega-se com o comerciante, consegue dinheiro e tem aulas de beijos e outras coisas com Kamala. Come somente o necessário, não toma vinho. Vê a vida dos “homens tolos” como engraçada, zomba da vida deles. Acha engraçado quando o comerciante fica irritado quando perde dinheiro. Fazia amizades e viajava. Torna-se sócio do comerciante. Contudo, às vezes sente que tudo que fazia não passava de uma brincadeira, que a verdadeira vida estava longe disso.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_7-_Sansara"></a>Capítulo 7- Sansara</h3>
<p>Siddharta enriquecera. Lentamente, começou a adquirir asco e rancor pela vida. Comia mais que o necessário, tomava vinho. Adquiriu o hábito de jogar jogos valendo dinheiro. Como gostava de apostar quantias bastante altas, para provar que nada daquilo lhe importava, tornou-se mais severo com seus devedores para poder apostar mais vezes. Irritava-se quando perdia dinheiro. Notou que faltava alguma coisa a ele em relação aos demais, nunca poderia apegar-se às pessoas e as coisas como os demais, era incapaz de amar.</p>
<p>Recém estava na casa dos quarenta, mas já notava alguns fios de cabelo branco. Também não ouvia mais sua voz interior.</p>
<p>Uma noite bebera bastante. Tentava dormir, mas não conseguia. “Por longas horas procurava em vão conciliar o sono, com o coração a transbordar de mágoas que lhe pareciam insuportáveis, de náuseas que o transiam como o gosto fastidioso, repugnante, do vinho&#8230;” “&#8230;mas, muito mais do que todo o resto, causavam-lhe asco a sua própria pessoa, os cabelos perfumados, o bafo de vinho que sua boca exalava, a flacidez e o mal-estar de sua pele.”</p>
<p>“Siddharta, nessa noite de insônia, desejava lançar para fora de si, num imenso jato de enjoo, aqueles prazeres, aqueles hábitos, aquela vida absurda e livrar-se de si mesmo&#8230;” “&#8230;foi nesse instante que teve um sonho. Numa gaiola de ouro, Kamala guardava um passarinho canoro, muito raro. O pássaro, que normalmente cantava nas primeiras horas do dia, parecia mudo. Como esse fato lhe chamasse atenção, ele aproximou-se da gaiola e viu que o passarinho jazia no chão, morto, enrijecido. Retirou-o e atirou-o na calçada da rua. Mas logo assustou-se terrivelmente. O coração doía-lhe como se ele houvesse jogado fora não só o cadáver da ave, como também tudo quanto fosse bom e tivesse valor.” Despertou bruscamente, sentindo profunda tristeza. “Atormentava-o a impressão de ter levado uma existência vil, miserável, insensata”. Sentou-se embaixo de sua mangueira no seu jardim e começou a pensar e a reavaliar sua existência. Passou todo dia refletindo, até que pensou: “ “&#8230;Aqui estou, ao pé da minha mangueira, no meu jardim”&#8230; E esboçou um leve sorriso, ao ponderar se tudo isso era necessário , importante e certo, e não apenas um brinquedo tolo, possuir uma mangueira e um jardim?” Resolutamente, resolveu dar fim a esse estado das coisas, saindo da cidade e nunca mais voltando.</p>
<h3><a name="Cap.C3.ADtulo_8-_A_Beira_do_Rio"></a>Capítulo 8- A Beira do Rio</h3>
<p>Nesse capítulo Siddharta vagueia pela floresta, triste e desiludido consigo mesmo. Sentia nojo de si próprio. Subiu no tronco de uma árvore e planejou suicidar-se, se jogando num rio. Porém, quando viu o rio, proferiu a palavra Om, e dormiu. Depois de um longo sono, acordou proferindo Om novamente. Era como tivesse rejuvenescido, renascido. Era como se sua vida passada fosse uma outra reencarnação. Encontrou Govinda vigiando o seu sono, observando-o, notou que o amava, e que “&#8230; a grave doença de que sofrerá até poucas horas antes manifestara-se precisamente na incapacidade de amar nada e ninguém.”</p>
<p>“ Que bom- assim pensou- provar tudo quanto se necessita conhecer! Em criança, já aprendi que a riqueza e os prazeres mundanos não nos trazem nenhum proveito. Há muito tempo sabia disso, mas somente agora cheguei a assimilar essa sabedoria. Hoje me compenetrei dela. Possuo-a não só na memória, senão nos olhos, no coração, no estômago. É uma benção ter essa certeza” “Ouviste o canto do pássaro no fundo do teu coração e obedeceste a ele!” “Sempre se pavoneara com altivez; sempre quisera ser o mais inteligente, o mais zeloso&#8230; nesse sacerdócio, nessa altivez, nessa erudição infiltrava-se o seu eu; ali se arraigara, crescera, enquanto ele, Siddharta, cria tê-lo aniquilado por meio de jejuns e mortificações”</p>
<h3><a name="Cap_9_.E2.80.93_O_Barqueiro"></a> Cap 9 – O Barqueiro</h3>
<p>Neste capítulo, Sidarta reencontra o barqueiro que tinha feito a travessia do rio com ele no começo de sua jornada, após Sidarta ter se desgarrado de Govinda e da doutrina de Gotama. Sidarta passa a morar junto de Vasudeva e torna-se discípulo do rio, tal qual o barqueiro viúvo. Passados alguns anos, Kamala ressurge devido à peregrinação que faz em memória do Buda, quando é picada por uma serpente e vem a falecer, mas não antes de apresentar o filho de Sidarta ao pai.</p>
<h3><a name="Cap_10_.E2.80.93_O_Filho"></a>Cap 10 – O Filho</h3>
<p>Sidarta passa a viver com seu filho na casa de Vasudeva. Sidarta tenta se aproximar de seu filho, mas não obtém sucesso. Sidarta (filho) foge para a cidade e Sidarta (pai) vai em sua procura, mesmo Vasudeva o aconselhando a não fazer isso. Após muito meditar, Sidarta aceita o conselho de Vasudeva e desiste da busca por seu filho.</p>
<h3><a name="Cap_11_.E2.80.93_Om"></a>Cap 11 – Om</h3>
<p>Sidarta continua a pensar no seu filho, principalmente quando faz a travessia de balsa, já que Vasudeva já não tem idade e nem força para fazê-lo, de pais com seus filhos. Sidarta acaba se conformando e, ao perceber que Sidarta havia assimilado o conhecimento que o rio queria passar, parte em uma jornada pela selva.</p>
<h3><a name="Cap_12_.E2.80.93_Govinda"></a> Cap 12 – Govinda</h3>
<p>No capítulo final Govinda recebe uma noticia sobre um balseiro que é considerado sábio e vai conhecê-lo pessoalmente. Após algum tempo de conversa com balseiro Govinda percebe que é seu velho amigo Sidarta e que ele havia encontrado o que ele tanto procurava, pois mostrava em seu rosto serenidade e paz.</p>
<p>Para saber mais:</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H3 { margin-bottom: 0.21cm } --><a rel="attachment wp-att-514" href="http://psique.org/archives/511/hermann_hesse"><img class="alignleft size-medium wp-image-514" title="hermann_hesse" src="/wp-content/uploads/2010/08/hermann_hesse-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a>Hermann Hesse nasceu em 1877, em Calw (Alemanha), filho de missionários protestantes. Entra cedo em choque com os pais, que queriam o filho pastor; não se submete à disciplina da escola e foge para a Suíça.</p>
<p>Hesse trabalha, então, como livreiro. Dedica-se à poesia e publica &#8220;Poemas&#8221; (1902). Dois anos depois, o romance &#8220;Peter Camenzind&#8221; &#8211; história de um jovem que se rebela contra sua aldeia natal e foge &#8211; tem grande aceitação de crítica e público.</p>
<p>O jovem escritor casa-se, mas continua revoltado contra o meio burguês e as convenções sociais &#8211; como se lê em &#8220;Gertrud&#8221; (1910). Muda-se para a Índia e conhece o budismo, que adotaria pelo resto da vida.</p>
<p>Após o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, engaja-se em atividades contra o militarismo alemão. Em 1919, publica &#8220;Demian&#8221;, influenciado pelas idéias do psicanalista Carl G. Jung.</p>
<p>&#8220;Sidarta&#8221; é de 1922. Sem encontrar a solução para seus problemas na Índia, conta a história de sua vida em &#8220;O Lobo da Estepe&#8221; (1927). Em 1943, publica &#8220;O Jogo das Contas de Vidro&#8221;, romance utópico, situado no ano de 2200.</p>
<p>Entre seus outros livros, vale citar, em especial, os romances &#8220;Rosshalde&#8221; (1913), &#8220;Knulp&#8221; (1915) e &#8220;Narciso e Goldmund&#8221;(1930). Prêmio Nobel de literatura em 1946, Hermann Hesse morreu em 1962, na cidade de Montagnola (Suíça).</p>
<h3>Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</h3>
<p>Folha de São Paulo: Resumo de Livros</p>
<p>Adquira o livro no Submarino (clique na imagem abaixo para ver os detalhes):</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/59916/sidarta?franq=127800"><img class="alignnone" title="Aquira aqui o livro Sidarta" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img6/59916.jpg" alt="Adquirir o livro Sidarta" width="180" height="180" /></a></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<div class="shr-publisher-511"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F511' data-shr_title='Sidarta++Hermann+Hesse+'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F511'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F511' data-shr_title='Sidarta++Hermann+Hesse+'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/511/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Deusas Gregas! Com quem você se parece?</title>
		<link>http://psique.org/archives/438</link>
		<comments>http://psique.org/archives/438#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 13:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Deusas Gregas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psicanalise.psique.org/?p=438</guid>
		<description><![CDATA[1. ARTÊMIS / DIANA Ártemis (Lua): é a mulher atlética, que aprecia a vida ao ar livre e os animais. Ama a natureza ededica-se á proteção do meio ambiente. Respeitada, sabe viver só e sente-se bem assim.Pode ser vingativa e &#8230; <a href="http://psique.org/archives/438">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><span style="color: #ff0000;"><a rel="attachment wp-att-448" href="http://psique.org/archives/438/diana"><img class="alignleft size-full wp-image-448" title="Diana" src="/wp-content/uploads/2010/08/Diana.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>1. ARTÊMIS / DIANA</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Ártemis (Lua): é a mulher atlética, que aprecia a vida ao ar livre e os animais. Ama a natureza ededica-se á proteção do meio ambiente. Respeitada, sabe viver só e sente-se bem assim.Pode ser vingativa e cruel, se ultrapassarem o limite imposto por ela mesma no seus encontros irmã gêmea de Apolo, deus do Sol. Sua mãe, Leto, era uma divindade da natureza, filha de Titãs.Seu pai era Zeus, deus líder do Olimpo.<span id="more-438"></span></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;"> Deusa do parto.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Pedido ao pai: arco e flechas, uma quadrilha de cães de caça, ninfas para acompanhá-la,</span><span style="color: #ff0000;">uma túnica curta para correr, montanhas e selvas como seus lugares especiais e a</span><span style="color: #ff0000;">castidade eterna. Seu pai lhe concedeu tudo e mais o privilegio de fazer suas próprias</span><span style="color: #ff0000;">escolhas.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Deusa da caça e da Lua – personifica o espírito feminino independente. Podia objetivar</span><span style="color: #ff0000;">qualquer alvo e sempre acerta-lo.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Capacidade de concentração e direcionamento possibilitam-na atingir qualquer meta.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Como deusa virgem, era imune de se apaixonar e representa um sentido de integridade,</span><span style="color: #ff0000;">uma atitude de cuidar de si mesma. Esse arquétipo possibilita a mulher sentir-se completa</span><span style="color: #ff0000;">sem um homem.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Representa as qualidades do movimento feminista: empreendimentos e competência,</span><span style="color: #ff0000;">independência dos homens e das suas opiniões, e preocupação pelos atormentados, pelas</span><span style="color: #ff0000;">mulheres fracas e pelos jovens. Irmandade entre as mulheres.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Afinidade com a selva e a natureza não doméstica, responsável pela identificação que</span><span style="color: #ff0000;">algumas mulheres experimentam entre si mesmas e a natureza, quando saem com mochilas</span><span style="color: #ff0000;">pelas montanhas, adormecem no luar, caminham numa praia deserta etc.</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;">a) Trabalho: Empenha-se no trabalho que tem valor subjetivo para ela. È estimulada pela competição e não se amedronta com oposição. Os interesses perseguidos por ela não têm valor comercial e não conduzem a uma carreira. Algumas vezes, o interesse é tão pessoal ou fora do comum, tão absorvente quanto ao tempo, que a falta de sucesso no mundo ou a falta de relacionamentos são garantidos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">b) Homens: Fraternal.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Como sua irmã, Apolo é andrógino. O casal Ártemis-Apolo é o modelo mais comum de relacionamentos da mulher-Artemis. Pode resultar num casamento assexuado, amigável.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Algumas mulheres até casam com homossexuais e valorizam o companheirismo e a independência que cada parceiro permite ao outro.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• O 2o padrão comum é o de envolvimento com homens que as sustentam. Tal homem é uma pessoa com a qual ela se sente à vontade. Se for incompatível pode lembrar os conflitos pai-filha: o marido não aprova suas atitudes, é rebelde etc.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• O 3o tipo de homem atraído pela pureza de Ártemis, sua virgindade e identificação com a natureza primitiva, é o tipo Hipólito, um jovem atraente, que se dedicou a deusa Ártemis e ao celibato. Tais homens que parecem ser tão puros, ficam ofendidos pela sexualidade pura e simples. Eles podem estar na fase final da adolescência ou no começo da fase adulta e ser castos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">c) Filhos: Estar grávida ou amamentando não é motivo de realização para a mulher- Ártemis. Não sente atração para ser mãe, no entanto gosta de crianças. Quando mães, encorajam a independência, ensinam seus filhos a se defenderem sozinhos e pode ser cruel na defesa deles.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Não olham para trás com saudades da época que eram bebes, olham para frente, quando seus filhos serão independentes.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> <!--more--></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a rel="attachment wp-att-449" href="http://psique.org/archives/438/220px-athena_enkelados_louvre_ca3662"><img class="alignleft size-full wp-image-449" title="220px-Athena_Enkelados_Louvre_CA3662" src="/wp-content/uploads/2010/08/220px-Athena_Enkelados_Louvre_CA3662.jpg" alt="" width="220" height="215" /></a>2 &#8211; ATENAS OU MINERVA</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Atená – (Palas): mulher extremamente profissional e prática, busca realizar-se numa carreira onde possa mostrar sua sabedoria. Equilíbrio, cultura e educação. Não briga à toda, envolvendo-se em</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">causas justas, às quais defende com argumentos irrefutáveis, o que lhe concede quase sempre o merecimento da vitória.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Filha do pai: Saltou da cabeça de Zeus, usando uma lança aguda numa das mãos, emitindo um grito de guerra.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Protetora, conselheira e patrona de homens heróicos, tomou o partido da patriarquia.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Como deusa da sabedoria, era cohecida por suas vitórias e soluções práticas. Como arquétipo, é seguida por mulheres de mente lógica, governadas pela razão.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Quando a mulher reconhece o modo intenso com que sua mente trabalha, como uma qualidade feminina, ela pode desenvolver uma auto-imagem positiva, ao invés de se amedrontar de estar masculinizada.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Como deusa virgem, é como Ártemis, motivada por suas próprias prioridades. Difere desta no sentido que procura a companhia dos homens, precisa estar no meio da ação e do poder masculino.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Personifica o “adulto sensível” com sua conformidade aos padrões adultos tradicionais e a falta de romantismo ou idealismo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• É estrategista e eficaz para a guerra e outros assuntos políticos</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Como deusa das artes faz coisas que eram ao mesmo tempo úteis e esteticamente agradáveis.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Enquanto arquétipo de “filha do pai”, representa a mulher que tende aos homens poderosos, que têm autoridade e poder (homem patrão). Muitas secretárias têm esse tipo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Vive o” justo meio termo”, nunca os excessos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Estar encouraçada é seu traço. As defesas intelectuais conservam tal mulher longe do sofrimento. NO meio da agitação emocional, permanece impermeável, enquanto observa, qualifica e analisa o que esta acontecendo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Mulher Atenas: Prática, desconfiada, desinibida, segura. Tipicamente tem boa saúde, não tem conflitos mentais e é fisic amente ativa. Usa roupas práticas, duráveis e sem influência da moda.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">a)Trabalho: trabalha em direção a um fim, aceita a realidade e se adapta. No lar, se sobressai nas artes domésticas, usando sua mente prática e olho estético para dirigir uma ordem doméstica eficiente.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">b) Relação c/ mulheres: Distante ou evitada. Têm falta de amigas. Competitiva.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">c) Relação c/ homens: Atrai-se por homens bem sucedidos, e não tem paciência com pessoas sonhadoras. Para ela, adjetivos como neurótico, bom coração e sensível, descrevem os perdedores.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Só os heróis tem vez. Gosta dos homens como amigos ou mentores, e não tanto como amantes.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Está muito presente entre as lésbicas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">d) filhos: Como mãe, não vê a hora de seus filhos chagarem a maturidade para fazerem projetos juntos, e mostrar-lhes a vida. Adora filhos competitivos, extrovertidos e intelectualmente curiosos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a rel="attachment wp-att-450" href="http://psique.org/archives/438/220px-hestia_tapestry"><img class="alignleft size-full wp-image-450" title="220px-Hestia_tapestry" src="/wp-content/uploads/2010/08/220px-Hestia_tapestry.jpg" alt="" width="220" height="173" /></a>3 &#8211; HÉSTIA OU VÉSTIA</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Recusou-se a casar, permanecendo virgem para sempre. Então Zeus, lhe concedeu um privilégio, ao invés de um presente de casamento: ela tem seu lugar no centro da casa para receber o melhor em ofertas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Proporciona a mulher sentimento de integridade e inteireza. Se concentra em sua experiência interior subjetiva. Fica absorvida quando medita.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Seu modo de aprender, é olhando-se interiormente, e sentir-se intuitivamente.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Deusa da lareira: arquétipo ativo nas mulheres que acham que cuidar do lar equivale à meditação. Este arquétipo de desenvolve em comunidades religiosas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Arquétipo da mulher sábia que tudo passou e viu, portanto experiente.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">a)Trabalho: falta-lhe ambição e ímpeto, não valoriza o poder. Destacam-se em profissões em que se requer calma e paciência.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">b)Mulheres: tem poucos amigos e não se interessa por conversa fiada, política ou intelectual.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Seu dom é ouvir com o coração compassivo, permanecendo centrada no meio de qualquer perturbação que uma amiga lhe traga, proporcionando um lugar caloroso ao lado de “sua lareira”.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">c)Homens: sexo não é muito importante. Sexo é como vir para casa ou um santuário. Adapta-se a forma tradicional do casamento. É fiel, embora não exija fidelidade. Pode aparentar dependência, porém mantém sua autonomia interior, uma em si mesma. Não precisa de um homem para sentir-se emocionalmente completa. Ela prefere cuidar do lar, aprecia a autonomia de decidir como será sua casa e gosta do amparo econômico que lhe permite tempo para sua dedicação.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">d)Filhos: Pode ser um pouco desligada como mãe, quando se volta para o interior, e seu amor pode ser uma sombra por demais impessoal e não demonstrado. Mas usualmente dá aos filhos amor e atenção. Permite aos filhos que sejam eles próprios pois não tem ambições para eles.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Seus filhos não precisam se rebelar.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a rel="attachment wp-att-453" href="http://psique.org/archives/438/220px-hera_staatliche_antikensammlungen_2685"><img class="alignleft size-medium wp-image-453" title="220px-Hera_Staatliche_Antikensammlungen_2685" src="/wp-content/uploads/2010/08/220px-Hera_Staatliche_Antikensammlungen_2685-170x300.jpg" alt="" width="170" height="300" /></a>4 &#8211; HERA OU JUNO</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Hera – (Juno): mulher ligada ao poder. São as líderes políticas, governantes, regentes. Por outro lado, são apegadas á tradição, não abrindo mão de um casamento convencional, com moralidade, fidelidade e companheirismo, sendo boas esposas e “imperatrizes” em suas casas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Irmã e esposa de Zeus. Ciumenta, sua raiva dirigia-se à “outra” e nunca à Zeus. Outras essas que haviam sido estupradas e enganadas.Hera vingava-se nelas em seus filhos ou nos espectadores.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Representa os três estados na vida da mulher: virgindade, casamento, separação e viuvez.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Representa o desejo ardente de ser esposa. È capaz de se estabelecer numa relação, ser leal, fiel, suportando dificuldades com o companheiro.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Casamento aqui tem três aspectos: a satisfação de uma necessidade interior, reconhecimento exterior entre marido e esposa e luta pela totalidade através do “matrimônio sagrado”.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Reage a perda com raiva e não com depressão.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">a)Trabalho: aspecto secundário em sua visa, porém pode ser boa e alcançar êxito aí. Contudo, se não for casada, se sentirá fracassada.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">b) Mulheres: Quando está só, mantém relações sociais, mas casada se afasta das amigas. Suas amizades não são aprofundadas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">c)Homens: atraída por homens de sucesso. Supõe que sexualidade e casamento vêm juntos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Depende do marido para despertá-la sexualmente. A idéia de sexo submisso provavelmente surgiu com ela. O dia de seu casamento é o mais significativo de sua vida, na qual não existe a palavra divórcio.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">d)Filhos: São parte de sua função como esposa. Não é muito maternal, a menos que Deméter apareça. Pode chegar a usar os filhos para manter o marido.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a rel="attachment wp-att-452" href="http://psique.org/archives/438/200px-demeter_altemps_inv8596"><img class="alignleft size-full wp-image-452" title="200px-Demeter_Altemps_Inv8596" src="/wp-content/uploads/2010/08/200px-Demeter_Altemps_Inv8596.jpg" alt="" width="200" height="267" /></a>5 &#8211; DEMÉTER OU CERES</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Deméter &#8211; é a mulher-mãe. Gosta de estar grávida, de amamentar e de cuidar de crianças.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Geradora não só da vida mas também de sentimentos, emoções, experiências. É a que protege, acolhe e alimenta, é a que se apresenta com reservas aparentemente inesgotáv eis de energia. A</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">que cuida de tudo o que é pequeno, carente e sem defesa, entre os dois mundos, não temendo a morte.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Deusa do cereal, nutridora e mãe. 4a esposa real de Zeus, também seu irmão, com teve uma única filha: Perséfone.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O rapto de Perséfone: Ela estava colhendo flores quando foi atraída por uma flor. Ao estender a mão para pegá-la, o solo abriu-se emergindo das profundezas da terra, Hades em sua carruagem de ouro puxada por cavalos pretos. Ele apoderou-se dela e sumiu.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Deméter ouviu os gritos e procurou-a por 9 dias e 9 noites, sem nunca comer, beber nem dormir. Ela retirou-se do Olimpo indignada. Assim, nada podia nascer. Então Zeus implorou a Deméter que voltasse. Ela recusou-se e disse só mudar de opinião de Perséfone voltasse. Zeus trouxe a deprimida Perséfone de volta, mas antes Hades lhe deu algumas doces sementes de romã, que ela comeu. Correram, mâe e filha e se abraçaram, então Deméter pergunta se ela havia comido algo no mundo das trevas. Em caso negativo, ela seria completamente devolvida à mãe. Mas por haver comido, passaria dois terços do ano com a mãe e o restante com Hades.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Arquétipo da mãe, fornecedora de alimentos materiais e espirituais. Motiva as mulheres a nutrirem os outros, serem generosas no dar. Representa o instinto materno, o desejo de estar grávida e de ter bebê, ou ainda ser mãe de criação, babe ou algo no qual possa expressar o amor maternal. Como mãe angustiada, vive em depressão.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">a)Trabalho: Profissões educativas ou de assistência, inclinadas a empregos “femininos”.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">b) Mulheres: Qualquer inveja ou ciúme será em relação aos filhos. Sendo estéril, sente-se amargurada pela gravidez de outra. Ressente-se com as feministas por desvalorizarem o papel da maternidade; querem ser mães tempo integral e agora sentem-se pressionadas a trabalhar fora do lar. Têm muitas amigas com as quais trocam apoio emocional. .</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">c)Homens: Atrai homens que se afinam com mulheres maternais. Não escolhe, é escolhida, e pode permanecer com um homem pôr pena. Têm muita expectativa sobre os homens, mas freqüentemente os vêm como “eternos meninos”. Sua sexualidade não é muito importante. È ardente, afeutuosa e feminina, mas prefere mais ser abraçada do que fazer amor. Algumas são puritanas com sexo. Dão mais importância à amamentação do filho do que a fazer sexo com o marido.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">d)Filhos: São mães extremamente dedicadas ou terríveis. Só têm consciência de suas intenções positivas, não dos elementos negativos, que, pôr vezes, envenenam seu relacionamento com os filhos. Quando é “deixada pelo filho”, sente que seu senso de significado foi raptado, pois seu filho era como uma extensão de si mesma, compartilhando os mesmos valores. Vive deprimida e zangada, e pára de atuar como mãe. Algumas temem o abandono desde que a criança nasce, e assim, limitam a independência e o relacionamento com os outros. Pode ser do tipo que nunca diz não ao filho, não estabelecendo limites.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">6- PERSÉFANE OU CORÉ</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Perséfone: mulher atraída pelo mundo espiritual, pelo que está oculto modesta e discreta, mostra-se misteriosa e mística, reservada e inquietante. Vive dividida entre o mundo real e o desconhecido, Poder ser ou Ter pensamentos sombrios, apesar de compreender o hiato que existe Ao voltar do inferno, diz a mãe foi obrigada pôr Hades a comer, o que não era verdade. Deméter aceita a história e o padrão cíclico se segue.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Enquanto personalidade, predispõe a mulher a não agir, e sim, a ser conduzida pelos outros, a ser complacente na ação e passiva na atitude.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Coré significa “jovem anônima”, representando a jovem que não sabe quem é e está inconsciente de seus desejos e força. Sua atitude é de eterna adolescente indecisa.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">•Como arquétipo de “filha da mãe”, acredita que a mãe sabe melhor qualquer coisa, quer agradar a mãe, sendo obediente.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• Como arquétipo da “mulher-criança” (antes do rapto), vive inconsciente de sua sexualidade e beleza, permanecendo assim, em geral, pelo resto da vida.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• O aspecto de rainha do inferno e guia do mesmo, desenvolve um resultado de experiência e crescimento. Simbolicamente, o inferno pode representar camadas mais profundas da psiquê. E neste caso, representa a habilidade de movimentar-se de um lado para outro, entre a realidade do mundo” real” baseada no ego e o inconsciente ou realidade arquetípica psiquê. Quando este arquétipo está ativo, é possível para a mulher integrar os dois aspectos em sua personalidade.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">• As mulheres Perséfone, podem permanecer receptivas à mudança e jovens de espírito durante toda a vida.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">a)Trabalho: Inclina-se a ter vários empregos, ao invés de uma profissão, e tende para onde a família e os amigos estão. Se sobressai em empregos que não requerem iniciativa ou persistência.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Gosta quando tem um patrão a quem agradar. Embora o trabalho não seja importante, pode tornar-se diferente com o aspecto rainha do inferno. Então vai entrar num campo criativo, psicológico ou espiritual.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">b) Mulheres: Sente-se bem com jovens como ela, e habitualmente experimenta novas situações em companhia de outras garotas, e não sozinha. Se é bonita, atrai mulheres amigas que não pensam em si mesmas como mulheres femininas, e acabam projetando sua feminilidade não desenvolvida nela, passando a tratá-la como alguém especial. Se for tratada como frágil durante a vida, assumirá esse papel. Sua amiga mais íntima, geralmente, tem forte personalidade. Perséfone evoca respostas maternais em suas relações com as mulheres.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">c)Homens: Três tipos são atraídos pôr ela: os tão jovens e inexperientes como ela; os malandros atraídos pôr sua inocência e homens que não se sentem confortáveis com mulheres amadurecidas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A relação com um homem pode ser o meio que a faz separar-se da mãe dominadora. A mulher na fase Perséfone jovem, é como Bela Adormecida ou Branca de Neve, inconsciente de sua sexualidade, espera o príncipe vir acordá-la. E então, se descobrem mulheres apaixonadas e orgásmicas, um efeito positivo em sua auto -estima, pois antes sentia-se uma garota disfarçada de mulher. Pôr natureza, se submetem a opinião da pessoa mais forte. Não são competitivas e nem atrevidas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">d)Filhos: Não se sente autêntica como mãe, sendo insegura ( precisa Ter Deméter ativada para sentir-se mãe). Pode alimentar a imaginação de seus filhos e capacidade de brincar, compartilhando esses aspectos de si mesma com eles. Se ela cresceu além de Coiré-Perséfone, pode criá-los com vistas a valorizar a vida interior como fonte de criatividade.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a rel="attachment wp-att-451" href="http://psique.org/archives/438/200px-bouguereau_venus_detail"><img class="alignleft size-medium wp-image-451" title="200px-Bouguereau_venus_detail" src="/wp-content/uploads/2010/08/200px-Bouguereau_venus_detail-117x300.jpg" alt="" width="117" height="300" /></a>7 &#8211; AFRODITE OU VÊNUS</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Afrodite – (Vênus): é a mulher que se deixa levar pelo amor. Feminina, atraente, pode vir a usar o amor como arma mortal, satisfazendo seus desejos. Sensual, sensível e refinada, está voltad a principalmente para os relacionamentos humanos, para a beleza e inspiração nas artes.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A mais bela das deusas.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Seu arquétipo governa o prazer do amor e da beleza, da sexualidade e da sensualidade das mulheres.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Afrodite impele as mulheres a preencherem funções criativas e procriativas, toda mulher apaixonada está embebida deste arquétipo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">É mais reconhecida pela sua atratividade do que pôr sua aparência. Seu arquétpo cria um carisma pessoal, um magnetismo.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">a)Trabalho: Deve envolvê-la emocionalmente e gosta de variedade e intensidade. Somente quando está totalmente ocupada criativamente é que age bem. Assim, é provável ser encontrada na arte, música, escrita, dança, ou terapeuta, professora. Faz o que gosta, não o que dá dinheiro</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">b) Mulheres: Estimula ciúme, e medo de perda em muitas mulheres que veêm seus maridos reagindo a elas com crescente animação. Afrodite se abala com tais cenas de ciúmes, pois ela não é possessiva nem ciumenta. Têm várias amigas extrovertidas como ela. Algumas mulheres descobrem Afrodite através de relações homossexuais.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">c)Homens: Tendem para homens que não são bons para elas, geralmente criativos, complicados, mal humorados ou emotivos. Tais homens não objetivam postos elevados ou autoridade, e não querem chefiar assuntos domésticos ou serem maridos ou pais.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">d)Filhos: Gostam de crianças, o que é recíproco. E consegue um nível de comunicação profundo com a criança, através de seu olhar não julgador e compreensivo. Inspira os filhos com seu entusiasmo. Seus filhos geralmente têm sucesso. Ela sabe cativar os filhos, o que pode caus ar danos, complexo de Édipo. Etc.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Para saber mais: Leia &#8221; As Deusas e a mulher&#8221; autora: Jean Shinoda Bolen, Edições Paulinas.</span></p>
<p>Clique nos livros abaixo para adquiri-los no Submarino:</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/143081/deusas+e+a+mulher:+nova+psicologia+das+mulheres,+as?franq=127800"><img class="alignnone" title="As Deusas e a Mulher" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/143081.jpg" alt="" width="180" height="180" /></a></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1572711/deusas+e+a+mulher+madura,+as?franq=127800"><img class="alignnone" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/1572711.jpg" alt="" width="180" height="180" /></a></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.submarino.com.br/menu/1060/Livros/?franq=127800"><img class="alignnone" src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/125x125_livros.jpg" alt="Livros - Submarino.com.br" width="125" height="125" /></a></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></p>
<div class="shr-publisher-438"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F438' data-shr_title='Deusas+Gregas%21+Com+quem+voc%C3%AA+se+parece%3F'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F438'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F438' data-shr_title='Deusas+Gregas%21+Com+quem+voc%C3%AA+se+parece%3F'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/438/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Interpretação de Sonhos</title>
		<link>http://psique.org/archives/421</link>
		<comments>http://psique.org/archives/421#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 03:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[Forums]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/?p=421</guid>
		<description><![CDATA[Existem numerosas críticas ao fato de se interpretar sonhos&#8230; _Porque os  sonhos são expressões simbólicas do inconsciente coletivo e, por serem simbólicos, qualquer interpretação poderia  desmanchar o símbolo. Acredito que interpretar um sonho é um método interessante para olharmos para &#8230; <a href="http://psique.org/archives/421">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Existem numerosas críticas ao fato de se interpretar sonhos&#8230;</p>
<p>_Porque os  sonhos são expressões simbólicas do inconsciente coletivo e,</p>
<p>por serem simbólicos, qualquer interpretação poderia  desmanchar o símbolo.</p>
<p>Acredito que interpretar um sonho é um método interessante para olharmos para dentro de nós mesmos( e muito divertido).</p>
<p>Aqui nosso forum sobre sonhos: <a href="http://psique.org/forum/viewforum.php?f=3">http://psique.org/forum/viewforum.php?f=3</a></p>
<p>Bons sonhos e Boa Noite!</p>
<p>Marilda Limberger</p>
<div class="shr-publisher-421"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F421' data-shr_title='Interpreta%C3%A7%C3%A3o+de+Sonhos'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F421'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F421' data-shr_title='Interpreta%C3%A7%C3%A3o+de+Sonhos'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/421/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dicas de como anotar seus sonhos</title>
		<link>http://psique.org/archives/271</link>
		<comments>http://psique.org/archives/271#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 22:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[Carl Gustav Jung]]></category>
		<category><![CDATA[freud]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/archives/271</guid>
		<description><![CDATA[Dicas de como anotar  seus sonhos: Tenha sempre ao lado da sua cama um bloco de notas ou um gravador  para registrar  o seu sonho - escreva, desenhe ou grave tudo o que lembrar de seu sonho, faça o registro  &#8230; <a href="http://psique.org/archives/271">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><strong><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/748px-Pierre-Cécile_Puvis_de_Chavannes_003.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-274" title="748px-Pierre-Cécile_Puvis_de_Chavannes_003" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/748px-Pierre-Cécile_Puvis_de_Chavannes_003-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></strong><strong> Dicas de como anotar  seus sonhos</strong>:</p>
<ul>
<li>Tenha sempre ao lado da sua cama um bloco de notas ou um gravador  para registrar  o seu sonho -<strong> </strong>escreva, desenhe ou grave tudo o que lembrar de seu sonho, faça o registro  calmamente sem se preucupar com a lógica, vá lembrando e escrevendo ou gravando de acordo com as lembranças que forem surgindo. Evite acender a luz  do teto do quarto, prefira acender a luz de um abajur ou lanterna.</li>
<li>Tenha um diário de sonhos, transfira as anotações do bloco de notas para o caderno assim que possivel, anote todos os detalhes do sonhos e que emoções sentiu, defina qual foi o ponto central do sonho( o que mais chamou atenção).</li>
<li>Dê um título para o sonho, ele vai dizer muito sobre o seu estado emocional.</li>
<li>Anote também o que vc. fez e o que sentiu no dia anterior, tente fazer uma ligação entre as emoções que sentiu durante o dia ou dias anteriores ao sonho. Veja se vc. quer lembrar das imagens ou elas lhe causam  constrangimento? Porque?</li>
<li>Pense nas personagens que apareceram  e dê um significado para cada um deles. Geralmente as personagens representam partes da psique do sonhador. Observe se apareceu alguma imagem mítica(arquétipo).</li>
<li>O  sonho é uma ferramenta  e uma experiência muito importante para o desvendar  o aculto em nós .</li>
<li>Antes de dormir peça para si-mesmo que ao acordar lembre o que sonhou.</li>
<li>Uma das funções dos sonhos é  provocar um encontro  entre a racionalidade do pensamento verbal com  a liberdade do pensamento em imagens e símbolos.</li>
</ul>
<p><em>O sonho é a realização de          um desejo:</em></p>
<p>&#8220;&#8230;Quando, após passarmos por um          estreito desfiladeiro, de repente emergimos num trecho de terreno elevado,          onde o caminho se divide e as mais belas paisagens se desdobram por todos          os lados, podemos parar por um momento e considerar em que direção deveremos          começar a orientar nossos passos. É esse o nosso caso, agora que ultrapassamos          a primeira interpretação de um sonho. Encontramo-nos em plena luz de uma          súbita descoberta. Não se devem assemelhar os sonhos aos sons desregulados          que saem de um instrumento musical atingido pelo golpe de alguma força          externa, e não tocado pela mão de um instrumentista (cf. págs. 98-9);          eles não são destituídos de sentido, não são absurdos; não implicam que          uma parcela da nossa reserva de representações esteja adormecida enquanto          outra começa a despertar. Pelo contrário, são fenômenos psíquicos de inteira          validade, realizações de desejos; podem ser inseridos na cadeia dos atos          mentais inteligíveis de vigília; são produzidos por uma atividade mental          altamente complexa&#8230;&#8221;</p>
<p>FREUD, Sigmund. <em>A Interpretação dos Sonhos</em>. Volumes          1 e 2. São Paulo: Círculo do Livro. Tradução de Walderedo Ismael de Oliveira          e revisão de Vera Ribeiro.</p>
<div>
<p><span style="color: #ff0000;">&#8220;Dentro de cada um de nós há um outro que não conhecemos. Ele fala conosco por meio dos sonhos.&#8221;(Carl Jung)</span></p>
</div>
<p>Tenha bons sonhos,<br />
Marilda Limberger</p>
<p>Se você desejar postar seus sonhos, pode utilizar nosso fórum: <a href="http://psique.org/forum/viewforum.php?f=3">http://psique.org/forum/viewforum.php?f=3</a></p>
<div class="shr-publisher-271"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F271' data-shr_title='Dicas+de+como+anotar+seus+sonhos'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F271'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F271' data-shr_title='Dicas+de+como+anotar+seus+sonhos'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/271/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conto de Fadas &#8211; Carl Gustav Jung</title>
		<link>http://psique.org/archives/207</link>
		<comments>http://psique.org/archives/207#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 01:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Carl Gustav Jung]]></category>
		<category><![CDATA[Conto de Fadas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/?p=207</guid>
		<description><![CDATA[Carl Jung disse que: &#8220;É nos contos de fadas onde se melhor se pode estudar anatomia comparada da psique: Nos mitos, lendas; ou qualquer outro material mitológico mais elaborado obtém-se as estruturas básicas da psique humana, através da grande quantidade &#8230; <a href="http://psique.org/archives/207">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Carl Jung disse que: &#8220;É nos contos de fadas onde se melhor se pode estudar anatomia comparada da psique: Nos mitos, lendas; ou qualquer outro material mitológico mais elaborado obtém-se as estruturas básicas da psique humana, através da grande quantidade de material cultural. Mas nos contos de fadas existe um material consciente culturalmente muito menos específico e, conseqüentemente, eles oferecem uma imagem mais clara das estruturas psíquicas&#8221;.</p>
<p>Faça a experiência leia um conto de fadas e responda as seguintes perguntas:</p>
<p>1) Qual é a sua impressão geral sobre o conto de fadas?</p>
<p>2) Que sentimentos lhe provocaram?</p>
<p>3) Que recordações lhe evocam?</p>
<p>4) Que idéias lhe sugerem?</p>
<p>5) Analise a experiência e atitude das pessoas (personagens do conto de fadas). O que aconteceu? Quando? Como? Por quê? Quais pessoas inferferiam? Como e por quê? Quais foram as conseqüências?</p>
<p>6) Que valor ético você atribuiu ao modo de pensar, sentir e agir dos personagens? Por quê?</p>
<p>7) Em quais elementos o conto de fadas coincide com as pessoas que você conhece na forma de pensar, sentir e agir?</p>
<div id="attachment_213" class="wp-caption alignnone" style="width: 271px"><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/CarlGustavJung.jpg"><img class="size-medium wp-image-213" title="Carl Gustav Jung" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/CarlGustavJung-261x300.jpg" alt="Carl Gustav Jung escrevendo" width="261" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Carl Gustav Jung</p></div>
<p>Boa leitura,</p>
<p>Boa noite!</p>
<p>Marilda Limberger</p>
<div class="shr-publisher-207"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F207' data-shr_title='Conto+de+Fadas+-+Carl+Gustav+Jung'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F207'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F207' data-shr_title='Conto+de+Fadas+-+Carl+Gustav+Jung'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/207/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que são ? E para que servem?</title>
		<link>http://psique.org/archives/111</link>
		<comments>http://psique.org/archives/111#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 15:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Floral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/?p=111</guid>
		<description><![CDATA[Resumidamente o que é psicanálise, análise Junguiana (psicologia analítica) e terapia floral <a href="http://psique.org/archives/111">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><strong>PSICANÁLISE </strong> é um método de investigação dos processos psíquicos e um método de tratamento dos distúrbios psíquico-emocionais. Criado pelo Neurologista austríaco Sigmund Freud. Caracteriza-se por uma visão dinâmica de todos os aspectos da vida mental, conscientes ou inconscientes, salientando no entanto o papel destes últimos.A psicanálise é a união entre a pesquisa e o tratamento, é impossivel tratar sem aprender alguma coisa nova, todo esclarecimento leva a libertação psíquica. As técnicas de investigação e tratamento, caraterísticas da psicanálise consistem na observação das expressões de associacões livres, sonhos e de fatos de transferência emocional. Já se demonstrou que, depois de alguns anos de sessões, a psicanálise é capaz de alterar a química cerebral, assim como os remédios.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>ANÁLISE JUNGUIANA </strong>também chamada psicologia analítica, tem como referencial a obra do psiquiatra Carl Gustav Jung. Foi desenvolvida com base nos estudos de Freud e no amplo conhecimento que Jung tinha da tradição psicológica contida na alquimia e na mitologia. Ela parte do pressuposto de que a psique é formada por uma parte consciente e outra inconsciente e introduz o conceito de que o inconsciente se apresenta sob dois aspectos, um pessoal e outro coletivo. O processo terapêutico têm a finalidade de promover a harmonização entre essas instâncias(pessoais e coletivas), através da reflexão sobre as manifestações psíquicas, como emoções, idéias e sonhos (que Jung chamou de símbolos). O processo permite ao indivíduo exercer melhor suas potencialidades. O foco do processo analítico é a demanda de cada indivíduo. É indicada em diferentes contextos, seja como tratamento em várias situações psicológicas , seja como um processo de autoconhecimento profundo. Jung via a psique como positiva e negativa, um repositório não só das memórias e das pulsões reprimidas, mas também uma instância da dinâmica da divindade.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>TERAPIA FLORAL </strong>as essências florais e seu poder de cura foram descobertas por um médico inglês chamado Edward Bach que pesquisou a natureza curativa das florais.Bach dizia que a doença é a cristalização de uma atitude mental e que basta tratar esta atitude para que a enfermidade cesse.Deve-se tratar a personalidade do paciente e não a doença.As essências herbais são utilizadas como instrumento de harmonização das forças da natureza em cumunhão com o organismo humano, levando as pessoas ao completo equilíbrio mental, emocional e espiritual. As essências florais protegem o corpo energético, equilibrando harmonizando.Os Florais de Bach são 38 essências extraídas de flores silvestres do País de Gales, na Grã Bretanha.</p>
<p>O composto floral é preparado com água mineral, essência floral e conhaque como conservante.&#8221;</p>
<p><em>Cada Técnica tem seus próprios objetivos e pretensões e as pessoas reagem de modo diferente e particular a tratamentos diferentes. Algumas podem não ter efeito comprovado, mas ainda assim, fazer bem &#8211; por exemplo- ao reduzir o estresse e ansiedade. E a ciência sabe que reduzir o estresse e a ansiedade é bom para saúde, aliando-se ao postulado pela Organização mundial de saúde,OMS, que vê a saúde como um estado de bem-estar biopsicossocial e ambiental. A psicanálise aliada a outras técnicas psicoterápicas atua de maneira eficiente na reorganização do EU, trazendo a saúde psico-emocinal de volta, é uma maneira eficiente para que as pessoas solucionem ou amenizem seus sofrimentos fisico-emocionais.</em></p>
<p>Marilda Nunes dos Santos Limberger &#8211; Brasília (DF)</p>
<p>Psicanálise/Análise Junguiana</p>
<p>Fones: (61)81162668 – (61)33529815</p>
<p><a href="mailto:mar@psique.org" target="_blank">mar@psique.org</a></p>
<div class="shr-publisher-111"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F111' data-shr_title='O+que+s%C3%A3o+%3F+E+para+que+servem%3F'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F111'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F111' data-shr_title='O+que+s%C3%A3o+%3F+E+para+que+servem%3F'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/111/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mito Psiquê</title>
		<link>http://psique.org/archives/30</link>
		<comments>http://psique.org/archives/30#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 00:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deusas Gregas]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/blog/?p=30</guid>
		<description><![CDATA[Este mito tem sido utilizado como metáfora para jarnada psicológica feminina por diversos analistas Junguianos. O mito fala de um amor confuso que passa por muitas provações mas que no final triunfa. <a href="http://psique.org/archives/30">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Este mito tem sido utilizado como metáfora para jarnada psicológica feminina por diversos analistas Junguianos. O mito fala de um amor confuso que passa por muitas provações mas que no final triunfa.<br />
Vamos ao Mito:<br />
Psiquê palavra grega que significa alma (sendo comum de se encontrar representações de Psiquê com asas de borboleta).<br />
O mito de Psiquê é narrado no livro O Asno de Ouro de Apuleio, que a cita como uma bela mortal por quem Eros, o deus do amor se apaixonou. Tão bela que despertou a fúria de Afrodite, deusa da beleza e do amor, mãe de  Eros- pois os homens deixavam de freqüentar seus templos para adorar uma simples mortal.<br />
A deusa mandou seu filho atingir Psiquê com suas flechas, fazendo-a se apaixonar pelo ser mais monstruoso existente. Mas, ao contrário do esperado, Eros acaba se apaixonando pela moça &#8211; acredita-se que tenha sido espetado acidentalmente por uma de suas próprias setas.<br />
Com o próprio deus do Amor apaixonado por ela, suas setas não foram lançadas para ninguém. O tempo passava, Psiquê não gostara de ninguém, e nenhum de seus admiradores tornara-se seu pretendente.<br />
O rei, pai de Psiquê, cujo nome é desconhecido, preocupado com o fato de já ter casado duas de suas filhas, que nem de longe eram belas como Psiquê, quis saber a razão pela qual esta não conseguia encontrar um noivo. Consulta então o Oráculo de Delfos, que prevê, induzido por Eros, ser o destino de sua filha casar com um ente monstruoso.<br />
Após muito pranto, mas sem ousar contrariar a vontade de Apolo, a jovem Psiquê foi levada ao alto de um rochedo e deixada à própria sorte, até adormecer e ser conduzida pelo vento Zéfiro a um palácio magnifico, que daquele dia em diante seria seu.<br />
Lá chegando a linda princesa não encontrou ninguém, mas tudo era suntuoso e, quando sentiu fome, um lauto banquete estava servido. À noite, uma voz suave a chamava e, levada por ela, conheceu as delícias do Amor, nas mãos do próprio deus do amor&#8230;<br />
Os dias se passavam, e ela não se entediava, tantos prazeres tinha: acreditava estar casada com um monstro, pois Eros não lhe aparecia e, quando estavam juntos, usava sempre um capuz. Ele não podia revelar sua identidade pois, assim, sua mãe {Vênus, que é o nome de Afrodite na mitologia romana) descobriria que não cumprira suas ordens &#8211; e apesar disto, Psiquê amava o esposo, que a fizera prometer-lhe jamais retirar-lhe o capuz.<br />
Passado um tempo, a bela jovem sentiu saudade de suas irmãs e, implorando ao marido que permitisse que elas fossem trazidas a seu encontro. Eros resistiu e, ante sua insistência, advertiu-a para a alma invejosa das mulheres.<br />
As duas irmãs foram, enfim, levadas. A princípio mostraram-se apiedadas do triste destino da sua irmã, mas vendo-a feliz, num palácio muito maior e mais luxuoso que o delas, foram sendo tomadas pela inveja. Constataram, então, que a irmã nunca tinha visto a face do marido, então sugeriram-lhe que, à noite, quando este adormecesse, tomasse de uma lâmpada e uma faca: com uma iluminaria o seu rosto; com a outra, se fosse mesmo um monstro, o mataria, tomando posse de todas as riquezas.<br />
Chegada a noite Psiquê, julgando que os conselhos das irmãs eram ditados por amizade, pôs em execução o plano que elas haviam lhe dito: Após perceber que seu marido entregara-se ao sono, levantou-se tomando uma lâmpada e uma faca, e dirigiu a luz ao rosto de seu esposo, com intenção de matá-lo.<br />
A jovem, espantada e admirada com a beleza de seu marido, desastradamente deixa pingar uma gota de azeite quente sobre o ombro dele. Eros acorda &#8211; o lugar onde caiu o óleo fervente de imediato se transforma numa chaga: o Amor está ferido.<br />
Percebendo que fora traído, Eros enlouquece, e foge, gritando repetidamente: O amor não sobrevive sem confiança!<br />
Psiquê fica sozinha, e desesperada com seu erro, no imenso palácio. Precisa reconquistar o Amor perdido.<br />
A Busca pelo Amor<br />
Psiquê vaga pelo mundo, desesperada, até que resolve consultar-se num templo de Afrodite. A deusa, já cientificada de que fora enganada, e mantendo Eros sob seus cuidados, decide impor à pobre alma uma série de tarefas, esperando que delas nunca se desincumbisse, ou que tanto se desgastasse que perdesse a beleza&#8230;<br />
As  Quatro Tarefas de Psiquê<br />
As quatro tarefas dadas por Afrodite têm grande valor simbólico. Cada uma das tarefas representa uma capacidade que as mulheres precisam desenvolver. A cada tarefa Psiquê adquire uma habilidade que não tinha antes; com ajuda das forças da natureza Psiqué consegue cumprir todas as tarefas.  Todas nós mulheres em determinado momento de nossas vidas passamos por fazes que devemos desenvolver dentro de nós mesmas estas habilidades que aparentemente parecem ser impossíveis.<br />
Tarefa nº1- OS GRÃOS( separar as sementes): A princesa foi colocada num quarto onde uma montanha de grãos de diversos tipos: milho, cevada, milhete, papoula, ervilha, lentilha e feijão tinham sido misturados. Psiquê devia separá-los, conforme cada espécie, antes do anoitecer. A jovem  fica desesperada mas, surgem milhares de formigas que, grão a grão, os separa do monte e os reúne consoante sua categoria. Da mesma maneira quando devemos tomar uma decisão importante em nossas vidas devemos  classificar nossos sentimentos fazer um apanhado geral do que temos, então aos poucos ir separado o que convém e o que não convém, tarefa dificil  que exige contato direto com nossas forças internas(forças da natureza). Quando uma mulher fica diante de uma situação aparentemente impossível de ser resolvida e não se precipita em resolvê-la  até que  sua visão seja clara, ela esta demonstrando confiança na sua força interna femina (força da Natureza).</p>
<div id=":z6">Amanhã conto mais&#8230;</div>
<div class="shr-publisher-30"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F30' data-shr_title='Mito+Psiqu%C3%AA'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F30'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F30' data-shr_title='Mito+Psiqu%C3%AA'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://psique.org/archives/30/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

