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	<title>Blog do Psique.org &#187; Espiritualidade</title>
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	<description>Psicanálise - Terapias - Grupos</description>
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		<title>Não Podemos Ter a Certeza de Nada</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 15:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://psique.org/archives/866/pensar1-3" rel="attachment wp-att-867"><img alt="" class="alignleft size-full wp-image-867" height="193" src="/wp-content/uploads/2011/12/pensar1.jpg" title="pensar[1]" width="189" /></a>Somos todos iguais na fragilidade com que percebemos que temos um corpo e ilus&otilde;es. As ambi&ccedil;&otilde;es que demor&aacute;mos anos a acreditar que alcan&ccedil;&aacute;vamos, a pouco e pouco, a pouco e pouco, n&atilde;o s&atilde;o nada quando vistas de uma perspectiva apenas ligeiramente diferente. Daqui, de onde estou, tudo me parece muito diferente da maneira como esse tudo &eacute; visto da&iacute;, de onde est&aacute;s. Depois, h&aacute; os olhos que est&atilde;o ainda mais longe dos teus e dos meus. Para esses olhos, esse tudo &eacute; nada. Ou esse tudo &eacute; ainda mais tudo. Ou esse tudo &eacute; mil coisas vezes mil coisas que nos s&atilde;o imposs&iacute;veis de compreender, apreender, porque s&oacute; temos uma &uacute;nica vida.</p>
<p>&mdash; Porqu&ecirc;, pai?</p>
<p><span id="more-866"></span></p>
<p>&mdash; N&atilde;o sei. Mas creio que &eacute; assim. S&oacute; temos uma &uacute;nica vida.</p>
<p>E foi-nos dado um corpo sem respostas.</p>
<p>E, para nos defendermos dessa indefini&ccedil;&atilde;o, transform&aacute;mos as certezas que constru&iacute;mos na nossa pr&oacute;pria biologia. Fomos e somos capazes de acreditar que a nossa exist&ecirc;ncia dependia delas e que n&atilde;o ser&iacute;amos capazes de continuar sem elas. Aquilo em que queremos acreditar corre no nosso sangue, &eacute; o nosso sangue. Mas, em consci&ecirc;ncia absoluta, n&atilde;o podemos ter a certeza de nada. Nem de nada de nada, nem de nada de nada de nada. Assim, repetido at&eacute; nos sentirmos rid&iacute;culos. E sentimo-nos rid&iacute;culos muitas vezes e, em cada uma delas, a &uacute;nica raz&atilde;o desse rid&iacute;culo &eacute; n&atilde;o conseguirmos expulsar da nossa biologia, do nosso sangue, dos nossos &oacute;rg&atilde;os, essas certezas injustificadas, ou justificadas por palavras sempre incompletas. Mas &eacute; bom que seja assim. Porque podemos continuar e, enquanto continuamos, continuamos. Estamos vivos. Ou acreditamos que estamos vivos, o que &eacute;, talvez, a mesma coisa.</p>
<p>&mdash; Porqu&ecirc;, pai?</p>
<p>&mdash; Porque o amor, filho.</p>
<p>(Jos&eacute; Lu&iacute;s Peixoto, in &#39;Abra&ccedil;o&#39;)</p>
<div class="shr-publisher-866"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F866' data-shr_title='N%C3%A3o+Podemos+Ter+a+Certeza+de+Nada'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F866'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F866' data-shr_title='N%C3%A3o+Podemos+Ter+a+Certeza+de+Nada'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>O que é a vida natural?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 15:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[Para entender o que é a vida natural, será necessário distinguí- la do que é anti-natural. A vida depende da seleção de (1) alimento, (2) moradia, e (3) companhia. Para ter uma vida natural, os animais inferiores escolhem para si &#8230; <a href="http://psique.org/archives/822">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://psique.org/archives/822/sri" rel="attachment wp-att-823"><img src="/wp-content/uploads/2011/10/Sri.jpg" alt="" title="Sri" width="195" height="258" class="alignleft size-full wp-image-823" /></a>
<p> Para entender o que é a vida natural, será necessário distinguí- la do que é anti-natural. A vida depende da seleção de (1) alimento, (2) moradia, e (3) companhia. Para ter uma vida natural, os animais inferiores escolhem para si mesmo esses elementos com a ajuda de seus instintos e das sentinelas naturais colocadas nas entradas sensoriais – os órgãos da visão, da audição, tato, olfato e paladar. Entretanto, nos homens em geral estes órgãos estão desde a infância de tal forma pervertidos pela vida anti-natural, que pouca confiança se pode ter em seus julgamentos. Portanto, para compreender quais são nossas necessidades naturais, devemos depender de observação, experiência e razão.</p>
<p>O que é alimento natural para o homem? Primeiro, para escolher o alimento natural, devemos observar a formação dos órgãos que cooperam na digestão e na nutrição, os dentes e o canal digestivo; a tendência natural dos órgãos dos sentidos que guiam os animais para o seu alimento; e a nutrição da prole. Observação dos dentes. Pela observação dos dentes, notamos que nos animais carnívoros os incisivos são pouco desenvolvidos, mas os caninos bastante longos, lisos e pontiagudos, para apanhar a presa. Os molares também são pontudos; estas pontas entretanto, não se unem, mas se ajustam estreitamente lado à lado para separar as fibras musculares.</p>
<p>Nos animais herbívoros os incisivos são notavelmente desenvolvidos, os caninos reduzidos (embora algumas vezes sejam longos, como as presas dos elefantes), os molares são largos na parte superior e revestidos de esmalte só nas faces laterais. Nos frugívoros todos os dentes tem quase a mesma altura; os caninos são pouco projetados, cônicos e rombudos (obviamente não planejados para agarrar a presa, mas para exercer força). Os molares tem coroa larga revestida na parte superior de pregas esmaltadas para evitar o desgaste causado pelo seu movimento lateral, não são pontu- dos, inapropriados para mastigar carne.</p>
<p>Por outro lado, nos animais onívoros, como os ursos, os incisivos se assemelham aos dos herbívoros, os caninos são como os dos carnívoros, e os molares não só são pontudos mas também largos na parte superior, para servir a um duplo propósito. Agora, se observarmos a formação dos dentes no homem, veremos que eles não se parecem com os dentes dos carnívoros, nem com os dos herbívoros ou dos onívoros. Eles se parecem exatamente como os dos animais frugívoros. A dedução razoável portanto, é de que o homem é um frugívoro ou um animal comedor de frutas. Observação do canal digestivo. Pela observação do canal digestivo, verificamos que os intestinos dos animais carnívoros são de três à cinco vezes mais longos que seu corpo, quando medidos da boca ao ânus, e seu estômago é quase esférico. Os intestinos dos herbívoros são vinte e oito vezes mais longos que seu corpo, e seu estômago é mais estendido e de estrutura composta. Porém, os intestinos dos animais frugívoros têm de dez a doze vezes a extensão de seu corpo; seu estômago é um pouco mais largo do que o dos carnívoros e tem um prolongamento no duodeno, que funciona como um segundo estômago.</p>
<p>Não é exatamente a formação que encontramos nos seres humanos, embora a anatomia diga que os intestinos humanos tem de três a cinco vezes a extensão do corpo humano – cometendo-se um equívoco ao se medir o corpo da parte superior da cabeça até a sola dos pés, em vez de partir da boca ao ânus. Assim, podemos novamente inferir que o homem é com toda probabilidade um animal frugívoro. Observação dos órgãos dos sentidos. Pela observação da tendência natural dos órgãos dos sentidos – indicadores que determinam o que é nutritivo – os quais direcionam todos os animais para o seu alimento, verificamos que quando o animal carnívoro encontra a presa, sente tanto prazer que seus olhos começam a brilhar; audaciosamente ataca a vítima e sorve com sofreguidão os jatos de sangue. Ao contrário, os herbívoros recusam até mesmo seu alimento natural, deixando-o intacto, se nele houver o menor vestígio de sangue. Seus sentidos do olfato e visão induzem-os a escolher a grama e outras ervas como alimento, degustando-as com prazer. Similarmente, com animais frugívoros percebemos que seus sentidos sempre os dirigem para os frutos das árvores do campo.</p>
<p>Nos homens de todas as raças verificamos que os seus sentidos de olfato, audição e visão nunca os levam à matança de animais; ao contrário, eles não podem sequer suportar a visão dessas chacinas. É sempre recomendável que os matadouros sejam mantidos bem longe das cidades; os homens com freqüência, expedem rigorosos regulamentos proibindo o transporte de carnes descobertas. Pode-se então considerar a carne um alimento natural do homem, quando seus olhos e seu nariz positivamente a rejeitam, a menos que venha disfarçada com o sabor de temperos, sal e açúcar? Por outro lado, como achamos deliciosa a fragrância das frutas, cuja visão nos deixa muitas vezes com água na boca. Pode-se também notar que vários cereais e raízes tem odor e sabor gradáveis, embora fracos, mesmo quando não estão preparados. Portanto, mais uma vez, somos levados a deduzir por estas observações de que o homem tende à ser um animal frugívoro.</p>
<p>Observação da alimentação das crianças. Observando a alimentação das crianças, vemos que o leite é sem dúvida o alimento do recém-nascido. A mãe não terá leite o bastante se não comer frutas, cereais e vegetais como seu alimento natural. A Causa das doenças. Portanto, a única conclusão razoável à que se pode chegar a partir destas observações é a de que os vários cereais, frutas, raízes, e – como bebida – leite, e água pura exposta ao ar e ao sol, são de modo indiscutível o melhor alimento natural para o homem. Por serem adequados ao nosso sistema, quando ingeridos de acordo com a capacidade dos órgãos digestivos, estes alimentos bem mastigados e misturados com a saliva, serão facilmente assimilados. Outros alimentos não são naturais para o homem, e sendo incompatíveis com o sistema são necessariamente estranhos à ele; quando entram no estômago, não são adequadamente assimilados. Misturados com o sangue, acumulam-se nos órgãos excretórios e em órgãos não adaptados adequadamente à eles. Se não são eliminados, depositam-se nas fendas dos tecidos pela lei da gravidade; e, ao fermentarem, produzem doenças mentais e físicas, levando à uma morte prematura.</p>
<p>O desenvolvimento das crianças. A experiência também prova que a dieta natural, não irritante, do vegetarianismo é quase sem exceções admiravelmente apropriada para o desenvolvimento das crianças, tanto físico como mental. Suas principais faculdades, mentes, discernimentos, vontades, temperamentos e disposição geral serão também harmoniosamente desenvolvidos. A vida natural acalma as Paixões. Verificamos que quando se empregam meios incomuns, tais como jejum excessivo, flagelação ou clausura monástica, com a finalidade de suprimir as paixões sexuais, raras vezes consegue-se o efeito desejado. A experiência mostra entretanto, que o homem pode facilmente dominar estas paixões, o arqüiinimigo da moralidade, pela vida natural baseada numa dieta não irritante, acima referida; deste modo, os homens obtém a tranqüilidade da mente, que os psicólogos sabem ser extremamente favorável à atividade mental, à uma compreensão lúcida, bem como à uma judiciosa maneira de pensar.</p>
<p>Desejo sexual. Algo mais deve ser dito aqui sobre o instinto natural de procriação, que é depois do instinto de auto-conservação, o mais forte no corpo animal. O desejo sexual, como todos os outros desejos, tem um estado normal e outro anormal ou doentio, este último resultante unicamente da matéria estranha acumulada pela vida anti-natural, como já mencionamos. No desejo sexual, cada um tem um termômetro muito preciso para indicar a condição de sua saúde. Este desejo ultrapassa seu estado normal devido à irritação nervosa resultante da pressão da matéria estranha acumulada no sistema, pressão esta exercida sobre o aparelho sexual, manifestada primeiro por um exacerbado desejo sexual, depois por uma gradual redução da potência.</p>
<p>O desejo sexual em seu estado normal deixa o homem completamente livre de todas as perturbações lascivas, e só atua no organismo (despertando um desejo de saciedade) raramente. Aqui, outra vez, a experiência demonstra que este desejo, como todos os outros, é sempre normal em indivíduos que vivem uma vida natural, como já mencionamos. A raiz da árvore da vida. O órgão sexual – junção de importantes extremidades nervosas, particularmente dos nervos simpáticos e espinhais (nervos principais do abdômen), os quais através de sua conexão com o cérebro, são capazes de estimular todo o sistema – é, em certo sentido, a raiz da árvore da vida. O homem bem instruído no uso adequado do sexo pode manter seu corpo e sua mente saudáveis e viver uma vida inteiramente agradável.</p>
<p>Os princípios práticos da saúde sexual não são ensinados porque o povo considera o assunto impuro e obsceno. Assim, em sua cegueira, a humanidade tem a presunção de lançar um véu sobre a Natureza, porque ela lhe parece impura, esquecendo que ela é sempre imaculada e que tudo que existe de impuro e indecoroso está na mente do homem e não na natureza. Por conseguinte, é claro que o homem, ignorando a verdade sobre os perigos do abuso da força sexual, sendo compelido à práticas errôneas através da irritação nervosa resultante de uma vida anti-natural, sofrerá perturbadoras moléstias na vida, tornando-se uma vítima de morte prematura. A moradia do homem. Em segundo lugar, vem a casa onde moramos. Podemos facilmente compreender, quando nos sentimos mal ao entramos numa sala abarrotada depois de respirarmos o ar fresco do alto de uma montanha ou de um vasto campo ou jardim, que a atmosfera da cidade ou de qualquer aglomerado urbano é anti-natural para se morar. A atmosfera revigorante do alto de uma montanha, de um campo, jardim ou de um lugar seco e arborizado situado num espaçoso terreno, bem ventilado com ar fresco, é a moradia apropriada para o homem em harmonia com a natureza.</p>
<p>A companhia que devemos ter. Em terceiro lugar está a companhia que devemos ter. Aqui também, se ouvirmos os ditames de nossa consciência e consultarmos nossa inclinação natural, verificaremos que preferimos as pessoas cujo magnetismo nos afeta harmoniosamente, que acalmam nosso organismo, tonificam internamente nossa vitalidade, desenvolvem nosso amor natural, aliviando nossos sofrimentos, nos transmitindo paz. Isto quer dizer que devemos estar na companhia de Sat ou Salvador, e como já aludimos antes, devemos evitar a companhia de Asat. Na companhia de Sat temos a possibilidade de gozar uma saúde perfeita, física e mental, e nossa vida é prolongada. Se, por outro lado, não seguimos o conselho da Mãe Natureza, nem ouvimos os ditames de nossa consciência pura, mantendo a companhia de tudo que foi designado como A sat, produz-se um efeito oposto, prejudicando a saúde e encurtando a vida. Necessidade de Vida Natural e Pureza. Por conseguinte, a vida natural favorece a prática de Yama, as abstenções ascéticas. Sendo a pureza da mente e do corpo igualmente importante na prática de Niyama, as observâncias ascéticas, devem-se fazer todas as tentativas para atingir essa pureza.”</p>
<p>(Sri Yuktéswar – A Ciência Sagrada)</p>
<div class="shr-publisher-822"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F822' data-shr_title='O+que+%C3%A9+a+vida+natural%3F+'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F822'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F822' data-shr_title='O+que+%C3%A9+a+vida+natural%3F+'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Dogma</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 12:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[zen]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão sobre a questão do dogma, em resposta a um questionamento levantado acerca do zen, por um simpatizante: &#8220;Andei pensando sobre a questão do &#8220;dogma&#8221;, pois em seu livro &#8216;Psicologia Budista&#8217; o Mestre Tokuda diz que o budismo não tem &#8230; <a href="http://psique.org/archives/805">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div>
<blockquote>
<div><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">Reflexão sobre a questão do dogma, em resposta a um</span><a rel="attachment wp-att-806" href="http://psique.org/archives/805/arvore3"><img class="alignleft size-medium wp-image-806" title="arvore3" src="/wp-content/uploads/2011/09/arvore3-300x254.jpg" alt="" width="300" height="254" /></a><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"> questionamento levantado acerca do zen, por um simpatizante:</span></span></strong><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">&#8220;Andei pensando sobre a questão do &#8220;dogma&#8221;, pois em seu livro &#8216;Psicologia Budista&#8217;  o Mestre Tokuda diz que o budismo não tem dogmas, apenas algumas  teorias fundamentais. Procurei pelo significado da palavra dogma e  percebi que se trata de algo que não é passível de explicação, que não  pode ser provado ou compreendido em sua relação causal. Como a  existência de Deus, a trindade ou concepção divina de Jesus através da  virgem Maria, no cristianismo. É uma questão de fé.&#8221;<span id="more-805"></span></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">Há uma diferença  importante aqui. O sentido de fé no budismo adquire outros contornos, é  uma confiança básica. A orientação que o Mestre Zen oferece não é  explicada por uma questão metodológica e não porque a explicação não  seja possível. Ele não explica para estar de acordo com os princípios e  finalidades da própria relação com o discípulo, que são muito  específicas do contexto do treinamento. E como na Sociedade Soto Zen se  trata de um grupo de praticantes que se reúnem em torno de um mestre  para aprender e praticar, precisa seguir a metodologia do zen.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">Isso pode ser explicado,  embora a explicação não ofereça a experiência do que verdadeiramente é  essa metodologia e aprendizado. Trata-se de não oferecer a explicação  para levar o discípulo aos limites do pensamento, a buscar além de uma  compreensão racional, intelectual da questão e encontrar a experiência  direta do que seja essa verdade que está sendo transmitida, que está  além da dualidade típica da mente discriminativa. É como se no caso de  um psicanalista ao invés de realizar a intervenção precisa no momento  oportuno, ele fosse dar uma explicação racional para tudo que está  acontecendo. O paciente iria entender, mas isso não iria produzir o  efeito pretendido pela análise. Bem, falo da análise para tentar um  paralelo aproximativo de coisas que lhe são mais familiares.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">Portanto não explicar  não constitui um dogma, embora a pessoa que escuta seja solicitada a  aceitar sem que seja explicado. A explicação existe, essa é a diferença.  A pessoa pode chegar a ela por sua própria maturação ou pode receber a  explicação num outro momento, quando o efeito já se produziu e não há  mais motivo para não explicar. Isso aconteceu várias vezes comigo, em  relação ao contato com o Mestre. Há coisas que não entendo hoje, mas o  que já passou, já vivi e foi uma questão, encontrou seu sentido, por mim  ou muitas vezes pelo diálogo com ele sobre minhas experiências em  trabalhar com o problema ( sentido de enigma &#8211; Koan em linguagem zen).</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">Mas isto precisa ficar  claro, pois é um ponto que diz respeito à finalidade da própria  constituição do grupo, seus objetivos em torno do ensinamento do zen, e  não de outra escola, portanto dentro desta metodologia. Acho que cada  praticante que seja admitido deve ter ciência disso. Isso tudo é muito  específico do âmbito religioso e não se aplicaria a outro tipo de  instituição, mas existe em outras tradições. É o sentido da entrega, sem  a qual o caminho espiritual não se realiza, pois é obstruído pelo ego  que quer saber de tudo, ser tudo, ter tudo. Na ordem franciscana seria o  voto de obediência que precisa ser quase incondicional. Com os olhos do  mundo não podemos entender ou aceitar, parece absurdo.</span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;">fonte: retirei das perguntas e respostas  do portal zen-budista </span>http://www.daissen.org.br/</p>
</div>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"><br />
</span></span></strong></p></blockquote>
</div>
<div class="shr-publisher-805"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F805' data-shr_title='Dogma'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F805'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F805' data-shr_title='Dogma'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>AS VÁRIAS FORMAS DE AMOR</title>
		<link>http://psique.org/archives/762</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 11:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>

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		<description><![CDATA[Em nossa língua portuguesa utilizamos o conceito amor para definir muitas coisas. É comum ouvirmos pessoas que dizem: ”eu amo meus pais! Eu amo meus filhos! Eu amo a natureza!” Quem é mais religioso costuma dizer: “eu amo vir à &#8230; <a href="http://psique.org/archives/762">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><strong><span style="color: #ff0000;"><a rel="attachment wp-att-763" href="http://psique.org/archives/762/amor"><img class="alignleft size-medium wp-image-763" title="amor" src="/wp-content/uploads/2011/09/amor-300x285.jpg" alt="" width="300" height="285" /></a>Em nossa língua portuguesa utilizamos o conceito amor para  definir muitas coisas. É comum ouvirmos pessoas que dizem: ”eu amo meus  pais! Eu amo meus filhos! Eu amo a natureza!” Quem é mais religioso  costuma dizer: “eu amo vir à igreja!” Entre os jovens, às vezes ouvimos:  “eu amo tal pessoa! Hoje eu quero encontrar alguém para fazer amor!”  Assim, o significado da palavra amor toma dimensões diferentes conforme o  caso e a situação.<span id="more-762"></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">No momento histórico em que a Filosofia começou a se  afirmar como mais uma forma de conhecimento da realidade, no mundo  grego, o conceito amor tinha pelo menos oito significados diferentes.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">A primeira forma de amor era o Pornéia1, ou seja, um amor  voraz e devorador. Como exemplo, temos o amor da criança em relação ao  processo de amamentação. Depois nos deparamos com uma forma de amor  possessivo a que eles chamavam de amor Pathé e mania. Observe que é o  mesmo radical da palavra patologia e o mesmo de paixão.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Daí que, para Platão, a paixão era uma enfermidade do  coração e precisava ser controlada. Na escala dos diferentes níveis de  amor, segundo os gregos, encontraremos o amor Eros. Aqui temos o amor  desejo, isto é, “eu a amo, por isso maravilhome com ela. Quero que ela  esteja próxima a mim para que eu possa cuidá-la”.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Estas três primeiras formas de amor são definidas como  “amor sentimento” porque elas nascem na parte vegetativa, como dizia  Aristóteles. A primeira forma de “amor atitude” que assim definimos,  para os gregos, era o amor Estorgue, o que para eles tinha o significado  de amor harmonia. Ele ocorre em nós quando desejamos nos harmonizar com  os outros, com nós mesmos ou com a natureza. O tipo seguinte de amor é o  Philia: amizade.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Para os gregos, esta forma de amor sofria variações. A  forma de amor entre parentes, dos pais para com seus filhos e  vice-versa, era denominada de amor Physiqué. A Philia Zeiniqué era o  amor como hospitalidade, por exemplo, no ato de receber bem os amigos em  nossos lares. Já a Philia Estouriqué significava o amor entre duas  pessoas, uma doando-se à outra, querendo também que o outro seja feliz,  um sem ter inveja do outro. Portanto, a autêntica amizade.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">O amor Énnoia como devotamento, como dom ou doação, e o  amor Kháris, gratidão. Para eles, era muito significativo olhar para  alguém e poder dizer: “muito obrigado por você existir na minha vida!”  Se usarmos o arco-íris como metáfora, poderíamos dizer que a última cor  seria o amor .</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Este, para os gregos, significava a gratuidade, o amor  incondicional ao outro. Eu faço o bem pelo prazer de fazê-lo, sem  desejar nada em troca. Ou seja, o que os cristãos2 chamam de amor  caridade. É importante destacar o fato de muitos atores sociais só  conhecerem algumas cores deste “arco-íris”, razão esta que nos permite  compreender por que suas dores existenciais normalmente se manifestam em  suas vidas.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">1 Estes conceitos foram inicialmente apresentados por Jean-Yves Leloup, autor do livro <em>O corpo e seus símbolos</em> (Editora Vozes). Ao compreendermos esta primeira forma de amor  chegaremos à etimologia da palavra pornografia. Formada pelo prefixo <em>Porno</em> = derivado de <em>Pornéia</em> e pelo sufixo<em> grafos</em> = escrita, descrição. Daí seu significado.<br />
2 Ao encontrar-se com a cultura grega que ainda estava  latente no mundo romano, os apóstolos contaram o que Jesus tinha feito.  Então os gregos passaram a se referir a ele como o maior exemplo de amor  . Depois, com a tradição, difundiu-se a idéia de que o amor é o amor  sobrenatural. O amor de Deus para conosco.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Fonte: Portal Ciência e Vida<br />
</span></strong></p>
<div class="shr-publisher-762"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F762' data-shr_title='AS+V%C3%81RIAS+FORMAS+DE+AMOR'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F762'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F762' data-shr_title='AS+V%C3%81RIAS+FORMAS+DE+AMOR'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Ensinamentos: Sua Santidade Dalai Lama Bondade e Compaixão</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 22:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta noite, gostaria de falar a vocês sobre a importância da bondade e da compaixão. Ao discutir esses temas, não me vejo como budista, Dalai Lama ou tibetano, mas sim como um ser humano e espero que vocês, no auditório, &#8230; <a href="http://psique.org/archives/703">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a rel="attachment wp-att-704" href="http://psique.org/archives/703/dalai-lama"><img class="alignleft size-full wp-image-704" title="dalai lama" src="/wp-content/uploads/2011/03/dalai-lama.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Esta noite, gostaria de falar a vocês sobre a  importância da bondade e da compaixão. Ao discutir esses temas, não me  vejo como budista, Dalai Lama ou tibetano, mas sim como um ser humano e  espero que vocês, no auditório, pensem em si mesmos dessa maneira. Não  como americanos, ocidentais ou membros de um determinado grupo, pois  essas condições são secundárias. Se interagirmos como seres humanos,  podemos chegar a esse nível. Caso eu diga &#8220;sou monge&#8221; ou &#8220;sou budista&#8221;,  as afirmações serão, em comparação com a minha natureza de ser humano,  temporárias. Ser humano é básico. Uma vez nascido assim, não se poderá  mudar até a morte. Outras condições, ser ou não instruído, rico ou  pobre, são secundárias.<span id="more-703"></span></p>
<p>Hoje, enfrentamos muitos problemas. Alguns são  criados essencialmente por nós mesmos, com base em diferenças de  ideologia, religião, raça, situação econômica ou outros fatores. Chegou,  portanto, o momento de pensarmos em níveis mais profundos. Em nível  humano, condição essa que deveremos apreciar e respeitar em todos os que  nos cercam. Devemos construir relacionamentos baseados na confiança  mútua, na compreensão, no respeito e na solidariedade, independentemente  de diferenças culturais, filosóficas ou religiosas.</p>
<p>Todos os seres humanos são iguais. Feitos de carne,  ossos e sangue. Todos queremos a felicidade e evitar o sofrimento e  temos direito a isso. Em outras palavras, é importante compreender a  nossa igualdade. Pertencemos todos a uma família humana. O fato de  brigarmos uns com os outros deve-se a razões secundárias, e todas essas  discussões são inúteis. Infelizmente, durante muitos séculos, os seres  humanos usaram todos os métodos para ferir uns aos outros. Muitas coisas  terríveis aconteceram, resultando em mais problemas, mais sofrimento e  desconfiança. E, consequentemente, em mais divisões.</p>
<p>O mundo hoje está cada vez menor em vários  aspectos, particularmente o econômico. Os países estão mais próximos e  interdependentes e, nesse quadro, torna-se necessário, pensar mais em  nível humano do que em termos do que nos divide. Assim, falo a vocês  apenas como um ser humano e espero, sinceramente, que vocês estejam  escutando com o pensamento: &#8220;Sou um ser humano e estou ouvindo outro ser  humano falar&#8221;.</p>
<p>Todos queremos a felicidade; nas cidades, no campo,  mesmo em lugares remotos, as pessoas trabalham com o objetivo de  alcançá-la, entretanto, devemos ter em mente que viver a vida  superficialmente não solucionará os problemas maiores.</p>
<p>Há muitas crises e medos à nossa volta. Por meio do  grande desenvolvimento da ciência e da tecnologia, atingimos um estado  avançado de progresso material, que é necessário. Não podemos, no  entanto, comparar o progresso externo com nosso progresso interior. As  pessoas queixam-se do declínio da moralidade e do aumento da  criminalidade, mas esses problemas não serão resolvidos, se não  procurarmos desenvolver nosso interior.</p>
<p>No passado remoto, se houvesse uma guerra, os  efeitos seriam geograficamente limitados, porém hoje, em função do  progresso, o potencial de destruição ultrapassou o concebível. No ano  passado estive em Hiroshima, no Japão. Mesmo tendo informações a  respeito da explosão nuclear lá ocorrida, era muito diferente estar no  local, ver com meus próprios olhos e encontrar pessoas que realmente  sofreram com aqueles acontecimentos. Fiquei profundamente emocionado.  Uma arma terrível tinha sido usada. Embora possamos considerar alguém  como inimigo, temos de levar em conta que essa pessoa é um ser humano e  que tem direito a ser feliz. Olhando para Hiroshima e refletindo a  respeito, fiquei ainda mais convencido de que a raiva e o ódio não são  meios para solucionar problemas.</p>
<p>A raiva não pode ser superada pela raiva. Quando  uma pessoa tiver um comportamento agressivo com você e a sua reação for  semelhante, o resultado será desastroso. Ao contrário, se você puder se  controlar e tomar atitudes opostas &#8220;compaixão, tolerância e paciência&#8221;,  não só se manterá em paz, como a raiva do outro diminuirá  gradativamente. Do mesmo modo, problemas mundiais não podem ser  solucionados pela raiva ou pelo ódio. Sentimentos como esses devem ser  enfrentados com amor, compaixão e pura bondade.</p>
<p>Pensem em todas as terríveis armas que existem, mas  que, por si mesmas, não podem iniciar uma guerra. Por trás do gatilho  há um dedo, movido pelo pensamento, não por sua própria força. A  responsabilidade permanece em nossa mente, de onde se comandam as ações.  Portanto, controlar em primeiro lugar a mente é muito importante. Não  estou falando de meditação profunda, mas apenas de cultivar menos raiva e  mais respeito aos direitos do outro. Ter uma compreensão mais clara da  nossa igualdade como seres humanos.</p>
<p>Ninguém quer a raiva, ninguém quer a  intranqüilidade, mas por causa da ignorância somos acometidos por  sentimentos como esses. A raiva nos faz perder uma das melhores  qualidades humanas, o poder de discernimento. Temos um cérebro bem  desenvolvido, coisa que outros mamíferos não têm. Esse órgão nos permite  julgar o que é certo e o que é errado. Não apenas em termos atuais, mas  em projeções para daqui dez, vinte ou mesmo cem anos. Sem nenhum tipo  de pré-cognição, podemos utilizar nosso bom senso para determinar o  certo e o errado. Imaginar as causas e seus possíveis efeitos. Contudo,  se nossa mente estiver ocupada pela raiva, perderemos o poder de  discernimento e nos tornaremos mentalmente incompletos. Devemos  salvaguardar essa capacidade e, para tanto, temos de criar uma companhia  de seguros interna: autodisciplina, autoconsciência e uma clara  compreensão das desvantagens da raiva e dos efeitos positivos da  bondade. Se refletirmos a respeito dessas questões com freqüência,  podemos incorporar a idéia e, então, controlar a mente.</p>
<p>Por exemplo: pode ser que você seja uma pessoa que  se irrita facilmente com pequenas coisas. Com desenvolvida compreensão e  conscientização, isso pode ser controlado. Se você fica geralmente  zangado por dez minutos, tente reduzi-los para oito. Na semana seguinte,  reduza para cinco e, no próximo mês, para dois. Depois, passe para  zero. É assim que desenvolvemos e treinamos nossa mente. É o que penso e  também o que pratico.</p>
<p>É perfeitamente claro que todos necessitam de paz  interior, que só pode ser alcançada por meio da bondade, do amor e da  compaixão. O resultado é uma família em paz, felicidade entre pais e  filhos, menos brigas entre casais. Em uma nação, essa atitude pode criar  unidade, harmonia e cooperação com saudável motivação. Em nível  internacional, precisamos de confiança e respeito mútuos, discussões  francas e amistosas, com motivações sinceras e um esforço conjunto no  sentido de resolver problemas. Tudo isso é possível.</p>
<p>Precisamos, porém, mudar interiormente. Nossos  líderes têm feito o melhor que podem para resolver nossos problemas,  mas, quando um é resolvido, surge outro. Tenta-se solucionar este, surge  mais um em outro lugar. Chegou o momento então de tentar uma abordagem  diferente.</p>
<p>É certamente difícil realizar um movimento mundial  pela paz de espírito, mas é a única alternativa. Caso houvesse outro  método mais fácil e prático, seria melhor, porém não há. Se com armas  pudéssemos chegar à paz duradoura, muito bem. Transformaríamos todas as  fábricas em produtoras de armamentos. Gastaríamos todos os dólares  necessários, se conseguíssemos a definitiva paz, mas tal é impossível.</p>
<p>As armas não permanecem empilhadas. Uma vez  desenvolvidas, alguém irá usá-las. O resultado é a morte de criaturas  inocentes. Portanto, a única maneira de atingirmos uma paz mundial  duradoura é por meio da transformação interior. E, mesmo que essa  transformação não ocorra durante esta vida, a tentativa terá sido  válida. Outros seres humanos virão; a próxima geração e as seguintes. E o  progresso pode continuar. Sinto que, apesar das dificuldades práticas,  e, mesmo correndo o risco de que tal visão seja considerada pouco  realista, vale a pena o esforço. Assim, aonde quer que eu vá, expresso  essas idéias e sinto-me muito motivado porque mais pessoas têm sido  receptivas a elas.</p>
<p>Cada um de nós é responsável por toda a humanidade.  Chegou a hora de pensarmos nas outras pessoas como verdadeiros irmãos e  irmãs e nos preocuparmos com seu bem-estar. Mesmo que você não possa se  sacrificar inteiramente, não deverá esquecer-se das dificuldades dos  outros. Temos de pensar mais sobre o futuro em benefício de toda a  humanidade. Se você tentar dominar seus sentimentos egoístas e  desenvolver mais bondade e compaixão, em última análise, você é quem irá  sair beneficiado. É o que chamo de egoísmo sábio. Pessoas egoístas  tolas só pensam em si mesmas, e o resultado é negativo. Egoístas sábios  pensam nos outros, ajudam da melhor forma e também colhem os benefícios.  Essa é minha simples religião. Não há necessidade de templos ou de  filosofias complicadas. Nosso próprio cérebro, nosso coração são nossos  templos. A filosofia é a bondade.</p>
<p><em>(Texto extraído da obra </em>A Policy of Kindness<em>, Snow Lion Publications, 1990.)</em></p>
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		<title>Hábitos por Paramahansa Yogananda</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 13:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a rel="attachment wp-att-693" href="http://psique.org/archives/692/paramahansa_yogananda"><img class="alignleft size-medium wp-image-693" title="Paramahansa_Yogananda" src="/wp-content/uploads/2011/01/Paramahansa_Yogananda-218x300.jpg" alt="" width="218" height="300" /></a>&#8220;A mente pode lhe dizer que você é incapaz de libertar-se de um hábito em especial, mas os hábitos são apenas repetições de seus próprios pensamentos e, esses, você tem a capacidade de mudar. A maioria das pessoas que decide parar de fumar ou de comer doces em demasia continua a realizar tais atos malgrado seu. Elas não mudam, porque as suas mentes, como esponjas, absorveram os seus hábitos de pensar. Hábito significa que a mente acredita não poder se livrar de determinado pensamento. O hábito é tenaz, sem dúvida. Uma vez praticado, um ato deixa um efeito ou impressão na sua consciência. Como resultado dessa influência, você tem probabilidade de repetir esse ato.  A repetição de um ato cria uma configuração mental. Todas as ações são executadas mental e fisicamente.  A repetição de um ato em particular e da imagem mental que o acompanha forma sutis caminhos elétricos no cérebro físico, como se fossem as ranhuras de um disco fonográfico. Após algum tempo, sempre que você puser a agulha da atenção nessas ranhuras de caminhos elétricos, ela toca o disco da configuração mental original. Cada vez que o ato se repete, essas ranhuras de trajetos elétricos se aprofundam, até que uma atenção mínima faz tocar, automaticamente, esse mesmo ato, cada vez mais.  Esses padrões fazem com que você se comporte de certo modo, freqüentemente contra seu próprio desejo. Sua vida segue ranhuras que você mesmo criou em seu cérebro. Nesse sentido, você não é uma pessoa livre. Em maior ou menor grau, é vítima dos hábitos que formou. Dependendo da profundidade desses traçados, você é, na mesma proporção, um fantoche. Você pode, porém, neutralizar as imposições desses maus hábitos. Como? Criando em seu cérebro configurações mentais de bons hábitos opostos. E pode também apagar completamente, por meio da meditação, as ranhuras dos maus hábitos.  <span id="more-692"></span>Você tem de curar-se dos maus hábitos, cauterizando-os com os bons hábitos opostos. Se tem, por exemplo, o mau hábito de mentir e, por causa disso, tem perdido muitos amigos, comece a praticar o bom hábito de dizer a verdade. Mesmo um mau hábito leva tempo para predominar; logo, por que se impacientar com o desenvolvimento vagoroso de bom hábito oposto?  Não se desespere com os seus hábitos indesejáveis; simplesmente deixe de alimentá-los e fortalecê-los por meio da repetição. O tempo necessário à formação de hábitos varia de acordo com o cérebro e o sistema nervoso do indivíduo, sendo determinado, principalmente, pela qualidade da atenção.  Suponha, ainda, que o seu problema é tomar-se pela ira freqüentemente e, depois, sentir-se culpado por ter perdido a calma. Todas as noites e manhãs, decida evitar a ira, vigiando-se cuidadosamente. O primeiro dia poderá ser difícil, mas o segundo poderá ser um pouco mais fácil. O terceiro será ainda mais fácil. Depois de alguns dias, você verá que a vitória é possível. Ao fim de um ano, se mantiver o seu esforço, você será outra pessoa.  Por meio da concentração e da força de vontade, você pode apagar até mesmo as ranhuras profundas dos hábitos antigos. Se é viciado em fumar, por exemplo, diga a você mesmo: “Por muito tempo o hábito de fumar tem estado alojado em meu cérebro. Agora eu ponho toda a minha atenção e concentração no meu cérebro e quero que esse hábito seja desalojado” . Comande assim a sua mente, repetidas vezes. A melhor hora do dia para se fazer isso é pela manhã, quando a força de vontade e a atenção estão descansadas. Afirme repetidamente sua liberdade, usando todo o vigor da sua força de vontade. Um dia, de repente, você sentirá que já não está preso na armadilha desse hábito. Quando quiser criar um bom hábito ou destruir um mau hábito, concentre-se nas células cerebrais, o depósito dos mecanismos dos hábitos. Para criar um bom hábito, medite, e, então, com a concentração fixada no centro crístico, o centro da vontade entre as sobrancelhas, afirme com profundidade o bom hábito que você quer implantar. Quando você quiser destruir um mau hábito, concentre-se no centro crístico e afirme, com profundidade, que todas as ranhuras dos maus hábitos estão sendo apagadas.</p>
<p>Paramahamsa Yogananda&#8221;</p>
<div class="shr-publisher-692"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F692' data-shr_title='H%C3%A1bitos+por+Paramahansa+Yogananda'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F692'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F692' data-shr_title='H%C3%A1bitos+por+Paramahansa+Yogananda'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>MENSAGEM DE NATAL !!</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Dec 2010 14:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[No silêncio da minha alma eu choro: “Mãe Divina, manifesta-Te como Consciência Crística a todos os homens.  Mãe Divina, toma completa posse de nossas vidas.  Cristo Divino não nos esqueças, embora Te esqueçamos.  Lembra-Te de nós, embora não nos lembremos &#8230; <a href="http://psique.org/archives/650">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a rel="attachment wp-att-651" href="http://psique.org/archives/650/presepio"><img class="alignleft size-medium wp-image-651" title="presepio" src="/wp-content/uploads/2010/12/presepio-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a><span style="color: #ff0000;">No  silêncio da minha alma eu choro: “Mãe Divina, manifesta-Te como  Consciência Crística a todos os homens.  Mãe Divina, toma completa posse  de nossas vidas.  Cristo Divino não nos esqueças, embora Te  esqueçamos.  Lembra-Te de nós, embora não nos lembremos de Ti.  Não nos  sejas indiferente, embora sejamos indiferentes a Ti.  Possa Teu amor  brilhar para sempre no santuário de nossa devoção e que possamos ser  capazes de despertar Teu amor em todos os corações.!.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A  felicidade que Deus concede é maior que qualquer coisa que o mundo possa  oferecer.  A alegria divina é duradoura, eterna.  Quando tudo o mais  desaparece, essa alegria permanece.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Para  experimentar esta alegria, dedique mais de seu tempo à solidão.   Lembre-se de que a única felicidade verdadeira está em comungar com Deus  na meditação.  Embora medite duas ou três horas à noite, cante e fale  com Ele, de início você não encontrará resposta.  Então, subitamente,  uma luz aparecerá.  Subitamente virá uma fragrância.  Este é o modo como  Deus Se manifesta ao homem, mas requer maior persistência de sua parte.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Separe-se  de seus pensamentos e emoções.  Mantenha um aposento secreto em sua  alma para Cristo e, quando para lá se retirar para meditar  profundamente, encontrará grande felicidade.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O oceano  inteiro da alegria rola sob a pequena onda de sua consciência.  Não se  satisfaça com um pequeno silêncio.  Prossiga indefinidamente.  A  obtenção de resultados requer uma perseguição implacável, na meditação  matutina e nortuna.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Exatamente  atrás de seus olhos, de seus pensamentos, de seus sentimentos, está  Deus.  Quando você está calmo, todo o universo da felicidade oscila sob  sua consciência.  Todo o universo conversa com você.  Isto é Deus  falando com você.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Ausência de luz física é escuridão, mas a luz espiritual brilha em toda parte – até mesmo na escuridão.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Atrás da  escuridão física está a luz.  Quando em meditação, você penetra a  escuridão, contempla o Olho Espiritual.  É atrás dessas nuvens de  escuridão, de olhos fechados, que o Cristo é percebido.  Através do Olho  Espiritual você pode entrar na esfera do silêncio desperto.  Prepare  sua mente e medite até que toda a sua consciência passe através do olho  telescópico e contemple a Consciência Crística.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Cristo  deve renascer em sua consciência .  Primeiramente você deve percebê-Lo  em espírito e aí será capaz de vê-Lo no corpo.  Medite hoje tão  profundamente e tão fortemente, para que você O sinta e saiba que Ele é  real e não mera imaginação.  O Cristo é real.  Ele deve vir a você.  Que  você atinja esta felicidade – esta infindável alegria em Cristo – é meu  voto de Natal para você.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Se você  quer emancipação verdadeira, não perca seu tempo.  Se você quer ser o  príncipe do mundo e conquistar o medo, a enfermidade, o sofrimento e a  morte, não vá para a cama até estabelecer contato com Deus.  Não vá  dormir até que sinta que Ele está com você.  Se você fizer isto todos os  dias, verá que a felicidade que virá a sua vida vai além de toda a  compreensão.  Você deve fazer o esforço, mas o esforço valerá a pena.   Siga o caminho do Cristo e não desista.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Seu  compromisso mais importante é para com Deus e o modo de encontrá-Lo é  através da meditação persistente.  Prepare seu berço para o Bebê Cristo  agora.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Possa Deus abençoá-lo com o presente do Cristo em sua consciência nesta sagrada época de Natal.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Com as mais profundas bênçãos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Swami Yogananda</span></p>
<p>Desejo um Feliz Natal para Você!</p>
<p>Com Carinho,</p>
<p>Marilda Limberger</p>
<div class="shr-publisher-650"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F650' data-shr_title='MENSAGEM+DE+NATAL+%21%21'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F650'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F650' data-shr_title='MENSAGEM+DE+NATAL+%21%21'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Canção do Swami Ram Tirtha (santo indiano do século XIX)</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 18:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[Ninguém pode me abater, quem vai me ferir? O mundo se afasta para dar lugar a mim Cheguei, luz fulgurante, as sombras vão fugir Ó oceano, divida-se agora Ou seque, queime, evapore e vá embora Ninguém pode ma abater, quem &#8230; <a href="http://psique.org/archives/645">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a rel="attachment wp-att-646" href="http://psique.org/archives/645/rama"><img class="alignleft size-medium wp-image-646" title="rama" src="/wp-content/uploads/2010/12/rama-261x300.jpg" alt="" width="261" height="300" /></a>Ninguém pode me abater, quem vai me ferir?<br />
O mundo se afasta para dar lugar a mim<br />
Cheguei, luz fulgurante, as sombras vão fugir<br />
Ó oceano, divida-se agora<br />
Ou seque, queime, evapore e vá embora</p>
<p>Ninguém pode ma abater, quem vai me ferir?<br />
Cuidado, ó montanhas, saiam do caminho<br />
Ou serão abaladas e derrubadas hoje<br />
Amigos, conselheiros, não percam o seu tempo<br />
Sigam minhas ordens, destruam a morte</p>
<p>Ninguém pode me abater, quem vai me ferir?<br />
Cavalgo a tempestade montado no vento<br />
Minha arma é o raio e meu tiro é certeiro<br />
Eu sou um caçador que caça e que devora<br />
As matas, montanhas, a terra e o mar</p>
<p>Ninguém pode me abater, quem vai me ferir?<br />
Atrelo a carruagem destinos e deuses<br />
Na voz do trovão eu proclamo a todos<br />
Soprem ó ventos, ressoem trombetas<br />
Liberdade! Liberdade! Liberdade! Om!</p>
<p>Paz para Todos os Seres!!!</p>
<p>Mar</p>
<div class="shr-publisher-645"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F645' data-shr_title='Can%C3%A7%C3%A3o+do+Swami+Ram+Tirtha+%28santo+indiano+do+s%C3%A9culo+XIX%29'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F645'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F645' data-shr_title='Can%C3%A7%C3%A3o+do+Swami+Ram+Tirtha+%28santo+indiano+do+s%C3%A9culo+XIX%29'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Origem do Natal e o significado da comemoração</title>
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		<comments>http://psique.org/archives/638#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 11:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV &#8230; <a href="http://psique.org/archives/638">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a rel="attachment wp-att-639" href="http://psique.org/archives/638/presep-cristina"><img class="alignleft size-full wp-image-639" title="presep-cristina" src="/wp-content/uploads/2010/11/presep-cristina.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis magos  chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.</p>
<p>Feliz Natal!!!</p>
<p>Marilda Limberger</p>
<p>Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.</p>
<div class="shr-publisher-638"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F638' data-shr_title='Origem+do+Natal+e+o+significado+da+comemora%C3%A7%C3%A3o'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F638'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F638' data-shr_title='Origem+do+Natal+e+o+significado+da+comemora%C3%A7%C3%A3o'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Carta de Paulo Apóstolo aos Coríntios, Capitulo 13</title>
		<link>http://psique.org/archives/623</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 19:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Frases]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda que eu falasse as línguas, dos homens e as dos anjos, se eu não tivesse amor, seria como um bronze que soa ou como um címbalo que tine. Ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de &#8230; <a href="http://psique.org/archives/623">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a rel="attachment wp-att-624" href="http://psique.org/archives/623/amizade-2"><img class="alignleft size-medium wp-image-624" title="amizade" src="/wp-content/uploads/2010/11/amizade-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Ainda que eu falasse as línguas,<br />
dos homens e as dos anjos,<br />
se eu não tivesse amor,<br />
seria como um bronze que soa<br />
ou como um címbalo que tine.<br />
<span id="more-623"></span><br />
Ainda que eu tivesse o dom da profecia,<br />
o conhecimento de todos os mistérios<br />
e de toda a ciência,<br />
ainda que tivesse toda a fé,<br />
a ponto de transportar montanhas,<br />
se não tivesse amor,<br />
eu nada seria.</p>
<p>Ainda que eu distribuísse<br />
todos os meus bens aos famintos,<br />
ainda que eu entregasse o meu corpo às chamas,<br />
se não tivesse amor,<br />
isso nada me adiantaria.</p>
<p>O amor é paciente<br />
o amor é prestativo<br />
não é invejoso, não se ostenta,<br />
não se enche de orgulho.<br />
Nada faz de inconveniente,<br />
não procura o seu próprio interesse,<br />
não se irrita, não guarda rancor.</p>
<p>Não se alegra com a injustiça,<br />
mas se regozija com a verdade,<br />
Tudo desculpa, tudo crê,<br />
tudo espera, tudo suporta.<br />
O amor jamais passará.<br />
Quanto às profecias, desaparecerão.<br />
Quanto às línguas, cessarão.<br />
Quanto à ciência, também desaparecerá.</p>
<p>Pois o nosso conhecimento é limitado,<br />
e limitada é nossa profecia.<br />
Mas quando vier a perfeição,<br />
o que é limitado desaparecerá.<br />
Quando eu era criança, falava como criança,<br />
pensava como criança, raciocinava como criança.<br />
Depois que me tornei homem,<br />
fiz desaparecer o que era próprio de menino.</p>
<p>Agora vemos em espelho e de maneira confusa,<br />
mas, depois, veremos face a face.<br />
Agora o meu conhecimento é limitado,<br />
mas, depois, conhecerei como sou conhecido.<br />
Agora, portanto, permanecem fé, esperança, amor.</p>
<p>Estas três coisas.<br />
A maior delas porém, é o amor.<br />
(Carta de Paulo Apóstolo aos Coríntios, Capitulo 13 )</p>
<p>Paz para todos os Seres!</p>
<p>Marilda Limberger</p>
<div class="shr-publisher-623"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F623' data-shr_title='Carta+de+Paulo+Ap%C3%B3stolo+aos+Cor%C3%ADntios%2C+Capitulo+13+'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F623'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F623' data-shr_title='Carta+de+Paulo+Ap%C3%B3stolo+aos+Cor%C3%ADntios%2C+Capitulo+13+'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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