Ciúme – Inveja

Postado por Marilda Limberger - junho 9th, 2010

Ciúme

É um sentimento intimamente ligado à inveja, porém compreende uma relação de, pelo menos, mais outras duas pessoas envolvidas, de tal sorte que o indivíduo com ciúme sente que o amor que lhe é devido foi roubado, ou está em perigo de sê-lo , pelo seu rival. Assim, o ciumento teme perder o que ele julga pertencer-lhe, enquanto a pessoa invejosa sofre ao ver que o outro tem aquilo que ele quer exclusivamente para si mesmo e, desde modo, é-lhe penosa a satisfação alheia a ele. No caso em que o ciúme é resultante de um uso excessivo de identificações projetivas,  ele pode adquirir características delirantes.

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Cada um tem seu deserto a atravessar

Postado por Marilda Limberger - junho 8th, 2010

Jean-Yves Leloup, doutor em Psicologia, Filosofia e Teologia, escritor, conferencista, dominicano e depois padre ortodoxo, oferece através dos seus livros, conferências e seminários um aprofundamento dos textos sagrados, assim como uma abordagem e uma reflexão extremamente ricas sobre a espiritualidade no quotidiano graças à uma formação pluridisciplinar de rara complementaridade.
Deserto, desertos
Editora Vozes, 1998

O que evoca para nós a palavra deserto? Silêncio, imensidão, vento abrasador? Não apenas. Evoca também sede, miragens, escorpiões… e o encontro do mais simples de si mesmo no olhar assombrado e surpreso do homem ou da criança que brota não se sabe de onde – entre as dunas?

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Clarice Lispector – Pensamentos -Poesias

Postado por Marilda Limberger - junho 8th, 2010

“Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. O ‘amar os outros’ é tão vasto que inclui até perdão para mim mesma, com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca [...].”

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Um cérebro espiritual

Postado por Marilda Limberger - maio 27th, 2010

Por: Roberto Lent

Um cérebro espiritual
A autotranscendência, aspecto da personalidade associado aos valores espirituais do ser humano e que pode ser alcançado por meio da meditação, se expressa em graus variados nos indivíduos em função da atividade de certas áreas do cérebro
Que nota você daria, de 0 a 10, para mensurar a aplicação da seguinte frase a si mesmo(a)? “Frequentemente fico tão fascinado(a) com o que estou fazendo que me perco nesse momento e me sinto fora do tempo e do espaço.” Ou então desta: “Muitas vezes me sinto tão ligado(a) às pessoas à minha volta que é como se não existisse separação física entre nós.” Ou ainda: “Sou fascinado(a) pelas muitas coisas da vida que não podem ser explicadas cientificamente.” Ler Mais »

Postado por Marilda Limberger - maio 2nd, 2010

Pé de vento…

Pé de manga!

Pé do ouvido,

Pé no atoleiro

Meter os pés pelas mãos,

Negar de pés juntos,

não chegar nem aos pés.

Dizemos planta do pé.

O Pé foi semente?

O pé da fruta?

Os pés nos conectam com a mãe terra, nos mantêm ligados simbolicamente com a força da terra sagrada (lugar sagrado dentro e fora de nós).

No livro Êxodo, D´us ordena a Moisés: “Não te aproximes daqui. Tire tuas sandálias porque o lugar onde te manténs de pé – onde não te dobras nem te anulas – é terra santa”.

A Fé e a devoção em D´us nos mantém em pé, dispostos a prosseguir no caminho de “viver a vida” e ao mesmo tempo nos ensina o respeito com o Sagrado “interno” e com o Sagrado “externo”.

O Sagrado interno é nosso coração morada de D´us. O Sagrado externo é tudo o que vive, tudo o que representa a morada de D´us. Tudo o que vive é tudo que respira e se move, tudo o que representa a morada de D´us são os templos, Igrejas, altares, enfim tudo o que for materializado em seu nome e para sua Devoção.

Retiramos os sapatos quando entramos em templos e em lugares de devoção em sinal de respeito e de despojamento, assim nos tornamos disponíveis para que o Sagrado se manifeste em nós.

O ato de retirar os sapatos nos coloca em contato com o solo santo, e em contato com o mais profundo, nos libertando das convenções do mundo, do sapato fechado que aperta, dos preconceitos, nossas programações internas.

Respondendo as perguntas Iniciais, digo que os pés foram sementes que germinaram para que assumissemos a postura vertical e virassemos frutos de nossa caminhada.  Começamos a caminhar com um pé e acabamos a caminhada com outro. “Pé ante pé”!

Jesus Cristo afirmou: basta que os pés sejam purificados para que o homem inteiro o seja (Jo 13,10). Jesus proferiu estas palavras ao lavar os pés dos discipulos.

Entendo que ele quis dizer que se mantivermos a nossa conexão com o Sagrado, pés no chão, postura vertical, entraremos em contato com o céu do D´us verdadeiro, a nossa “cabeça” estará erguida como filhas e filhos do Pai.
plinplin

Como ter uma atitude adequada em relação às drogas? Parte 3

Postado por Marilda Limberger - abril 29th, 2010

Estar bem  informado sobre o que são drogas, os tipos que existem, seus possíveis efeitos, e as  razões pelas quais as pessoas se envolvem com elas é o primeiro passo. Como vimos, os motivos que podem nos levar ao uso indevido de drogas dependem das característica físicas e psicológicas das pessoas, da oportunidade de contato com as drogas e da sociedade em que vivemos.
Procurar fortalecer a AUTO-ESTIMA e construir um SENSO CRÍTICO sobre o que ocorre conosco  e à nossa volta, é também fundamental para tomarmos  uma atitude conscinte com relação às drogas.
Ninguém  no mundo é igual a você.
Portanto, você não tem que viver tentando ser igual a ninguém.
Seja você mesmo!
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Por que as pessoas usam drogas? Parte 2 Cartilha

Postado por Marilda Limberger - abril 29th, 2010

Várias podem ser as razões para se fazer uso de algum tipo de drogas. Muitas pessoas usam drogas por curiosidade, para experimentar qual é a sensação causada por elas, ou na procura de prazer. Há aqueles que usam as drogas em busca de alívio porque se encontram em um momento difícil da vida, com problemas em casa, na escola, no namoro, entre outros. Outras, no entanto, acabam se aproximando delas porque se sentem pressionadas  por amigos e conhecidos  ou mesmo para impressioná-los. Essas situações, que ocorrem na vida da maioria  das pessoas, devem ser encaradas com segurança e seriedade. Para isso, devemos estar preparados para lidar com essas circunstância da melhor maneira, possível.

Fonte:  Cartilha: Viva mais e melhor…. de bem com você, de bem com vida.

Tudo de Bom para Todos,

Marilda Limberger

“Distúrbios de aprendizagem”: Uma rosa com outro nome

Postado por Marilda Limberger - abril 28th, 2010

Imagine por um instante que você está visitando um viveiro de plantas. Você percebe uma agitação lá fora e vai investigar. Você encontra um jovem assistente lutando contra uma roseira. Ele está tentado forçar as pétalas da rosa a se abrirem, e resmunga insatisfeito. Você lhe pergunta o quê está fazendo e ele explica: “meu chefe quer que todas essas rosas floresçam essa semana, então na semana passada eu cortei todas as precoces e hoje estou abrindo as atrasadas”. Você protesta dizendo que cada rosa floresce a seu tempo, é absurdo tentar retardar ou apressar isso. Não importa quando a rosa vai desabrochar – uma rosa sempre desabrocha no momento mais oportuno para ela. Você olha novamente a rosa e percebe que ela está murchando, mas quando você o alerta, ele responde: “Ah, isso é mau, ela tem disdesabrochamento congênito. Vamos ter que chamar um especialista”. Você diz: “Não, não! Foi você quem fez a rosa murchar! Você só precisaria satisfazer as exigências de água e luz da planta e deixar o resto por conta da natureza!” Você mal consegue acreditar no que está acontecendo. Por quê o chefe dele é tão mal informado e tem expectativas tão irreais em relação às rosas?

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Afinal de contas, o que são drogas?

Postado por Marilda Limberger - abril 28th, 2010

Existem substâncias que, quando consumidas, podem produzir alterações no nosso organismo. Algumas podem trazer benefício, como, por exemplo, um medicamento indicado pelo médico; outras podem causar danos à saúde, sobretudo  se consumidas em grande quantidade e com freqüência.
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A Química do amor

Postado por Marilda Limberger - abril 27th, 2010

Então de repente, no bar, na festa, na praia, na fila do banco – não importa -, os olhos se encontram. Primeiro uma ansiedade, um calor no peito que logo se espalha em calafrios que procuramos disfarçar. Um leve suor nas mãos. No primeiro encontro, os lábios ressecam um pouco antes do primeiro beijo, as palavras tremem embaraçadas em pensamentos confusos. Joelhos que mal sustentam o peso do corpo. Esquecemos do mundo lá fora em eternas horas de silenciosa saudade ao telefone, perfumadas com aquela inquietude própria dos amantes.

Quem nunca sentiu coisa parecida? Pois os cientistas – sempre eles! – querem nos convencer que toda esta áurea sedutora de mistério que envolve os assuntos do coração não passa de uma meia dúzia de manifestações anatômicas e equações bioquímicas. Até onde a ciência pode realmente traduzir em números e estatísticas aquilo que para muitos de nós é a verdadeira essência dos céus na Terra: o Amor?

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