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	<title>Blog do Psique.org &#187; freud</title>
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	<description>Psicanálise - Terapias - Grupos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Aug 2010 18:51:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mecanismos de defesa</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[freud]]></category>

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		<description><![CDATA[O inconsciente está o tempo todo esforçando-se para proteger a mente consciente dos efeitos deletérios de certas emoções consideradas como prejudiciais, tais como a culpa ou a inveja. Isto é feito através do que Anna Freud, em 1936, chamou de “mecanismos de defesa” em seu livro The Ego and the Mechanisms of Defense. No meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/freupsique4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-291" title="freupsique4" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/freupsique4.jpg" alt="" width="144" height="258" /></a>O inconsciente está o tempo todo esforçando-se para proteger a mente consciente dos efeitos deletérios de certas emoções consideradas como prejudiciais, tais como a culpa ou a inveja. Isto é feito através do que Anna Freud, em 1936, chamou de “mecanismos de defesa” em seu livro </span><em><span style="font-size: small;">The Ego and the Mechanisms of Defense.</span></em></p>
<p><span style="font-size: small;">No meio psicanalítico, qualquer lista de mecanismos de defesa será sempre considerada incompleta e sujeita a críticas, uma vez que existem diferenças de opinião entre os profissionais da área a respeito deste assunto, a seguir alguns dos mecanismos de defesa geralmente reconhecidos como tais e tidos como sumamente importantes para o funcionamento mental. São eles:</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">•</span> <span style="font-size: small;">Repressão</span></p>
<p><span style="font-size: small;">•</span> <span style="font-size: small;">Formação reativa</span></p>
<p><span style="font-size: small;">•</span> <span style="font-size: small;">Isolamento</span></p>
<p><span style="font-size: small;">•</span> <span style="font-size: small;">Negação</span></p>
<p><span style="font-size: small;">•</span> <span style="font-size: small;">Projeção</span></p>
<p><span style="font-size: small;">•</span> <span style="font-size: small;">Identificação ou introjeção</span></p>
<p><span style="font-size: small;">•</span> <span style="font-size: small;">Regressão</span></p>
<p><span style="font-size: small;">•</span> <span style="font-size: small;">Sublimação</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span id="more-290"></span><br />
</span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Formação reativa</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A formação reativa é um mecanismo por meio do qual uma de duas atitudes ambivalentes torna-se inconsciente, permanecendo a outra, de forma acentuada, por ser mais aceitável socialmente.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Por exemplo, a formação reativa faz parecer que o ódio tenha sido substituído pelo amor, ou que a crueldade tenha sido substituída pela gentileza, o prazer da sujeira pelo cuidado com limpeza, a obstinação pela submissão, a promiscuidade pela moralidade, e assim por diante.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mas o inverso também pode ocorrer: o ódio pode ser uma formação reativa contra o amor, a obstinação contra a submissão, etc. O que vai determinar a natureza exata deste mecanismo de defesa em cada caso particular é o que exatamente, é representado como perigo pelo inconsciente do indivíduo, o que ele teme, e portanto a que, especificamente, reage como o sinal de ansiedade. Se ele teme odiar, ou teme os impulsos associados ao ódio, então reagirá com uma exacerbação ao amor. Se é o amor que ele teme, então a reação será inversa. Por exemplo, uma pessoa pode </span><span style="font-size: small;">demonstrar grande ternura e afeto pelos seres humanos ou pelos animais e isto não passar de uma formação reativa necessária para controlar e conservar inconscientes impulsos agressivos, sem o que poderia tornar-se extremamente sádico e cruel contra os mesmos. Por outro lado, uma pessoa pode desenvolver sentimentos e atitudes de ódio e repulsa por alguém a quem inconscientemente ama e deseja. Isto pode ocorrer, por exemplo, no caso de um “amor impossível”.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Uma das vantagensde termos informações sobre este mecanismo de defesa é que sempre que observamos uma atitude exagerada, podemos indagar se isso não será uma hipérbole defensiva contra o seu – desejado – oposto. Quando depararmos certos religiosos excessivamente moralistas, puritanos, podemos muito bem imaginar quais não seriam as maquinações inconscientes contra o que eles precisam reagir. Podia muito bem ser sobre isto que Jesus falava certa vez aos fariseus:</span></p>
<p><em><span style="font-size: small;">“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade”</span></em></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Isolamento</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;"> </span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">O termo</span><em><span style="font-size: small;"> isolamento</span></em><span style="font-size: small;"> tem sido empregado na literatura psicanalítica para designar dois mecanismos de defesa, geralmente característicos de pacientes portadores de neurose obsessiva. Freud originalmente o chamou de </span><em><span style="font-size: small;">isolamento de sentimento.</span></em><span style="font-size: small;"> Ele ocorre quando uma pessoa recorda um acontecimento importante sem sentir a emoção correspondente. Atualmente, designamos tal estado pelo nome de </span><em><span style="font-size: small;">dissociação,</span></em><span style="font-size: small;"> ou seja, a pessoa está desagregada, separada de si mesma, de sua emoção. O processo de isolamento do sentimento, obviamente começa por barrar da consciência as emoções indesejadas, atuando no interesse daquilo a que Freud chamou de princípio do prazer geralmente não vai além disso. Entretanto, em alguns indivíduos pouco afortunados o isolamento atinge dimensão tal que dá origem à já citada alexitimia.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Há outro significado de isolamento ( no alemão usado por Freud, ungeschehenmachen, literalmente: “tornando não acontecido”). No dizer do próprio criador da psicanálise: “Quando algo desagradável aconteceu ao paciente ou quando ele próprio fez algo que tem um significado para sua neurose, ele interpola um intervalo durante o qual nada mais deve acontecer – durante o qual não deve perceber nem fazer nada” ( Inibições, Sintomas e Ansiedade). Este é o isolamento propriamente dito. O pensamento ligado a esse fato desagradável é inconscientemente isolado, perdendo qualquer conexão associativa na mente, a qual reduz ou elimina a possibilidade de sua reintrodução no consciente, onde causaria uma noxa (um dano) representada como extremamente desagradável.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Negação</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;"> </span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">A negação é um mecanismo que tem como finalidade desmentir uma parte da realidade externa desagradável ou indesejável, quer através de uma fantasia de satisfação de desejos, quer através do comportamento. Ocorre um bloqueio de certas impressões sensoriais do mundo externo com o fim de barrar totalmente seu acesso à consciência ou pelo menos fazer com que se lhes preste uma atenção diminuta o suficiente para, desta forma, minimizar consideravelmente as consequências dolorosas de sua presença. É o caso da pessoa que se declara apaixonada por outra e, dias depois tendo avaliado inconscientemente as consequências danosas que aquele amor poderia lhe trazer, afirma não ter feito aquela declaração, ou não com aquela intenção declarada, ou não ter certeza se sentia realmente aquela paixão. Um outro exemplo é o da criança que vive a fantasia de competir sempre com o pai e vencer e então gaba-se de ser mais forte ou mais apto que o pai. Sua mórbida motivação neste caso é o medo do pai e o que a criança nega é seu próprio tamanho e sua fraqueza. Esta fantasia produz a gratificação do desejo de ser fisicamente superior ao pai.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Projeção</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;"> </span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">A projeção é um mecanismo de defesa que faz com que uma pessoa atribua um desejo ou impulso seu a alguma outra pessoa, ou mesmo a algum objeto não pessoal do mundo externo. Certa vez, em São Paulo, atendi um homem de origem nipônica, que chegou até mim olhando para trás e para todos cantos do meu consultório e falando baixinho, pedindo segredo, me confidenciou estar sendo perseguido por agentes da Scotland Yard e da KGB, que queriam matá-lo. Era um caso típico de psicose paranóide, em que o paciente projetava seus próprios impulsos inaceitáveis. Mas a clínica tem demonstrado sobejamente que os vícios que atribuímos aos nossos inimigos, os preconceitos que manifestamos contra pessoas estranhas, contra os estrangeiros, contra os que têm a cor de pele diferente da nossa, e muitas de nossas superstições e crenças religiosas excêntricas são frequentemente produtos de projeções insconscientes de nossos próprios desejos e impulsos. A culpa de algo se translada para alguém ou algo distinto e assim encontrmos o trabalhador que atribui às ferramentas seu fracasso, o agressor que acusa sua vítima de ser agressivo, procurando justificar seu ato vil.</span></p>
<p>continua no  próximo posts</p>
<p><span style="font-size: small;">Marilda Limberger<br />
</span></p>


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		<title>Amor  transferêncial &#8211; Psicanálise</title>
		<link>http://psique.org/archives/284</link>
		<comments>http://psique.org/archives/284#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 16:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[freud]]></category>

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		<description><![CDATA[A demanda amorosa adquire uma importância fundamental na relação analítica. Ela é material básico para o tratamento, ao mesmo tempo que é resistência e obstáculo à análise. Aparece com essa “dupla função”, ao mesmo tempo, antagônica e complementar. No texto “Observações sobre o amor transferencial” (1915), Freud, escreve sobre a situação específica em que uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/divã.jpe"><img class="alignleft size-full wp-image-285" title="divã" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/divã.jpe" alt="" width="143" height="107" /></a>A demanda amorosa adquire uma importância fundamental na relação analítica. Ela é material básico para o tratamento, ao mesmo tempo que é resistência e obstáculo à análise. Aparece com essa “dupla função”, ao mesmo tempo, antagônica e complementar. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">No texto “Observações sobre o amor transferencial” (1915), Freud, escreve sobre a situação específica em que uma paciente se enamora do médico que a está analisando. Freud alerta sobre a constância desse fenômeno na clínica e das dificuldades que isso pode significar:<em> “Todo principiante em psicanálise, quando chega a ocasião, fica convencido de que as únicas dificuldades realmente sérias que tem de enfrentar residem no manejo da transferência”<span id="more-284"></span></em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Do ponto de vista do paciente, segundo Freud, são duas as alternativas diante desse fato:</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">abandonar o tratamento psicanalítico ou aceitar enamorar-se do médico com um destino inelutável.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">A situação parece se complicar quando esse enamoramento, passa a agir com resistência à análise.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Escreve Freud sobre a paciente, que por causa da “irrupção de uma apaixonada exigência de amor” fica sem possibilidade de compreensão interna (insight) e se mostra absorvida pelo seu amor.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Depois adverte que esta mudança ocorre muito regularmente quando se está aproximando de uma recordação aflitiva ou de algum fragmento reprimido na história da sua vida. A resistência começa a se utilizar do amor, que já estava colocado na situação analítica, a fim de atrapalhar a continuação do tratamento, desviando o interesse da paciente pelo trabalho e colocando o analista em posição incómoda.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><em>O papel desempenhado pela resistência no amor transferencial é inquestionável e muito considerável, entretanto, não é a resistência que provoca esse amor; encontra-o ponto e faz uso dele e agrava suas manifestações, escreve Freud.</em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Não há dúvidas que o amor que o paciente dedica ao analista seja amor “genuíno”; embora ele seja característico na transferência, pois é intensificado, provocado pela situação analítica, e não leva tanto em conta a realidade.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">No entanto, estas características podem ser pensadas como próprias do apaixonamento.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Sentimentos muito poderosos porque derivam do reprimido, de fantasias inconscientes, próprias da sexualidade infantil. Freud, então aponta que não é isso o mais importante na transferência analítica.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;">“<span style="font-size: small;"><em>É verdade que o amor consiste em novas adições de antigas características e que ele repete reações infantis. Mas este é o caráter essencial de todo estado amoroso. Não existe estado deste tipo que não se reproduza com protótipos infantis. É precisamente desta determinação infantil que ele recebe seu caráter compulsivo, beirando, como o faz, o patalógico. O amor transferencial possui talvez um grau menor de liberdade do que o amor que aparece na vida comum e é chamado normal; ele exibe sua dependência do padrão infantil mais claramente e é menos adaptável e capaz de modificação; mas isso é tudo, e não o que é essencial”<br />
</em></span></span></p>
<p>???</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Freud aconselha o analista a não Instigar a paciente a suprimir, renunciar ou sublimar seus instintos, no momento em que ela admite a transferência erótica, pois não seria uma maneira analítica de lidar com os mesmos.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Propõe uma curiosa analogia: <em>“Seria exatamente como se, após invocar um espírito dos infernos, devêssemos mandá-lo de volta para baixo, sem lhe fazer uma única pergunta. Ter-se-ia trazido o reprimido à consciência, apenas para reprimi-lo mais uma vez, um susto”<br />
</em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><em>Como princípio fundamental o analista deve permitir que a necessidade e o anseio da paciente persistam, de modo a poderem servir forças para o trabalho e para efetuar mudanças, propõe Freud no texto.</em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Entretanto, o analista não deve responder aos avanços do paciente, retribuindo-os: “ela teria alcançado sucesso naquilo por que todos os pacientes lutam na análise – teria tido êxito em atuar (acting out), em repetir na vida real o que deveria apenas ter lembrado, reproduzido como material psíquico e mantido dentro da esfera dos eventos psíquicos”<br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Não se trata de recusar a demanda de amor do paciente, não é isso que está mais em questão. Por outro lado, o analista não deve responder a essa demanda de amor. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">O próprio Freud mostra o caminho: <em>“O analista deve seguir um caminho para o qual não existe modelo na vida real”. </em>Não se trata exatamente de receber o amor do paciente na análise como algo irreal, mas de remetê-lo às suas origens inconscientes. Assim, a <em>“sinceridade do analista”, é condição para possibilitar ao paciente “sentir-se seguro o bastante para permitir que todas as suas precondições para amar, todas as fantasias que surgem de seus desejos sexuais, todas as características pormenorizadas de seu estado amoroso venham à luz. Ela própria abrirá caminho para as raízes infantis do seu amor.”<br />
</em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><em>referências:</em></span></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">- Fédida, Pierre. &#8216;Amor e Morte na Transferência&#8217;; Clínica Psicanalítica; Ed. Escuta; SP, 1988.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Freud, Sigmund. Edição Brasileira das Obras Psicológicas Completas; RJ, imago, 1996:</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">- “Delírios e sonhos na Gradiva de Jensen” (1907);</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">- “A dinâmica da transferência” (1912);</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">- “Observação sobre o amor transferencial” (1915);</span></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 		A:visited { so-language: zxx } --></p>


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		<title>Dicas de como anotar seus sonhos</title>
		<link>http://psique.org/archives/271</link>
		<comments>http://psique.org/archives/271#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 22:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[Carl Gustav Jung]]></category>
		<category><![CDATA[freud]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/archives/271</guid>
		<description><![CDATA[Dicas de como anotar  seus sonhos: Tenha sempre ao lado da sua cama um bloco de notas ou um gravador  para registrar  o seu sonho - escreva, desenhe ou grave tudo o que lembrar de seu sonho, faça o registro  calmamente sem se preucupar com a lógica, vá lembrando e escrevendo ou gravando de acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/748px-Pierre-Cécile_Puvis_de_Chavannes_003.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-274" title="748px-Pierre-Cécile_Puvis_de_Chavannes_003" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/748px-Pierre-Cécile_Puvis_de_Chavannes_003-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></strong><strong> Dicas de como anotar  seus sonhos</strong>:</p>
<ul>
<li>Tenha sempre ao lado da sua cama um bloco de notas ou um gravador  para registrar  o seu sonho -<strong> </strong>escreva, desenhe ou grave tudo o que lembrar de seu sonho, faça o registro  calmamente sem se preucupar com a lógica, vá lembrando e escrevendo ou gravando de acordo com as lembranças que forem surgindo. Evite acender a luz  do teto do quarto, prefira acender a luz de um abajur ou lanterna.</li>
<li>Tenha um diário de sonhos, transfira as anotações do bloco de notas para o caderno assim que possivel, anote todos os detalhes do sonhos e que emoções sentiu, defina qual foi o ponto central do sonho( o que mais chamou atenção).</li>
<li>Dê um título para o sonho, ele vai dizer muito sobre o seu estado emocional.</li>
<li>Anote também o que vc. fez e o que sentiu no dia anterior, tente fazer uma ligação entre as emoções que sentiu durante o dia ou dias anteriores ao sonho. Veja se vc. quer lembrar das imagens ou elas lhe causam  constrangimento? Porque?</li>
<li>Pense nas personagens que apareceram  e dê um significado para cada um deles. Geralmente as personagens representam partes da psique do sonhador. Observe se apareceu alguma imagem mítica(arquétipo).</li>
<li>O  sonho é uma ferramenta  e uma experiência muito importante para o desvendar  o aculto em nós .</li>
<li>Antes de dormir peça para si-mesmo que ao acordar lembre o que sonhou.</li>
<li>Uma das funções dos sonhos é  provocar um encontro  entre a racionalidade do pensamento verbal com  a liberdade do pensamento em imagens e símbolos.</li>
</ul>
<p><em>O sonho é a realização de          um desejo:</em></p>
<p>&#8220;&#8230;Quando, após passarmos por um          estreito desfiladeiro, de repente emergimos num trecho de terreno elevado,          onde o caminho se divide e as mais belas paisagens se desdobram por todos          os lados, podemos parar por um momento e considerar em que direção deveremos          começar a orientar nossos passos. É esse o nosso caso, agora que ultrapassamos          a primeira interpretação de um sonho. Encontramo-nos em plena luz de uma          súbita descoberta. Não se devem assemelhar os sonhos aos sons desregulados          que saem de um instrumento musical atingido pelo golpe de alguma força          externa, e não tocado pela mão de um instrumentista (cf. págs. 98-9);          eles não são destituídos de sentido, não são absurdos; não implicam que          uma parcela da nossa reserva de representações esteja adormecida enquanto          outra começa a despertar. Pelo contrário, são fenômenos psíquicos de inteira          validade, realizações de desejos; podem ser inseridos na cadeia dos atos          mentais inteligíveis de vigília; são produzidos por uma atividade mental          altamente complexa&#8230;&#8221;</p>
<p>FREUD, Sigmund. <em>A Interpretação dos Sonhos</em>. Volumes          1 e 2. São Paulo: Círculo do Livro. Tradução de Walderedo Ismael de Oliveira          e revisão de Vera Ribeiro.</p>
<div>
<p><span style="color: #ff0000;">&#8220;Dentro de cada um de nós há um outro que não conhecemos. Ele fala conosco por meio dos sonhos.&#8221;(Carl Jung)</span></p>
</div>
<p>Tenha bons sonhos,<br />
Marilda Limberger</p>
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		<title>Psicanálise: Fases psicossexuais &#8211; Freud</title>
		<link>http://psique.org/archives/257</link>
		<comments>http://psique.org/archives/257#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 18:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[freud]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/?p=257</guid>
		<description><![CDATA[Sigmund Freud (criador da abordagem), concebeu  uma teoria sobre o desenvolvimento infantil, fases psicossexuais: Período pré-genital, pré-fálico ou infantil. Fase oral. Fase anal. Erotismo uretral. Fase fálica . a) A angústia de castração nos meninos. b) A inveja do pênis nas meninas. Período Intermediário. Fase Edipiana. Fase de latência. Fase de maturação psicossexual ou puberdade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sigmund Freud 	(criador da abordagem), concebeu  uma teoria sobre o 	desenvolvimento infantil, fases psicossexuais:</p>
<h3>Período pré-genital, 	pré-fálico ou infantil.</h3>
<ol>
<li>Fase oral.</li>
<li>Fase anal.</li>
<li>Erotismo uretral.</li>
<li>Fase fálica .</li>
</ol>
<p>a) A angústia de 	castração nos meninos.</p>
<p>b) A inveja do pênis nas 	meninas.</p>
<h3>Período Intermediário.</h3>
<h4>Fase Edipiana.</h4>
<ol>
<li> Fase de latência.</li>
<li>Fase de maturação psicossexual ou puberdade.</li>
<li>Fase adolescência final e adulto jovem.</li>
<li>A sexualidade do idoso.</li>
</ol>
<p><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/freud.jpe"><img class="alignright size-full wp-image-258" title="freud" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/freud.jpe" alt="" width="121" height="125" /></a>Marilda limberger</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>


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		<item>
		<title>Frases de freud</title>
		<link>http://psique.org/archives/163</link>
		<comments>http://psique.org/archives/163#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 15:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[freud]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://psique.org/?p=163</guid>
		<description><![CDATA[Frases de Sigmund Freud: Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais tem que servir contra as guerras. Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa. A ciência não é uma ilusão, mas seria uma ilusão acreditar que poderemos encontrar noutro lugar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --><span style="font-size: medium;">Frases de Sigmund Freud:<a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/freud2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-164" title="freud2" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/freud2-300x227.jpg" alt="Freud escrevendo." width="300" height="227" /></a></span><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong> </strong></em></span></span></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Qualquer 	coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais tem que servir 	contra as guerras.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Um 	homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de 	viver uma vida mais normal e completa.</strong></em></span></span></span></li>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>A 	ciência não é uma ilusão, mas seria uma ilusão acreditar que 	poderemos encontrar noutro lugar o que ela não nos pode dar.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Os 	judeus admiram mais o espírito do que o corpo. A escolher entre os 	dois, eu também colocaria em primeiro lugar a inteligência.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>O 	pensamento é o ensaio da ação.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>A 	nossa civilização é em grande parte responsável pelas nossas 	desgraças. Seríamos muito mais felizes se a abandonássemos e 	retornássemos às condições primitivas.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Somos 	feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>É 	quase impossível conciliar as exigências do instinto sexual com as 	da civilização.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>O 	estado proíbe ao indivíduo a prática de atos infratores, não 	porque deseje aboli-los, mas sim porque quer monopolizá-lo</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Se 	o desenvolvimento da civilização é tão semelhante ao do 	indivíduo, e se usa os mesmos meios, não teríamos o direito de 	diagnosticar que muitas civilizações, ou épocas culturais &#8211; 	talvez até a humanidade inteira &#8211; se tornaram neuróticas sob a 	influência do seu esforço de civilização?</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>A 	felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é 	válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Não 	posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer 	qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho 	para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra 	coisa.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Como 	fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>O 	sonho representa a realização de um desejo.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>No 	príncipio era a ação.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>O 	homem enérgico e que é bem sucedido é o que consegue transformar 	em realidades as fantasias do desejo.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>A 	sede de conhecimento parece ser inseparável da curiosidade sexual</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Se 	quiseres poder suportar a vida, fica pronto para aceitar a morte.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>A 	religião é comparável a uma neurose da infância.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Eduque-o 	como quiser; de qualquer maneira há-de educá-lo mal.</strong></em></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #ff3333;"><span style="font-family: URW Bookman L;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Nenhum 	ser humano é capaz de esconder um segredo. Se a boca se cala, falam 	as pontas dos dedos.</strong></em></span></span></span></li>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>Marilda Limberger<br />
</strong></em></ul>


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