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	<title>Blog do Psique.org &#187; Musicoterapia</title>
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	<description>Psicanálise - Terapias - Grupos</description>
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		<title>Musicoterapia e deficiência mental</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 18:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Musicoterapia]]></category>

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<div><a rel="attachment wp-att-500" href="http://psique.org/archives/499/ratotocandosax"><img class="alignleft size-full wp-image-500" title="ratotocandosax" src="/wp-content/uploads/2010/08/ratotocandosax.jpeg" alt="" width="144" height="193" /></a>A musicoterapia é considerada uma ciência  paramédica que estuda a relação do homem com o som e a música. A  influência fisiológica e psicológica do som no cérebro traz inúmeros  benefícios à pessoa. Através da pesquisa sobre a vida e o ambiente ao  qual está inserido o paciente, a musicoterapia busca identificar e  equilibrar seu ritmo interno, para possibilitar uma melhora.</div>
<div><em> </em></div>
<div><em>Sua aplicação tem ocorrido principalmente em entidades que trabalham com crianças com deficiência mental.<span id="more-499"></span></em></div>
<div><em> </em></div>
<div><strong>Gama de aplicações</strong></div>
<p>Entre as inúmeras aplicações da musicoterapia,  destaca-se o trabalho com pacientes portadores de deficiências físicas,  como paralisia e distrofia muscular progressiva. As deficiências  sensoriais (visual e auditiva) e as síndromes genéticas (Down, Turner e  Rett) também contam com essa opção como tratamento complementar.  Distúrbios neurológicos (lesões cerebrais, dislexias, disfonias, entre  outros) e doenças mentais, como esquizofrenia, depressões e distúrbio  obsessivo compulsivo também podem se beneficiar com essa terapêutica. A  musicoterapia pode ser aplicada desde a vida intra-uterina, pois  pesquisas provaram que o feto reage ao som e, por ser estimulado desde  cedo, nasce com maior capacidade de desenvolver seu potencial.</p>
<p>As principais pesquisas sobre musicoterapia têm sido  feitas em países como Estados Unidos, França, Alemanha, Noruega,  Inglaterra, Itália e Argentina, onde o uso terapêutico da música é  amplamente difundido. No Brasil, nos últimos dois anos, os benefícios  dessa terapia têm sido mais amplamente aceitos por fisioterapeutas,  fonoaudiólogos e psicólogos.</p>
<p>Sua aplicação tem ocorrido principalmente em  entidades que trabalham com crianças com deficiência mental. &#8220;A música  relaxa e tranqüiliza as crianças. Vamos usar os recursos da  musicoterapia para trabalhar os processos de linguagem. A percepção  corporal através da dança também fará parte do processo terapêutico. Com  isso, a criança passa a ter contato consigo mesma e com o outro, é uma  forma de integrá-la ao meio&#8221;, acrescenta a fonoaudióloga Adriana F. de  Souza Aquino, uma das responsáveis pela elaboração do projeto em uma  instituição que atende crianças com necessidades especiais.</p>
<div>Na educação, a musicoterapia pode auxiliar no  desenvolvimento psicopedagógico e em dinâmica de grupo em sala de aula. É  o que vem ocorrendo com os alunos da Escola Municipal de Educação  Especial de Barueri, voltada para a alfabetização de crianças e  adolescentes com deficiência mental leve e moderada. Desde o início  deste ano, a disciplina Educação Musical passou a contar com recursos de  musicoterapia. &#8220;Procuro sociabilizar o grupo através da música. A  resposta das crianças é uma coisa incrível. Dentro de suas capacidades,  elas cantam e dançam&#8221;, explica Fernanda Rodrigues dos Santos, formada em  Educação Artística, com habilitação em música, e pós-graduada em  Musicoterapia.</div>
<div><strong>Em busca da cura</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </strong></p>
<div>Além da utilização da música como  processo terapêutico, há correntes de estudiosos no assunto que voltam  seus interesses para a ação curativa de determinado som. No livro O  Poder Terapêutico da Música, do norte-americano Randall McClellan, o  autor trata os efeitos da música sobre o indivíduo como um todo. Segundo  ele, &#8220;toda música pode alterar de algum modo nosso estado de  consciência. O que não foi ainda determinado é que tipo de música afeta  nossa consciência e de que modo e, particularmente, que tipo de música é  mais útil para provocar os estados mais desejáveis para fins de cura&#8221;.  As indagações de McClellan, doutor em Filosofia em Composições Musicais  pela Eastman School of Music e também graduado no Cincinnati College  Conservatory of Music, têm sido temas de inúmeras pesquisas realizadas  principalmente nos Estados Unidos.</div>
<div>No Brasil, o interesse pelo assunto não é  menor. Segundo levantamento realizado pela Apemesp (Associação de  Profissionais e Estudantes de Musicoterapia do Estado de São Paulo), o  país conta com cerca de 1500 profissionais com formação em  musicoterapia).</div>
<div>Fonte: Autistas.org | Lucy Santos</div>
<div>Texto adaptado para publicação no site do Instituto Indianópolis.</div>
<div class="shr-publisher-499"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F499' data-shr_title='Musicoterapia+e+defici%C3%AAncia+mental'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F499'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F499' data-shr_title='Musicoterapia+e+defici%C3%AAncia+mental'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Musicoterapia &#8211; música (do grego, a arte das musas)</title>
		<link>http://psique.org/archives/148</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 15:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilda Limberger</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Musicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapias]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros &#8230; <a href="http://psique.org/archives/148">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/cachorrinhoouvindomusica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-149" title="cachorrinhoouvindomusica" src="http://psique.org/wp-content/uploads/2010/01/cachorrinhoouvindomusica-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (World Federation of Music Therapy).</p>
<p>Seja você mesmo o seu Musicoterapeuta;<br />
1- Escolha um local calmo que não será interrompido.<br />
2- Fique em uma posição confortável (sentado ou deitado)<br />
3- Respire profundamente até  relaxar a mente e o corpo.<br />
4- Ouça a música escolhida em volume moderado.<br />
5- Feche os olhos entre em contato com a música, sinta a música, faça parte dela.<br />
6- Vizualize  ondas sonoras como um facho de luz entrando pelo topo de sua cabeça e se espalhando pelo seu corpo inteiro, enquanto essas ondas caminham vão massageando seus órgãos internos, seus músculos, sua pele trazendo bem-estar, calma e paz.  Se você tiver uma intenção específica, alguma parte do corpo ou algum problema que deseja resolver, foque as ondas nestes pontos, foque uma grande luz radiante que dissolve as energias prejudiciais, imagine que essas energias prejudiciais vão se transformando, purificando, transmutando em energias puras e curativas.</p>
<p>Sugestões de Músicas:</p>
<p><strong><em>Para obter ALEGRIA:</em></strong><br />
-Concerto para violinos em sol, allegro(Vivaldi)<br />
-Salomão: a chegada da rainha de Sabá(Haendel)<br />
-Divertimento em dó(Mozart)<br />
<strong><em>Para reagir a APATIA:</em></strong><br />
-Marcha da ópera Aída(Verdí)<br />
-Pavana(Debussy)<br />
Danças eslavas(Dvorák)<em><strong><br />
</strong></em></p>
<p><em><strong>Para estimular o sentimento de AMOR:</strong></em></p>
<p><em><strong>-</strong></em>Canção da primavera (Meldelssohn)<br />
-As quatro estações  (Vivaldi)<br />
-Sonho de amor (Liszt)<br />
-Andante concerto em fá(J.S. Bach)</p>
<p><em><strong>Para acalmar a ANSIEDADE:</strong></em></p>
<p>-Sonho de uma noite de verão (Mendelssohn)<br />
-Os quatro improvisos (F. Chopin)<br />
-Ária para a quarta corda (J. S. Bach)<br />
-&#8221;La Paix&#8221;, da música para fogos de artifício reais (Haendel)</p>
<p><em><strong>Para aliviar a DEPRESS?O:</strong></em><br />
-Serenata (Schubert)<br />
-Noturno, opus 48, (F. Chopin)<br />
-Abertura da Ópera Guilerme Tell (Rossini)<br />
-Sonata para piano nº 15 em dó (Mozart)</p>
<p><em><strong>Para Meditar:<br />
-</strong></em>Mazurca nº13 em lá menor (Chopin)<br />
-Concerto italiano em Fá (J. S. Bach)<br />
-Mantras: Homem de Bem</p>
<p>Obs: Ouça sempre que possível músicas com letras positivas e construtivas, que tragam coisas boas para que tragam bons resultados, faça sessões diárias.</p>
<p>Tudo de Bom,</p>
<p>Marilda Limberger</p>
<div class="shr-publisher-148"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F148' data-shr_title='Musicoterapia+-+m%C3%BAsica+%28do+grego%2C+a+arte+das+musas%29'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F148'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fpsique.org%2Farchives%2F148' data-shr_title='Musicoterapia+-+m%C3%BAsica+%28do+grego%2C+a+arte+das+musas%29'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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